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Cafilisador

Cafilisador - Bula do remédio

Cafilisador com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Cafilisador têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Cafilisador devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Farmasa

Referência

dipirona sódica + cafeína

Apresentação de Cafilisador

comprimidos - embalagens com 4, 16 e 100 comprimidos.

Cafilisador - Indicações

Cafilisador (dipirona sódica + cafeína) está indicado como analgésico, especialmente nos casos de dor de cabeça e enxaqueca.

Contra-indicações de Cafilisador

A dipirona sódica está contra-indicada em indivíduos sabidamente alérgicos aos derivados pirazolônicos ou com determinadas doenças metabólicas, tais como porfiria hepática e deficiência congênita de glicose-6-fosfato-desidrogenase. Como os demais analgésicos, a dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por tempo prolongado, sem controle médico. Está igualmente contra-indicada durante a gestação (ver ?Advertências? - Gravidez e lactação). Nos tratamentos prolongados é obrigatório o acompanhamento do paciente através de hemogramas, devido à possibilidade de ocorrência de agranulocitose. O uso de dipirona em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção buco-faríngea deve merecer cuidado especial, pois esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível quando se faz uso de produto que contenha dipirona. Emindivíduos com deficiência de protrombina, a dipirona pode agravar a tendência ao sangramento. Pacientes com asma ou infecções respiratórias crônicas, bem como pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de substância, podem desenvolver choque. O uso de Cafilisador (dipirona sódica + cafeína)érecomendadoparaindivíduosacimade15anosdeidade. Em pacientes com distúrbios hematopoéticos, a dipirona somente deve ser administrada sob controle médico. Durante o tratamento com dipirona sódica pode se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção do metabólito rubazônico, porém, isto não tem significado toxicológico ou clínico. A contra-indicação principal da cafeína é a presença de úlcera gastroduodenal.

Advertências

ou choque anafilático com evolução potencialmente fatal. Agranulocitose: a agranulocitose induzida pela dipirona é um acidente de origem imunoalérgica, com duração de no mínimo uma semana. Esta reação é muito rara, mas pode ser fatal. A agranulocitose não é dose dependente e pode ocorrer a qualquer momento durante o tratamento. Os pacientes devem ser alertados para suspender a medicação e consultar imediatamente seu médico caso apareça algum dos seguintes sinais ou sintomas que podem estar relacionados com a neutropenia: febre, calafrio, inflamação da garganta, ulcerações na cavidade oral. No caso de neutropenia (< 1500 neutrófilos/mm3) o tratamento deve ser descontinuado e o hemograma realizado prontamente, para controlar e monitorar o quadro até o retorno à normalidade. Choque anafilático: esta reação ocorre principalmente em indivíduos sensíveis. Portanto, a dipirona deve ser prescrita com cuidado a pacientes asmáticos ou atópicos. Empacientes com insuficiência renal grave, a posologia deve ser diminuída. A administração de dipirona nos casos de amigdalite ou outras afecções da buco-faringe merece cuidado especial, pois as alterações preexistentes podem mascarar os sintomas iniciais da angina agranulocítica. Utilizar a dipirona com cuidado em hipotensos ou pacientes com instabilidade circulatória. Pacientes com distúrbios hematopoéticos preexistentes devem fazer uso da dipirona sob supervisão médica e monitoração laboratorial.

Uso na gravidez de Cafilisador

A segurança da dipirona em mulheres grávidas não está estabelecida. Assim, o produto não deve ser utilizado durante a gravidez. A dipirona é excretada no leite materno e, portanto, seu uso não é recomendado durante a lactação.

Interações medicamentosas de Cafilisador

A dipirona e o álcool podem potencializar reciprocamente os seus efeitos. A dipirona pode provocar redução dos níveis plasmáticos da ciclosporina. Adipirona não deve ser associada à clorpromazina, pois há risco de hipotermia grave. A cafeína apresenta efeitos facilitadores significativos sobre a analgesia produzida pelos AINEs.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Cafilisador

Reações alérgicas (raras): choque anafilático. Reações cutâneas: urticária ou erupções. Foram observados raríssimos casos de necrólise epidérmica tóxica. Asma: têm sido reportados casos de crise asmática, particularmente em pacientes com intolerância ao ácido acetilsalicílico. Reações hematológicas: agranulocitose (ver ?Advertências?); anemia e trombocitopenia (muito raras). Raríssimos casos de efeitos colaterais renais: insuficiência renal aguda, nefropatia. Reações gástricas: náuseas, vômitos, diarréia. Distúrbios visuais: muito raramente a cafeína poderá provocar escotomas cintilantes, acúfenos e cefaléia. Outras: algumas vezes a urina com pH ácido pode apresentar coloração avermelhada. Este fato pode ser decorrente da presença do ácido rubazônico, metabólito presente em baixa concentração.

Cafilisador - Posologia

Comprimidos: (adultos) 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia.

Superdosagem

A margem de segurança da dipirona é bem ampla. Podem ocorrer sintomas tais como: vômitos, vertigens e sonolência. Não existe antídoto específico para a dipirona e o tratamento da superdosagem é, portanto, sintomático. Deve-se instituir a lavagem gástrica e administração de carvão ativado bem como cuidados apropriados de suporte, caso necessário. Doses elevadas de cafeína podem provocar taquicardia sinusal, náuseas, vômitos, dor epigástrica, cefaléia, insônia, tremores e raramente, extrassístoles, arritmias, úlcera gastroduodenal, convulsões, distúrbios visuais e abortamento.

Características farmacológicas

Características Farmacológicas A Dipirona ou metamizol é um derivado pirazolônico com potente ação analgésica e antipirética, cuja designação química é [(2,3-diidro-1,5-dimetil-3-oxo-2-fenil-1H-PIRAZOL-4- IL)metilamina]metanosulfonato de sódio, monohidratado. A dipirona possui também propriedades antiespasmódicas e antiinflamatórias. Seus efeitos antitérmico e analgésico são devidos a ação periférica e central sendo seu efeito antiinflamatório relacionado à inibição da COX-2. É rápida e quase completamente absorvida, sendo rapidamente transformada em um metabólito ativo, a 4-metilamino antipirina, cuja meia-vida plasmática é de cerca de 3 horas. Os efeitos terapêuticos iniciam-se cerca de 30 minutos após a administração e perduram por 4 a 6 horas. A concentração plasmática máxima ocorre em 60 a 90 minutos. Seu metabolismo é hepático. Cerca de 70% da dipirona administrada por via oral são excretados na urina como metabólitos, nas primeiras 24 horas. A dipirona e seus metabólitos são também excretados no leite materno. O efeito analgésico deste medicamento tem mecanismo central e periférico. Ao nível central admite-se um local de ação subcortical, pois doses analgésicas de dipirona não causam sedação, sonolência ou alterações em sensações que não sejam relacionadas à dor. Em nível periférico, a dipirona inibe a síntese das prostaglandinas e reduz a suscetibilidade à atividade nociceptiva de substâncias hiperalgésicas. A ação antiinflamatória parece ser periférica e possivelmente relacionada a uma diminuição da permeabilidade capilar. A Cafeína inibe competitivamente a fosfodiesterase, enzima que degrada o AMP – cíclico. O aumento dos níveis intracelulares de AMP – cíclico é responsável por muitas das ações farmacológicas da cafeína. É também usada como adjuvante de analgésicos sendo capaz de aumentar em até 40% o efeito analgésico de substâncias associadas. Além disso, parece ter efeito analgésico independente. Sua absorção por via oral é rápida, mas irregular, atingindo nível plasmático de 1,5mcg/mL em uma hora, após dose de 100 mg. Doses de 2,5 mg/kg/dia proporcionam taxa plasmática de 7 a 19 mcg/mL. Atravessa a barreira placentária e é encontrado no leite materno. Sua meia-vida no adulto é de 4 horas. Sofre metabolização hepática sendo eliminada por via renal sob forma inalterada (10%) e principalmente sob forma de metabólitos. Com a associação dipirona sódica + cafeína (Cafilisador) obtém-se maior eficácia analgésica utilizando-se duas substâncias comprovadamente eficazes e de elevado índice de segurança.

Resultados de eficácia

O uso da Dipirona na dor severa foi documentado em volumosa quantidade de estudos clínicos, existindo consenso geral de que a Dipirona pode freqüentemente substituir a Morfina, sendo às vezes, até mesmo superior aos opiáceos. Sua eficácia analgésica vem sendo confirmada pelo seu amplo uso clínico por mais de 60 anos no tratamento da dor de intensidade moderada ou severa, no pós-operatório,1 na cólica renal,2 biliar 3 e no pós-parto.4 A cafeína, como adjuvante de analgésicos é capaz de aumentar em até 40% o efeito analgésico de substâncias associadas.1 Estudo realizado com a cafeína e estudos de revisão da literatura concluíram que a adição de 65mg de cafeína a um comprimido de analgésico administrado em doses de dois comprimidos resulta em maior efeito analgésico. Analgésicos contendo cafeína são uma importante opção terapêutica para o tratamento de pacientes com dor5. Vários autores descreveram melhora das cefaléias tensionais ou aquelas secundárias à punção dural ou à baixa pressão do fluxo cérebro-espinhal com uso da cafeína, provavelmente por aumento do tônus cerebrovascular (vasoconstrição) e diminuição do fluxo cerebrovascular6. Em pacientes com cefaléia a cafeína produz um efeito positivo no humor. Em doses de 65 a 500mg, a cafeína melhora a performance psicomotora e o estado de alerta6.

Modo de usar

Comprimidos: (adultos) 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Em pacientes idosos e pacientes debilitados deve-se considerar a possibilidade de desenvolvimento de insuficiência hepática e renal com o uso de dipirona sódica. As concentrações de cafeína são similares em adultos jovens e idosos

Armazenagem

Cafilisador (dipirona sódica + cafeína) deve ser guardado em sua embalagem original. Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15º e 30º C), proteger da luz e umidade.

Cafilisador - Informações

Cada comprimido contém 500 mg de dipirona sódica e 65 mg de cafeína. Adipirona ou metamizol é um derivado pirazolônico com potente ação analgésica e antipirética, cuja designação química é [(2,3-diidro-1,5- dimetil-3-oxo-2-fenil-1H-PIRAZOL-4-IL)metilamina]metanosulfonato de sódio, monohidratado. A dipirona possui também propriedades antiespasmódicas e antiinflamatórias. Seus efeitos antitérmico e analgésico são devidos a ação periférica e central sendo seu efeito antiinflamatório relacionado à inibição da COX-2. É rápida e quase completamente absorvida, sendo rapidamente transformada em um metabólito ativo, a 4-metilamino antipirina, cuja meia-vida plasmática é de cerca de 3 horas. Os efeitos terapêuticos iniciamse cerca de 30 minutos após a administração e perduram por 4 a 6 horas. A concentração plasmática máxima ocorre em 60 a 90 minutos. Seu metabolismo é hepático. Cerca de 70% da dipirona administrada por via oral é excretada na urina como metabólitos, nas primeiras 24 horas. A dipirona e seus metabólitos são também excretados no leite materno. O efeito analgésico deste medicamento tem mecanismo central e periférico.Ao nível central admite-se um local de ação subcortical, pois doses analgésicas de dipirona não causam sedação, sonolência ou alterações em sensações que não sejam relacionadas à dor. Em nível periférico, a dipirona inibe a síntese das prostaglandinas e reduz a suscetibilidade à atividade nociceptiva de substâncias hiperalgésicas. A ação antiinflamatória parece ser periférica e possivelmente relacionada a uma diminuição da permeabilidade capilar. A cafeína inibe competitivamente a fosfodiesterase, enzima que degrada o AMP - cíclico. O aumento dos níveis intracelulares de AMP - cíclico é responsável por muitas das ações farmacológicas da cafeína. É também usada como adjuvante de analgésicos sendo capaz de aumentar em até 40% o efeito analgésico de substâncias associadas. Além disso, parece ter efeito analgésico independente. Sua absorção por via oral é rápida, mas irregular, atingindo nível plasmático de 1,5 mcg/mL em uma hora, após dose de 100 mg. Doses de 2,5 mg/kg/dia proporcionam taxa plasmática de 7 a 19 mcg/mL. Atravessa a barreira placentária e é encontrado no leite materno. Sua meia-vida no adulto é de 4 horas. Sofre metabolização hepática sendo eliminada por via renal sob forma inalterada (10%) e principalmente sob forma de metabólitos. Com a associação dipirona sódica + cafeína (Cafilisador) obtémse maior eficácia analgésica utilizando-se duas substâncias comprovadamente eficazes e de elevado índice de segurança.

Dizeres legais

Lote, fabricação e validade: VIDE FRASCO, BLISTER E/OU CARTUCHO. M.S. 1.0394.0537 Farm. Resp.: J. G. Rocha - CRF-SP nº 4067 Farmasa – Laboratório Americano de Farmacoterapia S.A. Rua Nova York, 245 – São Paulo - S.P. CNPJ-61.150.819/0001-20 SAC: 0800 0114033

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