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Ceclor - Bula do remédio

Ceclor com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Ceclor têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Ceclor devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Ems

Apresentação de Ceclor

cáps. 250 mg - caixas c/ 10 cáps. cáps. 500 mg - caixas c/ 10 e 48 cáps. Ceclor líquido 250 mg/5 ml - fr. de vidro c/ 100 ml de susp. oral Ceclor líquido 375 mg/5 ml - fr. de vidro c/ 100 ml de susp. Oral

Ceclor - Indicações

Ceclor é indicado para o tratamento das seguintes infecções causadas por cepas de microrganismos sensíveis a este antibiótico: Otite Média causada por S.pneumoniae, H. influenzae, estafilococos, S.pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A) e M.catarrhalis. Infecções do Trato Respiratório Inferior, incluindo pneumonia, causadas por S.pneumoniae, H.influenzae, S.pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A) e M.catarrhalis. Infecções do Trato Respiratório Superior, incluindo faringite e amigdalite, causadas por S.pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A) e M. catarrhalis. Nota: A penicilina é a droga de escolha no tratamento e prevenção das infecções estreptocócicas, incluindo a profilaxia da febre reumática. A amoxicilina foi recomendada pela American Heart Association como a droga padrão na profilaxia da endocardite bacteriana em pacientes submetidos a cirurgias dental, oral e do trato respiratório superior nas quais foi usada penicilina V como uma alternativa racional e aceitável nessas circunstâncias para a profilaxia contra a bacteremia causada por estreptococos alfa-hemolíticos. O Cefaclor é geralmente eficaz na erradicação de estreptococos da nasofaringe; contudo, dados substanciais estabelecendo a eficácia do Cefaclor na prevenção subsequente tanto da febre reumática quanto da endocardite bacteriana não estão disponíveis até o momento. Infecções do Trato Urinário, incluindo pielonefrite e cistite, causadas por E. coli, P. mirabilis, Klebsiella sp e estafilococos coagulase-negativo. Nota: O Cefaclor é eficaz em infecções agudas e crônicas do tratamento urinário. Infecções da Pele e Anexos causadas por S.aureus e S.pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A). Sinusites Uretrites gonocócicas Para determinar a sensibilidade do patógeno ao Cefaclor, devem ser feitos testes de sensibilidade e culturas.

Contra-indicações de Ceclor

Cefaclor é contra-indicado a pacientes alérgicos às penicilinas, a outros antibióticos betalactâmicos e às cefalosporinas. Advertências Antes de iniciar a terapia c/ Ceclor, deve ser feita uma verificação cuidadosa para determinar se o paciente teve reações anteriores de hipersensibilidade ao cefaclor, cefalosporinas, penicilinas ou outras drogas. Se este produto tiver que ser administrado a pacientes alérgicos à penicilina, deve-se ter cuidado c/ a hipersensibilidade cruzada, incluindo anafilaxia entre os antibióticos betalactâmicos, que tem sido claramente documentada. Se ocorrer uma reação alérgica ao cefaclor, a droga deve ser interrompida e se necessário o paciente deve ser tratado c/ drogas especiais, por ex.: aminas pressoras, anti-histamínicos ou corticosteróides. Antibióticos, incluindo o cefaclor, devem ser administrados cautelosamente a qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia particularmente a drogas. Foi relatada colite pseudomembranosa praticamente c/ todos os antibiótico de largo espectro (incluindo os macrolídeos, penicilinas semi-sintéticas e cefalosporinas); portanto, é importante considerar este diagnóstico em pacientes que desenvolveram diarréia em associação ao uso de antibióticos. Tais colites podem variar em gravidade de leve a gravíssima. casos leves de colite pseudomembranosa geralmente respondem somente c/ a interrupção da droga. Em casos moderados a graves devem ser tomadas medidas apropriadas. Precauções gerais - o uso prolongado de cefaclor pode resultar na proliferação de microrganismos resistentes. é essencial cuidadosa observação do paciente. Se ocorrer uma superinfecção durante o tratamento, deve-se tomar medidas apropriadas. Têm se relatado teste de coombs direto positivo durante o tratamento c/ os antibióticos cefalosporínicos. Deve ser reconhecido que um teste de coombs positivo pode ser devido à droga, isto é, em estudos hematológicos ou nas provas de compatibilidade sangüínea para transfusão, quando são realizados testes minor de antiglobulina ou nos testes de coombs de recém-nascidos, cujas mães receberam antibióticos cefalosporínicos antes do parto. O cefaclor deve ser administrado c/ cautela na presença de insuficiência renal grave, uma vez que a meia-vida do cefaclor em pacientes anúricos é de 2,3 a 2,8 horas, não havendo necessidade de se fazer ajustes de doses em pacientes c/ insuficiência renal moderada ou grave. A experiência clínica c/ cefaclor sob tais condições é limitada; portanto, deve ser feita cuidadosa observação clínica e laboratorial. Antibióticos, incluindo as cefalosporinas, devem ser prescritos c/ cuidado a pacientes c/ história de doença gastrointestinal, particularmente colites. Carcinogênese, mutagênese e danos à fertilidade - não foram efetuados estudos para determinar o potencial para carcinogenicidade ou mutagenicidade. os estudos de reprodução não revelaram evidências de prejuízo à fertilidade. Uso na gravidez - estudos de reprodução efetuados em camundongos e ratos, em doses de até 12 vezes a dose humana, e em furões, administrando três vezes a dose máxima humana, não revelaram evidências de danos à fertilidade ou ao feto devido ao cefaclor. Contudo, não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Devido aos estudos de reprodução em animais nem sempre predizerem a resposta em humanos, essa droga deverá ser usada durante a gravidez somente se realmente necessária. Trabalho de parto e parto - o efeito do cefaclor no trabalho de parto e no parto é desconhecido. Uso durante a amamentação - foram detectadas pequenas quantidades de cefaclor no leite materno, após administração de doses únicas de 500 mg. Os níveis médios foram 0,18; 0,20; 0,21 e 0,16 mg/ml após 2, 3, 4 e 5 horas, respectivamente. foram detectados traços da droga após uma hora. O efeito em lactentes não é conhecido; portanto, o cefaclor deve ser administrado c/ cuidado a mulheres amamentando. Uso pediátrico - não foram ainda estabelecidas a segurança e a eficácia do cefaclor em crianças c/ menos de um mês de idade.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Ceclor

Os efeitos adversos considerados relacionados c/ o tratamento c/ cefaclor são os seguintes: Reações de hipersensibilidade - tem sido relatada em cerca de 1,5% dos pacientes e inclui erupções morbiliformes (1:100). Ocorreu, em menos de 1:200 pacientes, prurido, urticária e testes de coombs positivos. Casos de reações semelhantes à doença do soro têm sido relatados c/ o uso de cefaclor. Essas reações são caracterizadas por eritema multiforme, erupções cutâneas e outras manifestações da pele, acompanhadas por artrite/artralgia, c/ ou sem febre, e diferem da doença do soro clássica por estarem infrequentemente associadas a linfoadenopatia e proteinúria, ausência de complexos imunes circulantes e sem evidência até o momento de seqüelas da reação. Ocasionalmente, podem ocorrer sintomas isolados, porém não representam uma reação semelhante a doença do soro. enquanto outras investigações estão em andamento, as reações semelhantes à doença do soro parecem ser devido à hipersensibilidade e ocorrem mais freqüentemente durante ou após um segundo (ou subsequente) tratamento c/ cefaclor. Tais reações foram relatadas mais freqüentemente em crianças do que em adultos, c/ uma ocorrência geral variando de 1 em 200 (0,5%) em uma pesquisa clinica dirigida até 2 em 8.3346 (0,024%) no total das pesquisas clínicas (incidência em crianças de 0,055%) e c/ uma variação de 1 em 38.0000 (0,003%) nos relatos espontâneos de reações adversas. Os sinais e sintomas ocorrem geralmente poucos dias após o início do tratamento e desaparecem dentro de poucos dias após o término do tratamento. Ocasionalmente, essas reações resultaram em hospitalização, usualmente de curta duração (hospitalização mediana igual 2 a 3 dias, segundo os estudos de farmacovigilância pós- registro). Nos casos que requereram hospitalização, os sintomas variaram de leves a graves no momento da admissão, sendo que a maioria das reações graves ocorreu em crianças. Anti-histamínicos e glicocorticóides parecem melhorar a resolução dos sinais e sintomas. Não foram relatadas seqüelas graves. Foram raramente relatadas reações mais graves de hipersensibilidade, incluindo Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e anafilaxia. Reações anafilactóides, podem ser manifestadas por sintomas isolados incluindo angioedema, astenia, edema (incluindo face e membros), dispnéia, parestesia, síncope ou vasodilatação. A anafilaxia pode ser mais comum em pacientes c/ uma história de alergia à penicilina. Raramente, os sintomas de hipersensibilidade podem persistir por vários meses. Sintomas gastrointestinais - ocorrem em cerca de 2,5% dos pacientes e inclui diarréia (1:70). Os sintomas de colite pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento c/ antibióticos. Náuseas e vômitos foram raramente relatados. Da mesma forma como algumas penicilinas e algumas outras cefalosporinas, têm sido relatados raros casos de hepatite e icterícia colestática transitórias. Outras - reações consideradas como relacionadas c/ o tratamento incluíram eosinofilia (1:50 pacientes), prurido genital, monilíase ou vaginite e raramente trombocitopenia ou nefrite intersticial reversível. Relações causais incertas: Sistema nervoso central - raramente têm sido relatados hiperatividade reversível, agitação, nervosismo, insônia, confusão, hipertonia, tontura, alucinações e sonolência. Foram relatadas anormalidades transitórias nos testes clínicos de laboratório: embora sejam de etiologia incerta, estão relacionadas aqui apenas para servirem como alerta ou informação para o médico. Hepáticas - elevações leves das transaminases glutâmico-oxalacética (tgo) e glutâmico-pirúvica (tgp) ou da fosfatase alcalina (1:40). Hematopoiéticas - como tem sido relatado c/ outros antibióticos betalactâmicos, tem ocorrido linfocitose transitória, leucopenia e, raramente, anemia hemolítica, anemia aplástica, agranulocitose e neutropenia reversível de possível significância clínica. Tem havido raros relatos de aumento de tempo de protrombina c/ ou sem sangramento clínico em pacientes que estão recebendo concomitantemente cefaclor e cumadínicos. Renais - pequenas elevações no nitrogênio uréico (bun) ou creatinina sérica (menos que 1:500) ou urinálises anormais (menos que 1:200). Várias cefalosporinas têm sido relacionadas c/ o desenvolvimento de convulsões, particularmente em pacientes c/ insuficiência renal, quando a dose não foi reduzida. Quando ocorrer convulsões relacionadas c/ a droga, o tratamento deve ser interrompido. Um anticonvulsivante pode ser administrado se clinicamente indicado.

Ceclor - Posologia

Adultos: a posologia HABITUAL para adultos é de 250 mg a cada 8 horas. Para bronquite e pneumonia, a posologia é de 250 mg administrada 3 vezes ao dia. Foram administradas doses de 4g ao dia c/ segurança a indivíduos normais por 28 dias; porém a posologia diária total não deve exceder a esta quantidade. Para o tratamento de uretrite gonocócica aguda, em homens e mulheres, é administrada uma dose única de 3g combinada c/ 1g de probenecida. Para sinusite, recomenda-se uma posologia de 250mg administrada 3 vezes ao dia por 10 dias. Em infecções mais graves (tal como pneumonia) ou aquelas causadas por microrganismos menos sensíveis, as doses podem ser dobradas. Crianças: a posologia habitual diária recomendada é de 20 mg/kg/dia em doses divididas a cada 8 horas. Para bronquite e pneumonia, a posologia é de 20mg/kg/dia em doses administradas 3 vezes ao dia. Em infecções mais graves, otite média e infecções causadas por microrganismos menos sensíveis, recomenda-se 40 mg/kg/dia, c/ um máximo de 1 g/dia. Apresentação: 250 mg/5ml Ceclor LÍQUIDO 20 mg/kg/dia Peso da Criança 18,75 kg 2,5 ml 3 vezes ao dia Ceclor LÍQUIDO 40 mg/kg/dia 9, 40 kg 2,5 ml 3 vezes ao dia 18,75 kg 5 ml 3 vezes ao dia Tratamento Opcional 2 vezes ao dia - Para o tratamento de otite média e faringite, a dose total diária pode ser dividida e administrada a cada 12 horas. Para facilitar essa posologia, recomenda-se a concentração de 375 mg/5 ml. Apresentação: 375 mg/5ml Ceclor LÍQUIDO 20 mg/kg/dia (Faringite) Peso da Criança 18,75 kg 2,5 ml 2 vezes ao dia Ceclor LÍQUIDO 40 mg/kg/dia (Otite Média) 9,40 kg 2,5 ml 2 vezes ao dia 18,75 kg 5,0 ml 2 vezes ao dia Ceclor pode ser administrado na presença de insuficiência renal. Nessa condição, a posologia normalmente não é alterada (ver precauções). No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica de Cefaclor deve ser administrada no mínimo por 10 dias.

Ceclor - Informações

O Cefaclor monoidratado é um antibiótico cefalosporínico semi-sintético para administração oral.

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