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Gino-fibrase

Gino-fibrase - Bula do remédio

Gino-fibrase com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Gino-fibrase têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Gino-fibrase devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Pfizer

Apresentação de Gino-fibrase

Gino-fibrase pom. vaginal em emb. c/ 1 bisn. c/ 30 g acompanhada de 6 aplicadores ginecológicos descartáveis.

Gino-fibrase - Indicações

Gino-fibrase (fibrinolisina, desoxirribonuclease, cloranfenicol) é indicado para o tratamento de cervicites agudas, crônicas e pós-parto, ou após cauterização do colo uterino e vaginites.

Contra-indicações de Gino-fibrase

Gino-fibrase (fibrinolisina, desoxirribonuclease, cloranfenicol) é contra -indicado a pacientes que apresentem hipersensibilidade a qualquer componente de sua fórmula.

Advertências

O uso prolongado de antibióticos pode resultar ocasionalmente em crescimento de organismos não suscetíveis ao tratamento, particularmente fungos. Esse crescimento pode levar a uma infecção secundária. Se ocorrer superinfecções, o medicamento deverá ser descontinuado e medidas adequadas devem ser tomadas. Com exceção dos casos de infecções superficiais, o uso de cloranfenicol deve ser suplementado por medicação sistêmica apropriada. As precauções usuais contra reações alérgicas devem ser observadas, particularmente nos pacientes com história de sensibilidade aos produtos de origem bovina.

Uso na gravidez de Gino-fibrase

Cloranfenicol demonstrou ser embriogênico e teratogênico em embriões/ fetos de ratos, camundongos, coelhos e galinhas. Não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Gino-fibrase® deve ser utilizado durante a gravidez somente se o potencial benefício justificar o potencial risco para o feto. Uso durante a Lactação Devido ao potencial do cloranfenicol para reações adversas sérias em lactentes, deve-se ou descontinuar a amamentação ou o tratamento com Gino-fibrase®, levando em consideração a importância do medicamento para a mãe.

Interações medicamentosas de Gino-fibrase

Não existem evidências suficientes que confirmem a ocorrência de interações clinicamente significativas.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Gino-fibrase

Foram relatados casos de hipoplasia da medula óssea, incluindo anemia aplástica e morte, após a aplicação local de cloranfenicol. Não foram relatados efeitos colaterais com o uso de Gino-fibrase nas doses e indicações recomendadas. Mesmo em altas concentrações, apenas reações muito leves foram observadas, consistindo em hiperemia local. Podem ocorrer reações de sensibilidade idênticas a outras preparações intravaginais. As discrasias sangüíneas foram associadas ao uso de cloranfenicol. Coceira ou ardência, edema angioneurótico, urticária, dermatite vesicular e maculopapular ocorreram em pacientes hipersensíveis ao cloranfenicol. Caso essas reações ocorram, o tratamento com Gino-fibrase deve ser descontinuado.

Gino-fibrase - Posologia

O conteúdo do aplicador (5 g) de Gino-fibrase deve ser introduzido profundamente na vagina, ao deitar-se, durante 6 noites consecutivas. A cada aplicação, utilizar um aplicador e após o uso, o aplicador deve ser descartado. A paciente deve consultar o médico caso seja necessário um tratamento complementar.

Características farmacológicas

Gino-fibrase® (fibrinolisina, desoxirribonuclease, cloranfenicol) contém fibrinolisina e desoxirribonuclease, enzimas líticas de origem bovina, em forma de pomada suave e emoliente, contendo também 1% de cloranfenicol. A combinação destas duas enzimas está baseada na observação de que o exsudato purulento consiste em grande parte de material fibrinoso e nucleoproteína. A fibrinolisina é uma enzima lítica que hidrolisa a fibrina e exsudatos fibrinosos em compostos separados de moléculas mais simples. A ação lítica da fibrinolisina difere da ação de uma protease porque os produtos resultantes da quebra enzimática são compostos de moléculas grandes que não são facilmente absorvidos pelo corpo, não produzindo então reações indesejáveis locais ou gerais. A fibrinolisina não ataca enzimaticamente os tecidos saudáveis e não irrita a granulação do tecido. Por isso, não há ações adversas sobre o processo de cicatrização e recuperação. A ação fibrinolítica está direcionada principalmente contra as proteínas desnaturadas, como aquelas encontradas em tecidos desvitalizados, enquanto que os elementos protéicos de células vivas permanecem relativamente inalterados. A desoxirribonuclease é uma enzima que hidrolisa especificamente as moléculas de ácido desoxirribonucléico (DNA) e desoxirribonucleoproteínas. Estas substâncias são os principais componentes dos exsudatos purulentos e, por isso, a quebra em polinucleotídeos mais simples ajuda a liquefação no processo de necrose do exsudato purulento e facilita sua remoção dos ferimentos. Experimentos in vitro e in vivo, tanto em animais como em humanos, em estudos clínicos com a combinação de fibrinolisina-desoxirribonuclease, mostraram resultados positivos para a limpeza dos ferimentos. Os testes de toxicidade e segurança da pele não demonstraram danos ao tecido saudável pela combinação destas duas enzimas. Considera-se também que a fibrinolisina e a desoxirribonuclease atuam indiretamente na remoção das substâncias nas quais os microrganismos se proliferam e permitem melhor ação dos anticorpos e leucócitos. O cloranfenicol é um antibiótico de largo espectro, principalmente bacteriostático, que atua na inibição da síntese protéica, interferindo na transferência dos aminoácidos ativados do RNA solúvel aos ribossomos. O desenvolvimento de resistência ao cloranfenicol pode ser considerado mínimo para estafilococos e muitas outras espécies de bactérias. Gino-fibrase® é uma associação de enzimas ativas, o que é um fator importante para pacientes sob tratamentos de lesões resultantes de circulação prejudicada. A ação de Gino-fibrase® auxilia na produção de uma superfície limpa e deste modo estimula a cicatrização de várias lesões exsudativas.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Gino-fibrase® pode ser utilizado em pacientes idosas, observando-se as contra-indicações,advertências e precauções e reações adversas descritas na bula.

Armazenagem

Gino-fibrase® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC),protegido da luz.

Gino-fibrase - Informações

Gino-fibrase (fibrinolisina, desoxirribonuclease, cloranfenicol) contém fibrinolisina e desoxirribonuclease, enzimas líticas de origem bovina, em forma de pomada suave e emoliente, contendo também 1% de cloranfenicol. A combinação destas duas enzimas está baseada na observação de que o exsudato purulento consiste em grande parte de material fibrinoso e nucleoproteína. A fibrinolisina é uma enzima lítica que hidrolisa a fibrina e exsudatos fibrinosos em compostos separados de moléculas mais simples. A ação lítica da fibrinolisina difere de uma protease porque os produtos resultantes da quebra enzimática são compostos de moléculas grandes que não são facilmente absorvidos pelo corpo, não produzindo então reações indesejáveis locais ou gerais. A fibrinolisina não ataca enzimaticamente os tecidos saudáveis e não irrita a granulação do tecido. Por isso, não há ações adversas sobre o processo de cicatrização e recuperação. A ação fibrinolítica está direcionada principalmente contra as proteínas desnaturadas, como aquelas encontradas em tecidos desvitalizados, enquanto que os elementos protéicos de células vivas permanecem relativamente inalterados. A desoxirribonuclease é uma enzima que hidrolisa especificamente as moléculas de ácido desoxirribonucléico (DNA) e desoxirribonucleoproteínas. Estas substâncias são os principais componentes dos exsudatos purulentos e, por isso, a quebra em polinucleotídeos mais simples ajuda a liquefação no processo de necrose do exsudato purulento e facilita sua remoção dos ferimentos. Experimentos in vitro e in vivo tanto em animais como em humanos em estudos clínicos com a combinação de fibrinolisina-desoxirribonuclease mostrou resultados positivos para a limpeza dos ferimentos.

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