Cinetol - Bula do remédio
Cinetol com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Cinetol têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Cinetol devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.
Laboratório
Cristália
Referência
Biperideno
Apresentação de Cinetol
compr. 2 mg cx. c/ 80 un.
sol. inj. - 5 mg/ml: cx. c/ 50 amp. de 1 ml
Contra-indicações de Cinetol
Hipersensibilidade ao biperideno.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Cinetol
Podem ocorrer fenômenos vegetativos como: segura da boca, perturbações visuais, sonolência, torpor, tonteiras, intolerância gástrica, inclusive vômitos e náuseas, e taquicardia. Em pacientes idosos, pacientes c/ tolerância limitada, pacientes portadores de esclerose cerebral podem aparecer fenômenos de sobredosagem mesmo c/ a administração de doses terapêuticas. Tais fenômenos se referem a inquietação, agitação psicomotora, confusão mental e estados psicóticos. O mesmo pode ocorrer quando se administra
Cinetol associado c/ neurolépticos e antidepressivos.
Cinetol - Posologia
Parkinsonismo e sintomas extrapiramidais medicamentosos: Aumento gradativo da dose de meio comp., 2 vezes ao dia, até a melhor dose individual, que normalmente varia entre meio a 2 comp., 3 a 4 vezes ao dia. Em crianças, aumentar a dose até obter o efeito desejado. Em geral o seguinte esquema é útil: De 1 a 5 anos: 1/4 a 1/2 comp., 1 a 3 vezes ao dia; de 6 a 11 anos: 1/2 a 1 comp., 1 a 3 vezes ao dia; de 12 a 16 anos: 1 comp., 2 a 6 vezes ao dia. Traumatismos cranioencefálicos fechados e queixas pós-concussão: Iniciar o tratamento c/ a forma injetável e, tão logo possa, passar a forma oral: 1 a 2 comp., 3 a 5 vezes ao dia. Nos traumatismos de crânio leves e queixas pós-concussão, administrar 1 comp., 3 vezes ao dia, durante 2 a 3 semanas.
Injetável:
Nas síndromes parkinsonianas:
Adultos: Nos casos graves e fase aguda a dose média recomendada é de 10 a 20 mg por via intramuscular ou intravenosa lenta, que deve ser distribuída ao longo do dia de modo uniforme.
Nos transtornos extrapiramidais medicamentosos:
Adultos: Para evolução rápida dos sintomas administra-se uma dose por via intramuscular ou intravenosa lenta de 2,5 a 5 mg. Em caso de necessidade pode-se repetir a mesma dose após 30 minutos. A dose máxima diária é de 10 a 20 mg.
Crianças: Em crianças menores de 1 ano não se pode injetar mais de 1 mg. Em crianças até 6 anos injetar no máximo 2 mg; e em crianças até 10 anos injetar no máximo 3 mg. Em caso de necessidade a dose pode ser repetida após 30 minutos.
Nas intoxicações:
Nos casos de intoxicação aguda por nicotina, recomenda-se, além das medidas habituais, a administração de 5 a 10 mg por via intramuscular e em casos graves, 5 mg por via intravenosa lenta.]