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Clorpromazina

Clorpromazina - Bula do remédio

Clorpromazina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Clorpromazina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Clorpromazina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Hypofarma

Referência

Amplictil

Apresentação de Clorpromazina

Solução injetável.
Caixa com 5 ampolas de vidro âmbar de 5 mL de 25 mg de Clorpromazina, sob a forma de cloridrato de Clorpromazina.

Caixa com 25 ampolas de vidro âmbar de 5 mL de 25 mg de Clorpromazina, sob a forma de cloridrato de Clorpromazina.

Caixa com 50 ampolas de vidro âmbar de 5 mL de 25 mg de Clorpromazina, sob a forma de cloridrato de Clorpromazina.

COMPOSIÇÃO
Cada mL de solução injetáveis contém:
cloridrato de Clorpromazina .............................. 5,57 mg
*excipientes (ácido ascórbico, sulfito de sódio, bissulfito de sódio, cloreto de sódio, água para injetáveis) q.s.p.................................................................................. 1 mL
*equivalente a 5 mg de Clorpromazina base.

Clorpromazina - Indicações

NEUROPSIQUIATRIA - Pode ser prescrito em quadros psiquiátricos agudos, ou então no controle de psicoses de longa evolução.
CLÍNICA GERAL - Manifestação de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis, náuseas e vômitos e neurotoxicoses infantis; também pode ser associado à barbitúricos no tratamento do tétano.
CIRURGIA - Como agente pré-anestésico.
OBSTETRÍCIA - Em analgesia obstétrica e no tratamento da eclampsia.
O cloridrato de Clorpromazina é indicado nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica, vagolítica, simpatolítica, sedativa ou antiemética.

Contra-indicações de Clorpromazina

Absolutas
- Glaucoma de ângulo fechado.
- Em pacientes com risco de retenção urinária, ligado a problemas uretroprostáticos.
- Uso concomitante com levodopa (ver item Interações Medicamentosas).
Outras contraindicações de cloridrato de Clorpromazina são: comas barbitúricos e etílicos; sensibilidade às fenotiazinas; doença cardiovascular grave; depressão severa do sistema nervoso central.
Além disso, constituem-se em contraindicações relativas do cloridrato de Clorpromazina o uso concomitante com álcool, lítio e sultoprida (ver Interações Medicamentosas).
A relação risco-benefício deverá ser avaliada nos seguintes casos: discrasias sanguíneas; câncer da mama; distúrbios hepáticos; doença de Parkinson; distúrbios convulsivos; úlcera péptica.
O cloridrato de Clorpromazina deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados.

Advertências

- Acidente vascular cerebral: Em estudos clínicos randomizados versus placebo realizados em uma população de pacientes idosos com demência e tratados com certas drogas antipsicóticas atípicas, foi observado um aumento de três vezes no risco de eventos cerebrovasculares. O mecanismo pelo qual ocorre este aumento de risco, não é conhecido. O aumento do risco com outras drogas antipsicóticas ou com outra população de pacientes não pode ser excluído. O cloridrato de Clorpromazina deve ser usado com cautela em pacientes com fatores de risco de acidentes vasculares cerebrais.
- Em caso de hipertermia deve-se suspender o tratamento, pois este sinal pode ser um dos elementos da Síndrome Maligna (palidez, hipertermia e distúrbios vegetativos) que tem sido descrita com o uso de neurolépticos.
- Assim como com outros neurolépticos, foram relatados casos raros de prolongamento do intervalo QT com a Clorpromazina. Neurolépticos fenotiazínicos podem potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves do tipo “torsades de pointes”, que é potencialmente fatal (morte súbita). O prolongamento QT é exacerbado, em particular, na presença de bradicardia, hipopotassemia e prolongamento QT congênito ou adquirido (exemplo: fármacos indutores). Se a situação clínica permitir, avaliações médicas e laboratoriais devem ser realizadas para descartar possíveis fatores de risco antes do início do tratamento com um agente neurolépticos e conforme necessidade durante o tratamento.
- Nos primeiros dias de tratamento, principalmente em hipertensos e hipotensos, é necessário que os pacientes se deitem durante meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a tomada do medicamento. Esta precaução deve ser rigorosamente seguida quando se administra o cloridrato de Clorpromazina.
- A vigilância clínica e, eventualmente eletroencefalográfica, deve ser reforçada em pacientes epilépticos, devido à possibilidade de diminuição do limiar epileptógeno.
- Recomenda-se evitar o tratamento prolongado, quando se tratar de mulheres que possam vir a engravidar. Não utilizar cloridrato de Clorpromazina durante a gestação ou período de aleitamento sem que seja avaliada a relação risco-benefício.
- É desaconselhável o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento.
- O cloridrato de Clorpromazina deve ser usado com precaução em condutores de veículos e máquinas, devido ao risco de sonolência.
- O cloridrato de Clorpromazina também deve ser utilizado com prudência em pacientes parkinsonianos, que necessitem de um tratamento neuroléptico, em geral devido à sua idade avançada (hipotensão e sedação), nos casos de afecção cardiovascular (hipotensão) ou de insuficiência renal e hepática (risco de superdosagem).

Não se recomenda o uso de cloridrato de Clorpromazina em crianças com menos de 2 anos de idade.

Em tratamentos prolongados, é recomendável controle oftalmológico e hematológico regular.

Precauções específicas da via parenteral
- Em caso de hipovolemia, deve-se instalar rapidamente perfusão I.V.
- O doente deve ser mobilizado rapidamente e colocado em decúbito dorsal na eventualidade de hipotensão arterial.
- As mudanças de posição do paciente devem ser efetuadas com cautela por causa do risco de hipotensão ortostática.
A solução injetável contém sulfitos que podem eventualmente causar ou agravar reações do tipo anafilática.

Uso na gravidez de Clorpromazina

Gravidez
Não foram realizados estudos em animais para avaliar os efeitos sobre a gestação. Na espécie humana os resultados dos diferentes estudos epidemiológicos prospectivos são contraditórios no que diz respeito às malformações. Não existem dados sobre a retenção cerebral fetal dos tratamentos neurolépticos prescritos durante a gestação. Nos recém-nascidos de mães tratadas durante a gestação com doses elevadas de neurolépticos foram raramente descritos os seguintes problemas: síndromes extrapiramidais e sinais digestivos ligados às propriedades atropínicas dos fenotiazínicos, como por exemplo, distensão abdominal.
Consequentemente, o risco teratogênico, se existente, parece pequeno. Parece razoável tentar limitar a duração dos tratamentos durante a gestação. Se possível, seria desejável diminuir as doses no final da gestação. Parece justificável observar um período de vigilância das funções neurológicas e digestivas dos recém-nascidos.

Amamentação
O aleitamento é desaconselhável, uma vez que a Clorpromazina passa para o leite materno.

Interações medicamentosas de Clorpromazina

ASSOCIAÇÕES CONTRAINDICADAS:
Levodopa: antagonismo recíproco da levodopa e dos neurolépticos. Em caso de síndrome extrapiramidal induzida pelos neurolépticos, não tratar o paciente com levodopa (os receptores dopaminérgicos são bloqueados pelos neurolépticos), mas utilizar um anticolinérgico.
Nos parkinsonianos tratados pela levodopa, em caso de necessidade de tratamento por neurolépticos, não é lógico continuar a terapia com levodopa, pois isso pode agravar as alterações psicóticas e a droga não pode agir sobre os receptores bloqueados pelos neurolépticos.

ASSOCIAÇÕES DESACONSELHADAS:
Álcool: os efeitos sedativos dos neurolépticos são acentuados pelo álcool. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas. Evitar o uso de bebidas alcoólicas e de medicamentos contendo álcool em sua composição.

Lítio: síndrome confusional, hipertonia, hiper-reflexia provavelmente por causa do aumento rápido da litemia.

Sultoprida: risco aumentado de alterações do ritmo ventricular por adição dos efeitos eletrofisiológicos.

ASSOCIAÇÕES QUE NECESSITAM DE
CUIDADOS:
Antidiabéticos: em doses elevadas (100 mg/dia de Clorpromazina) pode ocorrer elevação da glicemia (diminuição da liberação de insulina). Alertar o paciente e reforçar a autovigilância sangüínea e urinária.
Eventualmente, adaptar a posologia do antidiabético durante o tratamento com neurolépticos e depois da sua interrupção.

Gastrintestinais de ação tópica: (óxidos e hidróxidos de magnésio, de alumínio e de cálcio): diminuição da absorção gastrintestinal dos neurolépticos fenotiazínicos.
Administrar os medicamentos gastrintestinais e neurolépticos com intervalo de mais de 2 horas entre eles.

ASSOCIAÇÕES A SEREM CONSIDERADAS:
Anti-hipertensivos: efeito hipotensor e aumento do risco de hipotensão ortostática (efeito aditivo).

Atropina e outras substâncias atropínicas: antidepressivos imipramínicos, anti-histamínicos H1 sedativos, antiparkinsonianos anticolinérgicos, antiespasmódicos atropínicos, disopiramida: adição dos efeitos indesejáveis atropínicos, como retenção urinária, obstipação intestinal, secura da boca.

Outros depressores do sistema nervoso central: antidepressivos sedativos, derivados morfínicos (analgésicos e antitussígenos), anti-histamínicos H1 sedativos, barbitúricos, ansiolíticos, clonidina e compostos semelhantes, hipnóticos, metadona e talidomida: aumento da depressão central. A alteração da vigilância pode se tornar perigosa na condução de veículos e operação de máquinas.

Guanetidina: inibição do efeito anti-hipertensivo da guanetidina (inibição da penetração da droga no seu local de ação, a fibra simpática).

Reações adversas / Efeitos colaterais de Clorpromazina

Observadas as recomendações acima citadas, cloridrato de Clorpromazina apresenta boa tolerabilidade. Como reações adversas, o paciente pode apresentar: sedação ou sonolência; discinesias precoces (torcicolo espasmódico, crises oculógiras, trismo e etc., que melhoram com a administração de antiparkinsoniano anticolinérgico); síndrome extrapiramidal que melhora com a administração de antiparkinsonianos anticolinérgicos; discinesias tardias que podem ser observadas, assim como para todos os neurolépticos, durante tratamentos prolongados (nestes casos os antiparkinsonianos não agem ou podem piorar o quadro); hipotensão ortostática; efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal, retenção urinária), prolongamento do intervalo QT, impotência, frigidez, amenorreia, galactorréia,
ginecomastia, hiperprolactinemia; reações cutâneas como fotodermias e pigmentação da pele; ganho de peso, às vezes, importante; depósito pigmentar no segmento anterior do olho; excepcionalmente leucopenia ou agranulocitose, e por isso é recomendado o controle hematológico nos 3 ou 4 primeiros meses de tratamento.
Foi observada icterícia por ocasião de tratamentos com Clorpromazina, porém, a relação com o produto é questionável. Em pacientes tratados com Clorpromazina foram relatados raramente: priapismo; icterícia colestática e lesão hepática, principalmente do tipo colestática ou mista. Lúpus eritematoso sistêmico foi relatado muito raramente em pacientes tratados com Clorpromazina. Em alguns casos, anticorpos anti-nuclear positivos podem ser encontrados sem evidência de doença clínica.
Houve relatos isolados de morte súbita, com possíveis causas de origem cardíaca (ver item “Precauções e Advertências”), assim como casos inexplicáveis de morte súbita, em pacientes recebendo neurolépticos fenotiazínicos.

Clorpromazina - Posologia

Via parenteral
Intramuscular (adultos): usada em pacientes internados, é preconizada uma dose inicial de 25 a 100 mg, repetida dentro de 1 a 4 horas, se necessário, até o controle dos sintomas. Como na via oral, a dose a ser administrada em pacientes idosos ou debilitados deve ser menor (1/2 a 1/3 da dose de adultos). A administração por via oral deve ser introduzida quando os sintomas estiverem controlados.

Intramuscular (crianças acima de 2 anos): as mesmas doses e recomendações da via oral, devendo-se passar para a via oral tão logo os sintomas sejam controlados.

Superdosagem

Os principais sintomas de intoxicação aguda por cloridrato de Clorpromazina são: depressão do SNC, hipotensão e sintomas extrapiramidais. Recomenda-se nestes casos lavagem gástrica precoce, evitando-se a indução do vômito; administração de antiparkinsonianos para os sintomas extrapiramidais e estimulantes respiratórios (anfetamina, cafeína com benzoato de sódio), caso haja depressão respiratória.

Características farmacológicas

Propriedades
O cloridrato de Clorpromazina tem como princípio ativo o cloridrato de Clorpromazina, que possui uma ação estabilizadora no sistema nervoso central e periférico e uma ação depressora seletiva sobre o SNC, permitindo assim, o controle dos mais variados tipos de excitação. É, portanto, de grande valor no tratamento das perturbações mentais e emocionais. O cloridrato de Clorpromazina tem propriedades neurolépticas, vagolíticas, simpatolíticas, sedativas e antieméticas.

Farmacocinética
Absorção
O cloridrato de Clorpromazina é rapidamente absorvido por via oral e a sua biodisponibilidade relativa em relação à via intramuscular é em média de 50%.

Distribuição
A Clorpromazina apresenta boa difusão em todos os tecidos, ligando-se fortemente às proteínas plasmáticas (90%). Tem meia-vida plasmática curta (algumas horas), mas a eliminação é lenta e prolongada (4 semanas ou mais). Observa-se variações individuais importantes nas concentrações plasmáticas.

Metabolismo
A Clorpromazina sofre o efeito de primeira passagem no trato gastrintestinal e intensa metabolização hepática, com formação de metabólitos tanto ativos quanto inativos, com reciclagem êntero-hepática.

Excreção
A excreção é feita através da urina e pelas fezes, onde aparece principalmente sob a forma de metabólitos.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Pacientes idosos, que tenham retenção urinária por problemas de próstata ou uretra, não devem tomar cloridrato de Clorpromazina. Deve-se realizar ajuste posológico para pacientes idosos, conforme descrito no item posologia.

Dizeres legais

M.S. 1.0387.0064
Farm. Resp.: Dra. Sinara P. A. Lopes
CRF MG 8993

Hypofarma-Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda
R. Dr. Irineu Marcellini, 303-Ribeirão das Neves – MG
C.N.P.J.: 17.174.657/0001-78
Indústria Brasileira
SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR: 08007045144
Número do lote, data de fabricação e validade: vide rótulo da embalagem externa e ampola.

VENDA SOB A PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

Clorpromazina - Bula para o Paciente

Ação esperada do medicamento: O cloridrato de Clorpromazina é um medicamento que age no sistema nervoso central sendo indicado, entre outros casos, em pacientes que necessitam de medicação sedativa, pré-anestésica ou antiemética.

Cuidados de armazenamento: O cloridrato de Clorpromazina deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) e protegido da luz.

Prazo de validade: vide embalagem externa. Ao adquirir o medicamento, confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. Nunca use medicamentos com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à sua saúde. Confira sempre o nome do medicamento na embalagem para não haver enganos.
Não utilize cloridrato de Clorpromazina caso haja sinais de violação e/ou danificações da embalagem.

Gravidez e lactação: o uso de cloridrato de Clorpromazina durante a gravidez ou período de amamentação deve ser orientado pelo seu médico. Caso a paciente venha a engravidar, durante ou logo após o tratamento com cloridrato de Clorpromazina seu médico deve ser avisado para a orientação adequada. Informar ao médico se estiver amamentando.

Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: de modo geral cloridrato de Clorpromazina é bem tolerado. Alguns pacientes, porém, podem apresentar sonolência, torcicolo, queda de pressão, impotência, frigidez, alterações menstruais, sedação, boca seca, retenção urinária, alterações na pele ou alergias, ganho de peso, prisão de ventre, icterícia colestática e lesão hepática, além de outras reações. Caso ocorra alguma reação desagradável, procure seu médico, que ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contraindicações e precauções: em caso de febre, o tratamento com cloridrato de Clorpromazina deve ser suspenso e o médico comunicado. Pacientes idosos, que tenham retenção urinária por problemas de próstata ou uretra, não devem tomar cloridrato de Clorpromazina.
Informe seu médico caso você tenha doença de coração, fígado, rim ou Parkinson, ou se estiver fazendo uso de outros medicamentos. Não se recomenda cloridrato de Clorpromazina para crianças com menos de 2 anos de idade. Deve-se evitar bebidas alcoólicas durante o tratamento com cloridrato de Clorpromazina, pois elas aumentam seu efeito sedativo. O uso de cloridrato de Clorpromazina por pacientes condutores de veículos ou que operam máquinas deve ser feito com precaução, devido ao risco de sonolência. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento com cloridrato de Clorpromazina.
Considerando que cloridrato de Clorpromazina pode interagir com outros medicamentos, informar o médico se estiver tomando levodopa, lítio, sultoprida, antidiabéticos, antiácidos, anti-hipertensivos, antidepressivos ou outros medicamentos de ação sobre o sistema nervoso central.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

Data da bula

25/07/2013

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