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Ebastel - Bula do remédio

Ebastel com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Ebastel têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Ebastel devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Eurofarma

Apresentação de Ebastel

compr. rev. a 10 mg de ebastina. cx. c/ 10 compr. sol. oral de ebastina a 1 mg/ml. fr. de 60 ml.

Ebastel - Indicações

É indicado para o tratamento sintomático de: - rinite alérgica (sazonal ou perene) associada ou não à conjuntivite alérgica. - urticária idiopática crônica.

Contra-indicações de Ebastel

- hipersensibilidade à ebastina ou a qualquer outro componente do produto. - pacientes com insuficiência hepática severa.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Ebastel

As reações adversas mais freqüentemente relatadas nos estudos clínicos com Ebastel (Ebastina) foram: cefaléia, boca seca e sonolência; comparáveis ao placebo. Outras reações adversas relatadas com menor freqüência foram: faringite, dor abdominal, dispepsia, astenia, epistaxe, rinite, sinusite, náusea e insônia.

Ebastel - Posologia

Adultos e crianças maiores de 12 anos: Rinite alérgica: doses de 10 mg, uma vez ao dia, são eficazes no alívio dos sintomas da rinite alérgica. Em pacientes com sintomas mais intensos, incluindo rinite alérgica sazonal, doses de 20 mg promovem maior alívio. Urticária Idiopática Crônica: 10 mg, uma vez ao dia. Crianças com idade entre 6 a 11 anos: 5 ml de xarope, uma vez ao dia. Crianças com idade entre 2 e 5 anos: 2,5 ml de xarope, uma vez ao dia. Populações especiais: em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada não se deve exceder a dose de 10 mg. Ebastel xarope (Ebastina) vem acompanhado de uma seringa graduada e de um adaptador. Deve-se acoplar este adaptador à boca do frasco antes de administrar o produto. A função deste adaptador é permitir que o paciente consiga retirar, com o auxílio da seringa graduada, a quantidade exata de xarope a ser administrada mesmo quando o conteúdo do frasco estiver no final. Ebastel xarope (Ebastina) deve ser administrado, por via oral, com o auxílio da seringa graduada que acompanha o medicamento.

Ebastel - Informações

A ebastina mostrou produzir inibição rápida e de longa duração dos efeitos induzidos pela histamina, além de possuir forte afinidade por receptores H1. A ebastina e seus metabólitos não atravessam a barreira hematoencefálica após administração por via oral, o que explica o pequeno efeito sedativo encontrado nos resultados dos estudos que avaliaram os efeitos da ebastina sobre o sistema nervoso central. Dados in vitro e in vivo demonstram que ebastina exerce potente antagonismo dos receptores H1, de longa duração e altamente seletivo, não apresentando efeitos sobre o SNC ou efeitos anticolinérgicos. Estudos de indução de pápula por histamina mostraram que a ebastina apresenta efeito anti-histamínico estatística e clinicamente significante, com início de ação após uma hora da administração por via oral e com duração de 48 horas. Observou-se também que, com a interrupção da administração de ebastina após tratamento durante 5 dias, a atividade anti-histamínica persiste por mais do que 72 horas. Esta atividade é devida aos níveis plasmáticos do principal metabólito ácido ativo, a carebastina. Após administrações repetidas, a inibição dos receptores periféricos permanece num nível constante, sem taquifilaxia. Estes resultados sugerem que a administração de dose diária mínima de 10 mg de ebastina produz inibição rápida, intensa e de longa duração dos receptores histamínicos H1 periféricos. Estudou-se a sedação através de fármaco-eletroencefalograma, desempenho cognitivo, testes de coordenação visual-motora e estimativas subjetivas. Não houve aumento significante da sedação na dose recomendada. Estes dados são compatíveis com os resultados dos estudos clínicos duplo-cegos realizados, onde a incidência de sedação mostrou-se comparável entre placebo e ebastina. Nos estudos clínicos realizados em adultos e crianças não se observaram efeitos cardíacos causados pela administração de ebastina nas doses recomendadas, incluindo prolongamento do intervalo QTc.

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