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Emama - Bula do remédio

Emama com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Emama têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Emama devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Catalent

Apresentação de Emama

Cápsulas Gelatinosas Mole - Embalagem contendo 30
cápsulas gelatinosas.
USO ADULTO

Emama - Indicações

- Como adjuvante na prevenção de doenças cardiovasculares.
- Como antioxidante biológico.
- Nas dislipoproteinemia com índices baixos de HDL e altos de LDL.
- Nas doenças associadas ao envelhecimento (Alzheimer, Parkinson). Na carência de vitamina E, devido a distúrbios da absorção (insuficiência pancreática exócrina, afecções hepatobiliares com colestase, atresia das vias biliares; redução da superfície de absorção intestinal). Nas doenças hematológicas hereditárias (deficiência da glicose-6-fosfato-desidrogenase)

Contra-indicações de Emama

Não foram relatadas até o momento contra-indicações ao uso de vitamina E nas quantidades correspondentes ao nível máximo de segurança.

Advertências

Na hipoprotrombinemia por deficiência de vitamina K e anemia por deficiência de ferro.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Emama

Até o momento, não foram observadas quaisquer reações adversas decorrentes do uso da vitamina E dentro das quantidades correspondentes ao nível máximo de segurança.

Emama - Posologia

1 a 2 cápsulas ao dia, ou a critério médico. Ingerir com um pouco de líquido, sem mastigá-las, durante ou após a principal refeição do dia.

Características farmacológicas

A vitamina E participa da formação de todos os tecidos de origem mesodérmica (fibras colágenas e elásticas do tecido conjuntivo, musculatura lisa e estriada, vasos, etc.), e da manutenção de suas funções. Na célula, a vitamina E participa do metabolismo dos ácidos nucléicos, bem como da cadeia respiratória. A vitamina E é o principal antioxidante biológico do organismo e combate os radicais livres. Devido às suas propriedades lipofílicas, a vitamina E acumula-se nas membranas celulares, protegendo-as sob o aspecto funcional, principalmente quanto à inibição que exerce na peroxidação dos lipídios.
A vitamina E contribui, de forma especial, para a estabilização das membranas lisossomiais, mitocondriais e dos capilares e, consequentemente, para a manutenção da resistência normal dos eritrócitos. Ainda baseada nessa ação, a vitamina E promove um aumento da atividade fagocitária.
A vitamina E intervém em diferentes fases da síntese do ácido araquidônico e, portanto, atua no metabolismo das prostaglandinas. Estudos demonstram que a incorporação plaquetária de vitamina E obtida através de suplementação oral está associada a uma inibição da agregação plaquetária. Alguns estudos demonstram que, após a administração de vitamina E, ocorre uma redistribuição dos lipídios sangüíneos, possivelmente devido à estimulação da hidrólise do colesterol esterificado. O LDL transporta aproximadamente 75% do colesterol circulante. De maneira similar ao encaixe chave-fechadura, a fração LDL se liga a sítios específicos da célula e nela penetram. No seu interior, o LDL é degradado e o colesterol é liberado. Visto que o LDL está carregado com o colesterol, ele tem um potente efeito negativo, pois está envolvido na deposição de colesterol nas paredes das artérias, favorecendo a aterosclerose. A fração HDL combate a ação do LDL transportando o colesterol dos vasos para o fígado para uma subseqüente excreção, prevenindo assim o acúmulo de colesterol e, conseqüentemente, a aterosclerose.
Uma diminuição na quantidade de HDL não é desejável. Altos níveis de LDL levam à doença cardiovascular, enquanto que altos níveis de HDL indicam proteção. As lipoproteínas contém ácidos graxos poliinsaturados e colesterol e ambos são susceptíveis à oxidação que é causada por moléculas de oxigênio altamente reativas. Estas moléculas são chamadas de “radicais livres” e, por definição, têm um elétron não pareado em sua órbita. Os radicais livres são produzidos no organismo como parte do metabolismo natural e sua produção está aumentada em processos como tabagismo, stress e doenças crônicas.
Numa dieta rica em colesterol ou gordura animal, o sangue se satura de LDL-colesterol e, consequentemente, prejudica a eliminação normal de colesterol pelo fígado. Quando o LDL é atacado por radicais livres ocorre a oxidação dos lipídios e induz a uma mudança na sua estrutura. Dessa forma o LDL oxidado é estruturalmente modificado, sendo altamente tóxico e alterando a função das células de revestimento arterial, conduzindo à lesão endotelial. Além disso, o fígado não é capaz de reconhecer a estrutura do LDL, uma vez que sua parte protéica foi modificada através da oxidação.
O sistema imunológico é acionado e os glóbulos brancos englobam as lipoproteínas oxidadas no interior do endotélio. Deste processo, resulta a formação das “células espumosas” que darão origem à estria gordurosa no espaço subendotelial. Isto marca o inicio da aterosclerose pois, neste ponto, ocorre o desenvolvimento da placa que, posteriormente, pode evoluir para a obstrução e constricção da artéria. A vitamina E protege os lipídios da peroxidação. O uso da vitamina C otimiza os efeitos antioxidantes da vitamina E. O acetato de DL-α-tocoferol, administrado por via oral, é absorvido nas porções intermediárias do intestino delgado. A melhor absorção só é possível na presença de sucos biliares pancreáticos. No sangue, a maior parte da vitamina E liga-se à fração das beta-lipoproteínas. Sua eliminação se faz essencialmente pelas fezes.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.

Dizeres legais

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.
Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso
total do medicamento.
MS - 1.0043.0923
Farm. Resp.:
Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258
Fabricado por:
Catalent Brasil Ltda
Av. Jerome Case 1277 – Sorocaba - SP

Emama - Bula para o Paciente

Ação esperada do medicamento
A vitamina E não é produzida pelo organismo. Ela deve ser ingerida na alimentação e/ou através de suplementação. As vitaminas participam das reações químicas das células que transformam os alimentos em hidratos de carbono, gorduras e proteínas, e são essenciais para a estruturação normal do organismo. Vitamina E, é muito importante para o correto funcionamento de diversos órgãos. Possui uma ação antioxidante, isto é, combate os radicais livres, protegendo as células dos efeitos nocivos da oxidação.
A vitamina E contribui para reduzir a deposição de colesterol nas artérias, pois combate os radicais livres, os quais, em excesso, prejudicam a eliminação do colesterol da corrente sangüínea ajudando a prevenir a ateroscIerose, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares. Também contribui para reduzir os riscos de doenças associadas ao envelhecimento, como a catarata, Alzheimer, Parkinson, entre outras.
Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz e umidade
Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação o prazo de validade de Emama (acetato de DL-α-tocoferol) são de 24 meses. Não tome medicamentos após a data de validade indicada na embalagem; pode ser prejudicial à saúde.
Gravidez e lactação
Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não existem relatos sobre problemas na interrupção do tratamento.
Reações adversas
Informe o seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias
O uso concomitante com antiácidos contendo hidróxido de alumínio diminui a absorção das vitaminas lipossolúveis. O uso simultâneo com anticoagulantes derivados da cumarina pode levar à hipoprotrombinemia.

Contra-indicações e precauções
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Não foram relatadas até o momento contra-indicações ao uso de vitamina E nas quantidades correspondentes ao nível máximo de segurança.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Data da bula

20/10/2011

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