Feed

Já é assinante?

Entrar
Índice

Eritromicina

Eritromicina - Bula do remédio

Eritromicina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Eritromicina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Eritromicina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Hipolabor

Referência

Eritromicina

Apresentação de Eritromicina

Caixa com 10 e 120 comprimidos revestidos de 250mg
Caixa com 6, 60 e 120 comprimidos revestidos de 500mg
USO ADULTO E PEDIÁTRICO – Uso Oral

Eritromicina - Indicações

Infecções causadas por germes sensíveis à Eritromicina: - Streptococcus pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A): vias respiratórias superiores e inferiores e infecções da pele e tecido celular subcutâneo de pequena a moderada gravidade. - Estreptococos alfa hemolíticos (Grupo Viridansi: profilaxia a curto prazo, contra endocardite bacteriana, antes de intervenções cirúrgicas ou dentárias em pacientes com história de febre reumática ou cardiopatia congênita - Diplococcus pneumoniae: infecções das vias respiratórias superiores lütite média, faringite) e inferiores (pneumonia) de grau benigno a moderado. -Neisseria gonorrhoeae e Treponema pallidum: a Eritromicina se constitui em uma alternativa para o tratamento da gonorréia e sífilis primária em pacientes alérgicos à penicilina. Antes do tratamento da gonorréia, pacientes que sejam também suspeitos portadores de sífilis devem ser submetidos a exame microscópico para a pesquisa de T. Pallidum (por imunofluorescência ou campo escuro), antes de receberem a Eritromicina; bem como a testes hematológicos mensais por um mínimo de 4 meses, a partir do tratamento. No tratamento da sífilis primária, devem ser efetuados exames do líquido cefalorraquidiano antes do tratamento e como parte do seguimento pos-terapêutico. -Corynebacterium diphtheriae: como auxiliar à antitoxina.

Contra-indicações de Eritromicina

O produto é contra indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade à Eritromicina.

Advertências

A administração de Eritromicina tem sido associada com um tipo alérgico de colestase intra-hepática. Alguns pacientes sob tratamentos repetidos ou por mais de 2 semanas têm apresentado icterícia, acompanhada por dor no quadrante superior direito, náuseas, vômito, eosinofilia e leucocitose. Os testes de função hepática devem ser monitorizados nestes pacientes e se ocorrerem anormalidades, o produto deverá ser suspenso, sendo que nestes casos as modificações têm sido reversíveis. Em virtude da Eritromicina ser metabolizada principalmente pelo fígado, o produto deve ser administrado com cautela em pacientes portadores de disfunções hepáticas.

Uso na gravidez de Eritromicina

Estudos recentes revelaram que a administração de Eritromicina em pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina pode resultar em um aumento dos níveis séricos da teofilina, aumentando também o potencial tóxico da xantina. Nestes casos, a dose de teofilina deve ser reduzida, enquanto perdurar o tratamento com Eritromicina

Interações medicamentosas de Eritromicina

Estudos recentes revelaram que a administração de Eritromicina em pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina pode resultar em um aumento dos níveis séricos da teofilina, aumentando também o potencial tóxico da xantina. Nestes casos, a dose de teofilina deve ser reduzida, enquanto perdurar o tratamento com Eritromicina.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Eritromicina

Os efeitos colaterais mais frequentes são os gastrintestinais (cólicas abdominais e mal-estar), estando relacionados com a dose. Náuseas, vômitos e diarréia ocorrem pouco freqüentemente com as doses usuais. Têm ocorrido reações alérgicas ligeiras, tais como urticária e erupções cutâneas, sendo raramente relatadas reações alérgicas graves. Durante terapêutica prolongada ou repetida, há a possibilidade do crescimento de bactérias ou fungos não suscetíveis. Se tais infecções surgirem, a droga deverá ser suspensa e instituída terapêutica adequada.

Eritromicina - Posologia

Adultos: A dose usual é 250mg a cada 6 horas, porém, de acordo com a gravidade da infecção, esta poderá ser aumentada até 4g ou mais por dia. Crianças: Idade, peso e gravidade da infecção são fatores importantes na determinação da posologia adequada. O esquema usual é de 30 a 50mg/kg por dia, dividido em 3 ou 4 doses a intervalos iguais. Contudo, para infecções mais graves, esta dosagem poderá ser dobrada. Se a administração foi indicada em 2 doses por dia, seja em adultos ou em crianças, a metade da dose total diária deverá ser dada a cada 12 horas. - Infecções por Estreptococos: No tratamento das infecções por Estreptococos hemolíticos do grupo A, um esquema terapêutico de Eritromicina de no mínimo 10 dias deve ser administrado para prevenir-se a febre reumática ou glomerulonefrite.
Deverá ser salientada a importância da observância pelo paciente das doses indicadas. Na profilaxia contínua de infecções por Estreptococos em pessoas com história de doença reumática cardíaca, a dose é de 250mg, 2 vezes ao dia. Quando o produto é usado antes de cirurgia, para prevenir a endocardite causada por Estreptococos alfahemolíticos (Grupo Viridans), o esquema terapêutico para adultos é de 500mg antes da intervenção e 250mg a cada 8 horas, até completar 4 doses; para crianças pequenas, 40mg por dia, em doses divididas. - Sífilis Primária: 30 a 40g, administrados em doses dividas por um período de 10 a 15 dias. -Gonorréia: 500mg,4 vezes ao dia, durante 5 dias. - Desinteria Amebiana: 250mg, 4 vezes ao dia, durante 10 a 14 dias, para adultos. De 30 a 50mg por dia, em doses divididas, durante 10 a 14 dias, para crianças.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

O tratamento de pacientes idosos deverá ser feito com acompanhamento médico.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA LOTE, DATA DE FABRICAÇÃO E VALIDADE:
VIDE EMBALAGEM MS: 1.1343.0054 Farm. Resp.: Dr. Renato Silva CRF-MG: 10.042 Fabricado e Distribuído por:
HIPOLABOR FARMACÊUTICA LTDA.
Rodovia Br. 262, Km 12,3 – Borges – Sabará
CEP: 33.735-010 – Indústria Brasileira
CNPJ: 19.570.720.001-10

Eritromicina - Bula para o Paciente

Ação esperada do medicamento: O Eritram - Eritromicina atua no tratamento das infecções das vias respiratórias, da pele e tecido celular subcutâneo e no tratamento de sífilis primária.
Aspectos físicos: Eritram (Eritromicina) comprimidos revestidos 250mg, possui coloração branca com aspecto circular, liso e uniforme. Eritram (Eritromicina) comprimidos revestidos 500mg, possui coloração branca com aspecto oblongo, liso e uniforme.
Cuidados de conservação: Evitar calor excessivo. Manter em temperatura ambiente (15 a 30º C), ao abrigo da luz e da umidade.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem.
Não use medicamentos com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
A Eritromicina é um antibacteriano sistémico oral: antibiótico bacteriostático, podendo ser bactericida em dosagens elevadas ou frente a microorganismos altamente sensíveis. Age inibindo a síntese de proteínas. A Eritromicina só é eficaz para microorganismos que se dividem de forma ativa. Distribui-se facilmente pelos líquidos do organismo, exceto para líquido cefalorraquidiano. Sua vida média em pacientes com função renal normal é de 1 a 2 horas e com disfunção renal é de 4 a 8 horas. Sua concentração plasmática máxima é de 1 a 4 horas (via oral) e sua eliminação se dá, em maior parte, pela via renal.
Uso durante a gravidez e lactação: A Eritromicina atravessa a placenta apresentando no feto baixas concentrações; É excretada pelo leite materno sem, entretanto, causar danos ao feto ou ao neonato. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico a ocorrência de reações desagradáveis tais como: cólicas, mal-estar, vômitos, diarréia ou urticária.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Em uso do medicamento, abster-se de bebidas alcoólicas. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento. NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Data da bula

23/11/011

Conecte-se

Feed

Sobre o MedicinaNET

O MedicinaNET é o maior portal médico em português. Reúne recursos indispensáveis e conteúdos de ponta contextualizados à realidade brasileira, sendo a melhor ferramenta de consulta para tomada de decisões rápidas e eficazes.

Medicinanet Informações de Medicina S/A
Av. Jerônimo de Ornelas, 670, Sala 501
Porto Alegre, RS 90.040-340
Cnpj: 11.012.848/0001-57
(51) 3093-3131
info@medicinanet.com.br


MedicinaNET - Todos os direitos reservados.

Termos de Uso do Portal