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Labirin - Bula do remédio

Labirin com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Labirin têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Labirin devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Apsen

Apresentação de Labirin

compr. de 8 mg. cx. c/ 30 compr. compr. de 16 mg. cx. c/ 30 compr. Comprimidos de 24 mg. Caixas com 20, 30 e 60 comprimidos.

Labirin - Indicações

Tratamento sintomático da vertigem interativa com ou sem sinais cocleares. - Vertigens devidas a distúrbios circulatórios do ouvido interno. - Zumbidos no ouvido e vertigens do tipo Síndrome de Meniére.

Contra-indicações de Labirin

Reações de hipersensibilidade à droga, ou aos componentes da fórmula do produto. Úlcera gastrointestinal ativa e feocromocitoma.

Advertências

Nos asmáticos a administração de Labirin exige um acompanhamento cuidadoso devido ao risco de ocorrer broncoconstrição. Os comprimidos devem ser administrados junto às refeições para previnir a ocorrência de gastralgias. Os pacientes que apresentem feocromocitoma não devem ser tratados com betaistina.

Uso na gravidez de Labirin

Não é recomendado o uso de betaistina durante a gestação e a lactação. Não foram descritas, até o momento, alterações na fertilidade ou potencial carcinogênico, embora a droga esteja sendo utilizada há cerca de 30 anos na Europa.

Interações medicamentosas de Labirin

Há relatos de interação medicamentosa da betaistina com a atropina não sendo recomendado o uso simultâneo destas drogas. Pode ocorrer interação medicamentosa aditiva entre a histamina e a betaistina.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Labirin

A boa tolerância permite o uso prolongado de Betaistina. Entretanto, foram reportadas reações adversas, sendo as mais freqüentes epigastralgia, exacerbação das úlceras pépticas, náusea, e vômito. Raramente, podem ocorrer ainda diarréia, cefaléia e sonolência.

Labirin - Posologia

A dose recomendada é de 3 comprimidos de 8 mg, (24 mg/dia), divididos em três tomadas ao dia, de preferência durante as refeições. Em função dos resultados obtidos a dose pode ser aumentada para 6 comprimidos de 8 mg ou 3 comprimidos de 16 mg ou 2 comprimidos de 24 mg, em doses divididas durante o dia. A dose máxima é de 48 mg/dia. Duração do tratamento: A duração recomendada do tratamento é de 2 a 3 meses a ser repetido de acordo com a evolução da sintomatologia. A betaistina não é indicada para um tratamento de crises, mas para um tratamento prolongado, a ser mantido ou interrompido de acordo com a evolução da doença. O espaçamento, a diminuição e mesmo a prevenção das crises permitem reinserção sócio-familiar do paciente.

Superdosagem

A sintomatologia é análoga a provocada pela histamina. Administrar anti-histamínicos. Caso a ingestão acidental de superdose tenha sido recente, promover a lavagem gástrica e, se necessário, usar expansores plasmáticos ou soluções salinas para equilibrar a circulação.

Labirin - Informações

Labirin contém betaistina dicloridrato, que tem propriedades farmacológicas e estruturais semelhantes à histamina. Labirin é um fraco agonista dos receptores H1, não tem virtualmente nenhum efeito nos receptores H2 e é um potente antagonista dos receptores H3. Experimentalmente, a betaistina produz uma vasodilatação e aumento do fluxo sangüíneo para o sistema arterial vértebro-basilar em mais de 54% após a sua administração venosa. Adicionalmente, produz a melhora da microcirculação no ouvido interno, cóclea e arcadas arteriovenosas da stria vascularis e ligamento espiral. Os efeitos circulatórios da betaistina foram demonstrados também em humanos. Por exemplo, a betaistina aumenta o fluxo regional de sangue em pacientes com doença degenerativa cerebrovascular e significativamente melhora a função cognitiva em idosos. A betaistina é utilizada no homem para diminuir a freqüência e a severidade dos ataques de vertigem.

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