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Levozine

Levozine - Bula do remédio

Levozine com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Levozine têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Levozine devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Cristália

Apresentação de Levozine

Comprimidos: 25 mg
Embalagem com 2 e 20 blisteres com 10 comprimidos
Comprimidos: 100 mg
Embalagem com 2 e 20 blisteres com 10 comprimidos
Solução Oral: 40 mg/ml
Embalagem com 1 e 10 frascos com 20 ml + conta gotas

Levozine - Indicações

Clínica Geral: náuseas e vômitos, insônia, distonias neurovegetativas.
Clínica Dermatológica: eczemas, dermatites e neurodermites.
Ginecologia E Obstetrícia: analgesia obstétrica.
Psiquiatria: ansiedade, certas síndromes melancólicas e depressivas, síndromes esquizofrênicas, maníacas, alucinatórias e auditivas, medicação tranquilizante.

Contra-indicações de Levozine

O maleato de levomepromazina é contra-indicado em pacientes que apresentem: hipersensibilidade às fenotiazinas ou aos componentes da fórmula; com antecedentes de agranulocitose tóxica; glaucoma; retenção urinária aliada a distúrbios útero-prostáticos; depressão severa do SNC ou estados comatosos; enfermidade grave cardiovascular; disfunção hepática; transtornos convulsivos; doença de Parkinson e úlcera péptica, síndrome de Reye.

Advertências

Pacientes medicados com Levomepromazina devem abster-se de dirigir veículos e trabalhar com máquinas que exigem atenção.

Uso na gravidez de Levozine

A Levomepromazina não deve ser administrada durante os três primeiros meses de gravidez. Foi relatado icterícia prolongada, hipo e hiperreflexia e efeitos extrapiramidais em recém-nascidos, quando as mães utilizaram fenotiazinas no final da gestação.
Se o produto for utilizado na gravidez ou a paciente engravidar durante o tratamento, a mesma deverá ser avisada dos riscos envolvidos.
LACTAÇÃO:
O aleitamento deve ser suspenso, devido à eliminação de fenotiazinas no leite materno.

Interações medicamentosas de Levozine

A Levomepromazina potencializa hipotensores, anti-hipertensivos e depressores do SNC, tais como hipnóticos, tranquilizantes, anestésicos e analgésicos. O uso simultâneo com Quinidina pode dar lugar a efeitos cardíacos aditivos.
O uso com Levodopa diminui o efeito terapêutico da Levodopa.
Deve ser evitado o uso de bebidas alcoólicas e medicamentos contendo álcool, pois podem potencializar o efeito sedativo dos neurolépticos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Levozine

Entre os efeitos colaterais mais importantes destacam-se as reações de hipersensibilidade e as discrasias sanguíneas (mais comumente leucocitose, leucopenia e eosinofilia).
No início do tratamento, a sonolência é a única manifestação frequentemente observada. Dores elevadas no início do tratamento podem provocar hipotensão ortostática que pode levar à síncope, principalmente em pacientes idosos.
Levomepromazina, entretanto, possui ação hipotensora notavelmente inferior à Clorpromazina.
Podem ainda ocorrer palpitação, congestão nasal, edema dos lábios e da face, constipação e boca seca e alterações da temperatura corporal.
Em alguns pacientes foi observada também elevação dos níveis de colesterol plasmático.

Levozine - Posologia

A posologia é muito variada, devendo ser ajustada a cada paciente.
Os tratamentos devem ser iniciados com doses fracas e fracionadas, lentamente progressivas, até atingir a dose diária útil.
Deve ser indicada cuidadosamente em pacientes idosos e debilitados.
Comprimidos:- iniciar com 25 a 50 mg, três vezes ao dia, aumentando progressivamente até a dose útil (150 a 250 mg). Devem ser deglutidos com auxílio de um líquido.
Solução Oral:- na prática clínica, as doses variam de 50 a 200 mg até 1 a 2g/dia. As gotas devem ser diluídas em água açucarada e nunca instiladas diretamente na língua.
As doses requeridas não dependem da natureza ou severidade da moléstia.
Em geral inicia-se o tratamento com 150 mg/dia, aumentando-se progressivamente até 600 mg/dia.
Cada gota da solução oral equivale a 1 mg de Maleato de Levomepromazina.

Superdosagem

Os sintomas de intoxicação aguda por Levomepromazina são semelhantes aos da Clorpromazina, embora em menor intensidade e frequência: depressão do SNC, hipotensão e sintomas extrapiramidais (mais comumente síndrome parkinsoniana).
Recomenda-se, nestes casos, lavagem gástrica precoce, antiparkinsonianos para os sintomas extrapiramidais e os cuidados habituais no tratamento da síncope e depressão respiratória, se estes chegarem a ocorrer.

Características farmacológicas

A Levomepromazina é um derivado fenotiazínico com ação tranquilizante, anti-histamínica, antiespasmódica e antiemética, além de propriedades analgésicas. Sua potência é metade da morfina em doses equianalgésicas; o início e duração são comparáveis à morfina.
A Levomepromazina é dotada de notáveis propriedades farmacológicas que permitem as mais variadas aplicações terapêuticas, tornando-a útil nos campos da Psiquiatria e da Clínica Médica (Dermatologia, Ginecologia e Obstetrícia), como o mais sedativo dos neurolépticos e o mais antiálgico dos derivados fenotiazínicos.
A Levomepromazina possui ação farmacológica e terapêutica muito semelhante à Clorpromazina, sendo porém, mais potente. Possui eficiente ação sobre a agitação e ansiedade; associada à Clorpromazina, sobre a mania e outras formas de agitação.

As concentrações séricas máximas são atingidas em média de 1 a 3 horas após ingestão oral. A meia-vida é muito variável, de 15 a 78 horas, dependendo do paciente. Os metabólitos são derivados sulfóxidos e um derivado desmetilado ativo. A eliminação é urinária e fecal.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Geralmente os pacientes geriátricos necessitam de uma dose inicial mais baixa e uma titulação de dose gradual. Os pacientes idosos tendem a desenvolver concentrações plasmáticas mais elevadas e parecem ser mais propensos à hipotensão ortostática, mostrando uma sensibilidade aumentada frente aos efeitos antimuscarínicos e sedantes das fenotiazinas.
Não se recomenda o uso do produto em crianças com menos de 2 anos de idade.
É desaconselhável o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento.

Dizeres legais

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA

N.º do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide rótulo/cartucho
Reg. MS n.º 1.0298.0028
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP n.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 701 19 18
CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira-SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

Data da bula

07/10/2011

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