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Limbitrol

Limbitrol - Bula do remédio

Limbitrol com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Limbitrol têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Limbitrol devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Icn

Apresentação de Limbitrol

cáps.: cx. c/ 20. Cada cáps. contém 5 mg de clordiazepóxido e 12,5 mg de cloridrato de amitriptilina.

Limbitrol - Indicações

Estados depressivos acompanhados de ansiedade, inclusive distúrbios funcionais de origem depressiva.

Contra-indicações de Limbitrol

Limbitrol não deve ser administrado a pacientes com reconhecida hipersensibilidade aos componentes de sua fórmula e a pacientes com glaucoma. Não administrar durante os três primeiros meses da gravidez, a não ser em caso de extrema necessidade, pois como ocorre com outros benzodiazepínicos, não deve ser afastada a possibilidade de ocorrência de danos fetais. Não se deve usar durante o período de recuperação do infarto agudo do miocárdio. Evitar o tratamento prolongado em mulheres com risco de procriar. Existe a possibilidade de Limbitrol passar para o leite materno. Por essa razão, Limbitrol não deve ser administrado regularmente a lactantes.

Advertências

Precaução especial ao se administrar LimbitrolR a pacientes com miastenia grave (devido ao relaxamento muscular pré-existente) e a pacientes com disfunções renais e hepáticas graves. Por analogia com outros antidepressivos o LimbitrolR pode originar, durante o tratamento, estados paranóides ou pré-delirantes e estados de excitação. Pacientes com hipertrofia prostática podem apresentar aumento dos distúrbios da micção a às vezes retenção urinária. Como ocorre com outros antidepressivos, o tratamento de condições depressivas com a LimbitrolR pode exacerbar sintomas esquizofrênicos em pacientes com esquizofrenia ou distúrbios esquizo-afetivos. Nestes pacientes, portanto, qualquer tratamento prévio prolongado com neurolépticos deve ser mantido. Os antidepressivos e os neurolépticos devem ser administrados com cautela particularmente a pacientes idosos, quando há suspeita de insuficiência cardíaca, ou quando ocorrem perturbações do ritmo cardíaco ou da condução. Dependendo da dose e da sensibilidade individual, o LimbitrolR pode modificar a reação do paciente ao dirigir veículos ou operar máquinas perigosas. Pacientes com história de epilepsia, que utilizam LimbitrolR, devem ser mantidos sob observação, uma vez que a amitriptilina, como ocorre com outros antidepressivos tricíclicos, pode ocasionar uma ligeira queda do limiar convulsivo. Dependência Pode ocorrer dependência quando da terapia com benzodiazepínicos. O risco é mais evidente em pacientes em uso prolongado, altas dosagens e particularmente em pacientes predispostos, com história de alcoolismo, abuso de drogas, forte personalidade ou outros distúrbios psiquiátricos graves. No sentido de minimizar a risco de dependência, os benzodiazepínicos só devem ser prescritos após cuidadosa avaliação quanto a indicação e devem ser administrados por período de tempo o mais curto possível. A continuação do tratamento, quando necessária, deve ser acompanhada bem de perto. A duração prolongada do tratamento só se justifica após avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios. Abstinência O início dos sintomas de abstinência é variável, durando poucas horas a uma semana ou mais. Nos casos menos graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir-se a tremor, agitacão, insônia, ansiedade, cefaléia e dificuldade para concentrar-se. Entretanto, podem ocorrer outros sintomas de abstinência, tais como sudorese, espasmos muscular e abdominal, alterações na percepção e, mais raramente delirium e convulsões. Na ocorrência de sintomas de abstinência, é necessário um acompanhamento médico bem próximo e apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada e adotado um esquema de retirada gradual. lnterações medicamentosas - O uso concomitante com cimetidina inibe o metabolismo do LimbitrolR . - O uso concomitante com antitireóideo aumenta o risco de agranulocitose. - O uso simultâneo com estrógenos diminui o efeito terapêutico da amitriptilina. O uso simultâneo e prolongado de anticoncepcionais orais e clordiazepóxido reduz a segurança do anticoncepcional e causa maior incidência de hemorragia. Como acorre com qualquer substância psicoativa, o efeito do LimbitrolR pode ser intensificado pelo álcool. Se o LimbitrolR for usado concomitantemente com outros medicamentos de ação central tais como: neurolépticos, tranqüilizantes, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos e anestésicos, seu efeito sedativo pode ser intensificado. A amitriptilina pode inibir a ação dos hipotensores que agem por bloqueio dos neurônios adrenérgicos como, por exemplo, guanetidina, betanidina e debrisoquina. O LimbitrolR não deve ser administrado concomitantemente com IMAO. Nos pacientes em tratamento com IMAO deve-se intercalar uma pausa de uma ou duas semanas antes de se iniciar o tratamento com LimbitrolR .

Uso na gravidez de Limbitrol

Não administrar durante os três primeiros meses da gravidez, a não ser em casa de extrema necessidade, pois como ocorre com outros benzodiazepínicos, não deve ser afastada a possibilidade de ocorrência de danos fetais.Existe a possibilidade do LimbitrolR passar para o leite materno. Por essa razão, o LimbitrolR não deve ser administrado regularmente a lactantes.

Interações medicamentosas de Limbitrol

- O uso concomitante com cimetidina inibe o metabolismo do LimbitrolR . - O uso concomitante com antitireóideo aumenta o risco de agranulocitose. - O uso simultâneo com estrógenos diminui o efeito terapêutico da amitriptilina. O uso simultâneo e prolongado de anticoncepcionais orais e clordiazepóxido reduz a segurança do anticoncepcional e causa maior incidência de hemorragia. Como acorre com qualquer substância psicoativa, o efeito do LimbitrolR pode ser intensificado pelo álcool. Se o LimbitrolR for usado concomitantemente com outros medicamentos de ação central tais como: neurolépticos, tranqüilizantes, antidepressivos, hipnóticos, analgésicos e anestésicos, seu efeito sedativo pode ser intensificado. A amitriptilina pode inibir a ação dos hipotensores que agem por bloqueio dos neurônios adrenérgicos como, por exemplo, guanetidina, betanidina e debrisoquina. O LimbitrolR não deve ser administrado concomitantemente com IMAO. Nos pacientes em tratamento com IMAO deve-se intercalar uma pausa de uma ou duas semanas antes de se iniciar o tratamento com LimbitrolR .

Reações adversas / Efeitos colaterais de Limbitrol

Em doses terapêuticas Limbitrol é bem tolerado. No início do tratamento pode surgir astenia passageira, que desaparece com adaptação da posologia. Reações anticolinérgicas, como secura na boca, constipação, taquicardia moderada e distúrbios de acomodação, desaparecem espontaneamente ou com adaptação da posologia. Os antidepressivos e os neurolépticos podem provocar modificações de EEG, particularmente em pacientes predispostos; convulsões foram observadas em raros casos.

Limbitrol - Posologia

Duas a seis cápsulas ao dia, segundo as particularidades de cada caso. Iniciar o tratamento administrando uma cápsula à noite e uma pela manhã. A dose principal deve ser sempre ao deitar.

Superdosagem

A superdosagem manifesta-se por sonolência até coma, confusão mental, excitação, insuficiência cardíaca, distúrbios do ritmo cardíaco, hipotensão, efeitos anticolinérgicos (do tipo atropínico), com taquicardia, secura das mucosas, obstipação até íleo paralítico, retenção de urina, midríase. Recomenda-se lavagem gástrica (mesmo após várias horas da ingestão), monitoramento e tratamento convencional das alterações respiratórias e cardiovasculares. Nos casos de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com coma ou sedação grave) recomenda-se o uso do antagonista específico, o flumazenil, na dose inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até reversão do coma. No caso dos benzodiazepínicos de rneia-vida longa, pode haver re-sedação, portanto, recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1 - 0,4 mg/hora, gota a gota, em glicose a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória. Nas intoxicações mistas, o flumazenil também pode ser usado para diagnóstico.

Limbitrol - Informações

Limbitrol age especificamente sobre os principais sintomas da depressão: tristeza e ansiedade. A amitriptilina, substância timoanaléptica, age em duas fases: fase inicial de sedação e relaxamento seguida, em poucos dias, pela fase principal quando se observa o efeito antidepressivo com melhora de humor e aumento da iniciativa. O clordiazepóxido reduz seletivamente a ansiedade e a tensão psíquica.

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