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Norestin

Norestin - Bula do remédio

Norestin com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Norestin têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Norestin devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Biolab

Apresentação de Norestin

compr. - Estojo c/ 35 compr. de 0,35 mg

Norestin - Indicações

Contracepção. Tratamento das hemorragias uterinas funcionais e distúrbios do ciclo menstrual. Dismenorréia. Tensão pré-menstrual. Algias pélvicas. Mastodínia. Distúrbios de fertilidade por insuficiência progestínica.

Contra-indicações de Norestin

Pacientes com tromboflebite, distúrbios tromboembólicos, doença vascular cerebral e coronariana ou história pregressiva de tais condições. Hepatopatia grave. Carcinoma de mama e neoplasia estrógeno-dependente diagnosticada ou suspeita. Sangramento genital anormal diagnosticado. Gravidez diagnosticada ou suspeita.

Advertências

Em pacientes fumantes, o uso de noretisterona aumenta o risco de efeitos secundários cardiovasculares em relação à idade (acima de 35 anos) e ao consumo de cigarros (15 ou mais por dia). As mulheres nestas condições deverão ser severamente advertidas para não fumarem. Antes de iniciar o tratamento, a paciente deve ser submetida a um exame físico completo e seus antecedentes familiares devem ser investigados. Na vigência do tratamento, aconselha-se que sejam realizados com periodicidade (a cada 6 meses), exames físicos e colpocitológicos. Algumas condições médicas podem ser influenciadas por este tipo de tratamento. O médico deve estar alerta, examinar cuidadosamente a paciente e avaliar criteriosamente a conveniência de continuar ou não a terapia. Depressão psíquica e doenças como epilepsia, enxaqueca, asma, disfunção cardíaca ou renal podem ser afetadas pela retenção líquida provocada pela noretisterona. Pode aumentar o risco de doenças da vesícula biliar. Uma vez que os progestágenos estão associados a uma maior incidência de fenômenos tromboembólicos venosos e arteriais, principalmente trombose retiniana, tromboflebite, embolia pulmonar, infarto do miocárdio e derrame cerebral. Assim, o médico deve estar vigilante para reconhecer adequadamente tais manifestações ou suspeita e o uso do medicamento imediatamente descontinuado. Se possível, o contraceptivo oral deve ser descontinuado pelo menos 6 semanas antes de uma cirurgia associada a risco aumentado de tromboembolismo. A medicação deve também ser interrompida se houver gradual ou súbita, parcial ou completa perda de visão; exoftalmia ou diplopia; início ou agravamento de enxaqueca ou aparecimento de cefaléia recorrente, persistente ou grave; edema da papila; alguma evidência de lesão vascular retiniana. Tumores hepáticos: alguns tumores hepáticos têm sido associados ao uso de contraceptivos orais. No entanto, ainda não ficou estabelecido se este fato tem ou não relação causal. Apesar da raridade dos tumores hepáticos, sua ocorrência deve ser considerada no diagnóstico diferencial de queixas abdominais intensas, hepatomegalia ou sinais de hemorragia intra-abdominal aguda em usuárias de contraceptivos orais. Existe a possibilidade de que os contraceptivos orais contendo um progestágeno provoquem um aumento relativo no risco de desenvolvimento de câncer de mama, particularmente em pacientes jovens e que aparentemente está relacionado com o tempo de uso do medicamento. Se ocorrer desenvolvimento folicular, a atresia do folículo algumas vezes é retardada e o folículo pode continuar crescendo além do tamanho esperado para um ciclo normal. Geralmente o folículo aumentado (cisto) desaparece espontaneamente. Normalmente são assintomáticos; em alguns casos são associados à dor abdominal leve. Raramente eles se rompem, necessitando, nesses casos, de intervenção cirúrgica. Menstruações irregulares típicas são comuns entre mulheres usando noretisterona. Deve-se avaliar as causas do sangramento, uma vez que este pode ser causado por infecção, tumor ou outra condição anormal, como causas não-farmacológicas. Se ocorrer amenorréia prolongada, deve-se avaliar a possibilidade de gravidez. Em algumas usuárias de noretisterona ocorre aumento da concentração de insulina no plasma, porém mulheres diabéticas sob tratamento com Norestin geralmente não necessitam de ajustes na dosagem de insulina. As pacientes devem ser monitoradas durante o tratamento. As pacientes devem ser informadas de que este medicamento não protege contra infecção por HIV (AIDS) ou outras doenças sexualmente transmissíveis. Desde que administrado corretamente (todos os dias, sem esquecimento, sempre no mesmo horário), Norestin é altamente eficaz; no entanto 1 em 200 usuárias engravidou durante o primeiro ano de uso. Nos casos em que houve atraso ou esquecimento de tomar o contraceptivo, 1 em 20 pacientes engravidou. Toda vez que houver atraso ou especialmente esquecimento, a usuária não deverá excluir a possibilidade de poder engravidar. Nestes casos a paciente deve utilizar adicionalmente um método mecânico (de barreira) de contracepção até 48 horas após a administração. O médico deve estar atento à possibilidade de ocorrer gravidez ectópica em mulheres que vierem a engravidar ou que reclamem de dores no abdômen inferior durante o tratamento com contraceptivos orais contendo apenas progestágeno. Apesar da necessidade de estar alerta aos sintomas de gravidez ectópica, o médico não deve considerar um histórico de gravidez ectópica como contra-indicação para o uso deste método contraceptivo.

Uso na gravidez de Norestin

A noretisterona atravessa a barreira placentária. Anormalidades fetais têm sido relatadas em recém-nascidos de mulheres que tomaram estes medicamentos durante a gravidez; portanto, a possibilidade de gestação deve ser afastada, antes do início ou da continuação de um tratamento desta natureza. Os contraceptivos orais não demonstraram efeitos deletérios sobre o feto, ou aumento de incidência de aborto em mulheres que tenham interrompido seu uso imediatamente antes da gravidez. No entanto, recomenda-se que essa interrupção do contraceptivo oral seja feita 3 meses antes de tentar engravidar, utilizando-se neste período algum método não hormonal de contracepção. Lactação - Não foram detectadas alterações em relação à quantidade ou à qualidade do leite materno quando a noretisterona é usada dentro de 5 dias após o parto ou após o início da amamentação. Os contraceptivos com apenas progestágeno são recomendados para lactantes quando a contracepção oral é desejada.

Interações medicamentosas de Norestin

Podem ocorrer redução da eficácia contraceptiva e maior incidência de sangramento intermenstrual com o uso concomitante de contraceptivos orais com drogas que induzam as enzimas hepáticas, tais como: fenitoína, carbamazepina, barbitúricos, ampicilina e rifampicina. Não foi encontrada interação significante entre a noretisterona e outros antibióticos de amplo espectro. • Interferência em Exames Laboratoriais: Os seguintes exames laboratoriais podem ter seus resultados alterados pelos contraceptivos: Hepáticos: retenção aumentada da BSP e outros testes. Coagulação: aumento das protrombinas e dos fatores VII, VIII, IX e X; diminuição de antitrombina III; aumento da agregação plaquetária. Endócrinos: aumento do PBI e BEI e diminuição de T3; aumento dos níveis de glicose sangüínea. Outros: aumentos dos níveis de fosfolipídeos e triglicérides, diminuição do folato sérico e distúrbios de metabolismo do triptofano. Essas alterações desaparecem com a interrupção do tratamento. Entretanto o médico deve estar ciente de que essas alterações podem mascarar uma enfermidade não aparente.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Norestin

- Ressalvadas as condições referidas no item advertências, passíveis de serem influenciadas por medicamentos desta natureza, os seguintes efeitos secundários podem ser observados. - Provavelmente ligados com a terapia: náusea, vômito e sintomas gastrointestinais; sangramento intermenstrual; alterações no fluxo menstrual; dismenorréia; amenorréia durante ou após o uso esterilidade temporária, edema, cloasma; alterações mamárias de sensibilidade; secreção e aumento de volume; alterações de peso, alterações na erosão e secreções cervicais; diminuição da lactação, icterícia; cefaléia; manifestações alérgicas cutâneas; depressão psíquica; tolerância reduzida aos carboidratos, candidíase vaginal; alteração na curvatura da córnea; intolerância a lentes de contato. - Sem confirmação de relação com a terapia; síndrome semelhante à tensão pré-menstrual; catarata; alteração na libido; alterações no apetite; síndrome semelhante à cistite; nervosismo, tontura, eritema nodoso; erupção hemorrágica; vaginite; porfiria e insuficiência renal.

Norestin - Posologia

Tomar 1 comprimido de Norestin ao dia, de preferência na mesma hora, ininterruptamente, iniciando o tratamento a partir do primeiro dia da menstruação. Norestin não deve ser interrompido durante o fluxo menstrual. Na eventualidade de esquecer a tomada de um comprimido de Norestin , continuar a tomá-lo no dia seguinte, sem prejuízo do que deveria ser tomado nesse dia. Para obtenção do efeito terapêutico desejado é necessário que os comprimidos de noretisterona sejam tomados com a regularidade preconizada. Qualquer alteração no esquema posológico fica a critério médico.

Norestin - Informações

É uma medicação progestígena em dose adequada para uso contínuo que satisfaz plenamente, do ponto de vista terapêutico, como substância controladora dos distúrbios do ciclo menstrual e da fertilidade. O uso ininterrupto da noretisterona produz alterações bioquímicas do muco cervical e adaptações endometriais típicas da fase luteínica do ciclo menstrual, ligadas à fisiologia feminina da menstruação e da fertilidade. O uso ininterrupto da noretisterona produz alterações bioquímicas do muco cervical e adaptações endometriais típicas da fase luteínica do ciclo menstrual, ligadas à fisiologia feminina da menstruação e da fertilidade. Além da nítida atividade progestacional, destacamos a ínfima toxicidade, a sua eficácia e segurança. Em uso contínuo, tem sido empregado com bastante sucesso, nos distúrbios do ciclo menstrual, notadamente a dismenorréia, tensão pré-menstrual, algias pélvicas e mastodínia, proporcionando o controle de várias condições ginecológicas relacionadas com a ação hormonal progestínica.

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