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Oleptal - Bula do remédio

Oleptal com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Oleptal têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Oleptal devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Torrent

Apresentação de Oleptal

emb. c/ 30 compr de 300 ou 600mg

Oleptal - Indicações

Oleptal é indicado para o tratamento de crises parciais (as quais envolvem os subtipos simples, complexas e crises parciais evoluindo para crises com generalização secundária) e crises tônico-clônicas generalizadas. Oleptal é indicado como uma droga antiepiléptica de primeira linha para uso como monoterapia ou terapia adjuvante. Oleptal pode substituir outras drogas antiepilépticas quando o tratamento usado não for suficiente para o controle da crise (ver Farmacodinâmica).

Contra-indicações de Oleptal

Não deve ser usado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à oxcarbazepina ou a qualquer componente presente na formulação.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Oleptal

Freqüência estimada: muito comum: >= 10%; comum: >= 1% e < 10%; ocasional: = 0,1% e < 1%; rara = 0,01% e < 0,1%; muito rara: < 0,01%. Organismo como um todo: muito comum: fadiga. Comum: astenia. Muito raras: angioedema e distúrbios de hipersensibilidade em múltiplos órgãos (caracterizado como rash (erupção), febre, linfadenopatia, testes anormais da função hepática, eosinofilia, e artralgia ). Sistema nervoso central: muito comum: tontura, dor de cabeça e sonolência. Comum: agitação, amnésia, apatia, ataxia, concentração prejudicada, confusão, depressão, instabilidade emocional (por exemplo, nervosismo) nistagmo e tremor. Sistema cardiovascular: muito rara: arritmia (por exemplo, bloqueio atrioventricular). Sistema digestivo: muito comum: náusea e vômito. Comum: constipação, diarréia e dor abdominal. Reações hematológicas: ocasional: leucopenia. Muito rara: trombocitopenia. Fígado: ocasional: enzimas hepáticas elevadas como transaminases e/ou fosfatase alcalina. Muito rara: hepatite. Distúrbios nutricionais e metabólicos: comum: hiponatremia. Muito rara: hiponatremia associada a sinais e sintomas tais como convulsões, confusão, percepção prejudicada, encefalopatia (ver também Sistema Nervoso Central para outros eventos adversos), distúrbios de visão (por exemplo, visão borrada), vômito e náusea. Pele e anexos: comum: acne, alopecia e rash (erupção). Ocasional: urticária. Muito rara: síndrome de Stevens-Johnson, lúpus eritematoso e sistêmico. Órgãos dos sentidos: muito comum: diplopia. Comuns: vertigem e distúrbios de visão (por exemplo, visão borrada).

Oleptal - Posologia

Oleptal é indicado para uso em monoterapia ou em combinação com outros fármacos anticonvulsivantes. Em monoterapia e em terapia adjuvante, o tratamento com Oleptal deverá ser iniciado com a dose clinicamente efetiva administrada em duas doses divididas (ver Farmacodinâmica). A dose pode ser aumentada, dependendo da resposta clínica do paciente. Quando outras drogas antiepilépticas são substituídas por Oleptal, a dose das drogas antiepilépticas concomitantes devem ser reduzidas gradualmente com o início do tratamento com Oleptal. Na terapia adjuvante, como o total de droga antiepiléptica é aumentado, a dose das drogas concomitantes pode ser reduzida e/ou a dose de Oleptal pode ser aumentada mais lentamente.

Oleptal - Informações

Farmacodinâmica: a atividade farmacológica da oxcarbazepina é primariamente manifestada através do metabólito MHD (monohidroxi derivado) da oxcarbazepina (ver Farmacocinética - Biotransformação). Acredita-se que o mecanismo de ação da oxcarbazepina e do MHD seja baseado principalmente no bloqueio de canais de sódio voltagem-dependentes, resultando então na estabilização de membranas neurais hiperexcitadas, inibição de descarga neural repetitiva e diminuição da propagação de impulsos sinápticos. Adicionalmente, aumento na condutância de potássio e na modulação de canais de cálcio voltagem-dependentes ativados podem também contribuir para os efeitos anticonvulsivantes. A oxcarbazepina e seu metabólito ativo (MHD) são anticonvulsivantes potentes e eficazes em animais. Foram eficazes em roedores com crises tônico-clônicas generalizadas e, em menor grau, com crises clônicas, e aboliram ou reduziram a freqüência de crises parciais recorrentes cronicamente em macacos Rhesus com implantes de alumínio. Nenhuma tolerância foi observada (por exemplo: atenuação de atividade anti-convulsivante) nas crises tônico-clônicas quando camundongos e ratos forma tratados diariamente por 5 dias ou 4 semanas respectivamente, com oxcarbazepina ou MHD.

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