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Alivium Gotas 50

Alivium Gotas 50 - Bula do remédio

Alivium Gotas 50 com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Alivium Gotas 50 têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Alivium Gotas 50 devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Mantecorp

Referência

ibuprofeno

Apresentação de Alivium Gotas 50

Gotas (50mg/ml): fr. c/ 30ml

Alivium Gotas 50 - Indicações

Febre de diversas etiologias. Dor leve e moderada, associada ou não a processo inflamatório e/ou traumático. Processos inflamatórios e dolorosos, agudos ou crônicos de origem muscular e osteoarticular: lombalgia, dorsalgia, cervicalgia, tendinite, tenossinovite, artrose, artrite reumatóide, artrite gotosa, espondilite anquilosante etc. Dismenorréia. Cefaléia vascular e enxaqueca (profilaxia e tratamento).

Contra-indicações de Alivium Gotas 50

Hipersensibilidade prévia ao ibuprofeno ou a qualquer componente da formulação. Indivíduos com síndrome de pólipo nasal, angioedema, broncoespasmo reativo ao Ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não-esteróides. Reações anafilactóides têm ocorrido nesses pacientes.

Advertências

Deve-se ter cuidado na administração do ibuprofeno ou de qualquer outro agente analgésico e antitérmico em pacientes desidratados ou sob risco de desidratação (com diarréia, vômito ou baixa ingestão de líquido), em pacientes com história atual ou prévia de úlcera péptica, gastrites ou desconforto gástrico e em pacientes que apresentaram ou apresentam reações alérgicas, independente da gravidade, com agentes analgésicos e antitérmicos. Não utilizar ALIVIUM concomitantemente com bebidas alcoólicas.

Uso na gravidez de Alivium Gotas 50

Gravidez e lactação – A administração de ALIVIUM não é recomendada durante a gravidez ou lactação.

Interações medicamentosas de Alivium Gotas 50

O uso do ibuprofeno e de outros analgésicos e antitérmicos concomitantemente com medicamentos à base de cortisona aumenta o risco de úlceras gástricas. O uso concomitante com medicamentos à base de furosemida e tiazídicos diminui o efeito diurético dessas drogas. O uso do produto concomitantemente com a medicamentos à base de probenecida aumentará o efeito terapêutico do ibuprofeno. Durante a terapia com o ibuprofeno, deve-se evitar a administração de hormônios tireoidianos. O ibuprofeno pode aumentar o efeito dos anticoagulantes orais (da heparina), a concentração sanguínea de lítio e a atividade antiagregante plaquetária, desaconselhando-se, portanto, a administração simultânea de ibuprofeno e tais substâncias. O uso concomitante de qualquer AINE com os seguintes fármacos deve ser evitado, especialmente nos casos de administração crônica: ácido acetilsalicílico, paracetamol, colchicina, iodetos, medicamentos fotossensibilizantes, outros antiinflamatórios não-esteróides, corticosteróides, glicocorticóides, corticotrofina, uroquinase, hipoglicemiantes orais ou insulina, anti-hipertensivos e diuréticos, ácido valpróico, plicamicina, compostos de ouro, ciclosporina, lítio, probenecida, inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina), agentes anticoagulantes ou trombolíticos, inibidores de agregação plaquetária, cardiotônicos digitálicos, digoxina e metotrexato.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Alivium Gotas 50

As reações adversas mais comuns são de origem gastrintestinal. Entretanto, estudos mostram que estas tem incidência inferior a 50% das reaçôes adversas observadas com Ácido acetilsalicílico ou a indometacina em doses equivalentes (ver quadro abaixo): Incidência superior a 1% (porém, inferior a 3%). Possível relação de causa Incidência precisa desconhecida (porém, inferior a 1%). Possível relação de causa** Incidência precisa desconhecida (porém inferior a 1%). Relação de causa desconhecida** Gastrintestinais: Náuseas*, dor epigástrica*, azia*, diarréia, desconforto abdominal, vômitos, indigestão, constipação, flatulência, distensão abdominal Úlcera gástrica ou duodenal com sangramento e/ou perfuração, hemorragia gastrintestinal, melena, hepatite, icterícia, resultados e anormalidade hepática, pancreatite Sistema nervoso central: Tontura*, dor de cabeça, nervosismo Depressão, insônia, confusão, instabilidade emocional, sonolência, meningite asséptica com febre e coma Parestesias, alucinações, anormalidades do sono, pseudotumor cerebral Dermatológicas: Rash (erupção cutânea)*, inclusive do tipo maculopapular, prurido Erupções vesiculares, urticária, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, alopecia Necrólise epidérmica tóxica, reações de fotossensibilidade Sensoriais: Zumbidos Perda da audição, ambliopatia (turvamento e/ou diminuição da visão, escotoma e/ou alterações nas cores) Conjuntivite, diplopia, neurite ótica, catarata Hematológicas Neutropenia, agranulocitose, anemia aplásica, anemia hemolítica (algumas vezes, Coombs positivo), trombocitopenia com ou sem púrpura, eosinofilia, diminuição da hemoglobina e hematócrito Episódios de sangramento (epistaxe, menorragia) Cardiovascular: Edema, retenção de líquidos Insuficiência cardíaca congestiva em pacientes com função cardíaca marginal, pressão arterial elevada, palpitações Arritmias (taquicardia sinusal e bradicardia sinusal) Metabólicas/ endócrinas: Diminuição do apetite Ginecomastia, reações hipoglicêmicas, acidose Alérgicas Síndrome de dor abdominal, febre, calafrios, náusea e vômito; anafilaxia; broncoespasmo Síndrome de lúpus eritematoso, vasculite de Henoch-Schönlein, angioedema, doença do Soro Renais Insuficiência renal aguda em paciente com disfunção renal preexistente, diminuição do clearance (depuração) de creatinina, poliúria, azotemia, cistite, hematúria Necrose papilar renal Outras Olhos e boca secos, ulcerações na gengiva, rinite * Reações com ocorrência em 3% a 9% dos pacientes (as ocorridas com frequência inferior a 3% não foram consideradas). ** Reações classificadas como com possível relação de causa, se houver 1 ocorrência positiva ou se 3 ou mais casos com prováveis reações de causa. Reações classificadas como com relação de causa desconhecida, se 7 ou mais eventos tiverem sido relatados, mas os critérios para a relação de causa não tiverem sido encontrados.

Alivium Gotas 50 - Posologia

Cada ml de ALIVIUM* contém 50 mg de ibuprofeno, correspondendo cada gota a 5mg de ibuprofeno. A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses pode variar de 5 a 10 mg/kg/dose (1 a 2 gotas), em intervalos de 6 a 8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, recomendando-se como dose máxima 40 mg/kg. Pacientes pediátricos com mais de 30 kg não devem exceder a dose máxima de 1.200 mg. Em adultos, a posologia recomendada pode variar de 200 mg até 800 mg por dose, a depender do paciente envolvido, não devendo exceder a dose máxima diária de 3.200 mg.

Superdosagem

O tratamento da superdose pelo ibuprofeno é de suporte, uma vez que não existem antídotos a este fármaco. Os sintomas incluem vertigem, nistagmo, apnéia, inconsciência, hipotensão e insuficiência respiratória. Nos casos de intoxicação aguda com comprometimento hemodinâmico e/ou respiratório, devem-se administrar líquidos, mantendo-se uma boa diurese. Como o fármaco é ácido e é excretado pela urina, teoricamente é benéfica a administração de álcali, além de volume. O esvaziamento gástrico deve ser realizado pela indução de vômito ou lavagem gástrica e a administração de carvão ativado deve ser instituída. Medidas de suporte auxiliarão no procedimento terapêutico específico de superdoses.

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas – ALIVIUM contém ibuprofeno, um derivado do ácido fenilpropiônico, inibidor da síntese das prostaglandinas, tendo propriedades analgésicas e antipiréticas. Os analgésicos antiinflamatórios não-esteróides inibem a enzima ciclooxigenase, diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do ácido araquidônico, diminuindo a ação destes mediadores no termostato hipotalâmico e nos receptores de dor (nociceptores).Propriedades farmacocinéticas – O ibuprofeno apresenta boa absorção oral, com aproximadamente 80% da dose absorvida no trato gastrintestinal, havendo diferença quando da administração em jejum ou após refeição, pois a presença de alimentos diminui a absorção. O início de ação ocorre em cerca de 15 a 30 minutos. A taxa de ligação protéica é alta (99%) e a concentração plasmática máxima é atingida em 1,2 a 2,1 horas, tendo duração de 4 a 6 horas, com meia-vida de eliminação de 1,8 a 2 horas. A biotransformação é hepática e a excreção praticamente se completa em 24 horas após a última dose, sendo menos de 1% excretado na forma inalterada. Da experiência clínica com o ibuprofeno, ficou demonstrado que este fármaco é dotado de baixa incidência de reações adversas.

Resultados de eficácia

ALIVIUM é um medicamento indicado para a redução da febre (antitérmico) e para o alívio de dores (analgésico), tais como dores decorrentes de gripes e resfriados, dor de garganta, dor de cabeça, dor de dente, dor nas costas, cólicas menstruais, dores musculares e outras.

Modo de usar

Agite antes de usar. Não precisa diluir. Cada ml de ALIVIUM contém 50 mg de ibuprofeno, correspondendo cada gota a 5mg de ibuprofeno. O uso de ibuprofeno em crianças com menos de 2 anos deve ser feito sob orientação médica. A posologia recomendada para crianças a partir de 6 meses pode variar de 1 a 2 gotas/Kg peso, em intervalos de 6 a 8 horas, ou seja, de 3 a 4 vezes ao dia, não excedendo o máximo de 40 gotas por dose. Pacientes pediátricos, menores de 12 anos, não devem exceder a dose máxima de 40 gotas (200 mg) por dose e 1200mg por um período de 24 horas. Em adultos, a posologia habitual do ALIVIUM como antitérmico é de 40 gotas (200 mg), podendo ser repetida por, no máximo, 4 vezes em um período de 24 horas.Posologia recomendada (administração de, no máximo, 4 vezes ao dia): Peso (Kg) Febre baixa (< 39°C) Febre alta (> 39°C) Peso (Kg) Febre baixa (< 39°C) Febre alta (> 39°C) 5 Kg 5 gotas 10 gotas 23 Kg 23 gotas 40 gotas 6 Kg 6 gotas 12 gotas 24 Kg 24 gotas 40 gotas 7 Kg 7 gotas 14 gotas 25 Kg 25 gotas 40 gotas 8 Kg 8 gotas 16 gotas 26 Kg 26 gotas 40 gotas 9 Kg 9 gotas 18 gotas 27 Kg 27 gotas 40 gotas 10 Kg 10 gotas 20 gotas 28 Kg 28 gotas 40 gotas 11 Kg 11 gotas 22 gotas 29 Kg 29 gotas 40 gotas 12 Kg 12 gotas 24 gotas 30 Kg 30 gotas 40 gotas 13 Kg 13 gotas 26 gotas 31 Kg 31 gotas 40 gotas 14 Kg 14 gotas 28 gotas 32 Kg 32 gotas 40 gotas 15 Kg 15 gotas 30 gotas 33 Kg 33 gotas 40 gotas 16 Kg 16 gotas 32 gotas 34 Kg 34 gotas 40 gotas 17 Kg 17 gotas 34 gotas 35 Kg 35 gotas 40 gotas 18 Kg 18 gotas 36 gotas 36 Kg 36 gotas 40 gotas 19 Kg 19 gotas 38 gotas 37 Kg 37 gotas 40 gotas 20 Kg 20 gotas 40 gotas 38 Kg 38 gotas 40 gotas 21 Kg 21 gotas 40 gotas 39 Kg 39 gotas 40 gotas 22 Kg 22 gotas 40 gotas 40 Kg 40 gotas 40 gotas

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Utilizar com cautela em pacientes idosos, iniciando o tratamento com doses reduzidas. A idade avançada exerce mínima influência na farmacocinética do ibuprofeno. Alterações, relacionadas à idade, na fisiologia renal, hepática e do sistema nervoso central, assim como comorbidades e medicações concomitantes devem ser consideradas antes do início da terapia com ALIVIUM. Em todas as indicações, a dose deve ser ajustada individualmente e a menor dose administrada. Monitoração cuidadosa e educação do paciente idoso são essenciais.

Armazenagem

ALIVIUM deve ser conservado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).

Alivium Gotas 50 - Informações

ALIVIUM* contém ibuprofeno, um derivado do ácido fenilpropiônico, inibidor da síntese das prostaglandinas, tendo propriedades analgésicas, antiinflamatórias e antipiréticas. O exato mecanismo de ação dos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs) não é integralmente conhecido, mas parece estar relacionado com a inibição da síntese das prostaglandinas. Os analgésicos antiinflamatórios não-esteróides inibem a enzima cicloxigenase, diminuindo a formação de precursores das prostaglandinas e dos tromboxanos a partir do ácido araquidônico. Estes medicamentos inibem reversivelmente a agregação palquetária, porém em menor grau do que o ácido acetilsalicílico. como anti-reumático, o ibuprofeno atua mediante mecanismo antiinflamatório e analgésico; os efeitos terapêuticos não se devem à estimulação hipofisário-adrenal. O ibuprofeno, assim como os demais AINEs, não afeta o curso progressivo da artrite reumatóide. Como analgésico, pode bloquear o impulso doloroso mediante ação periférica com redução da atividade das prostaglandinas e, possivelmente, inibição da síntese ou das ações de outras substâncias, as quais sensibilizam os receptores da dor aos estímulos mecânicos e químicos. Como antiinflamatório, não foram determinados os mecanismos exatos de sua atuação. Os AINEs podem atuar perifericamente no tecido inflamado, provavelmente reduzindo a atividade das prostaglandinas nos tecidos e, possivelmente, inibindo a síntese ou as ações de outros mediadores locais da resposta inflamatória. Podem estar implicadas a inibição da migração de leucócitos, a inibição da liberação e/ou das ações das enzimas lisossômicas e ações sobre outros processos celulares e imunológicos no tecido mesenquimatoso e conectivo. Produz antipirese por ação em nível central sobre os centros hipotalâmicos reguladores da temperatura corporal, produzindo vasodilatação periférica, com aumento do fluxo sangüíneo na pele, da sudorese e da perda de calor. A ação central provavelmente implica em redução da atividade das prostaglandinas no hipotálamo. O ibuprofeno age como antidismenorréico: diminui a contração uterina, aumenta a perfusão uterina e alivia a dor mediante inibição da síntese e da atividade das prostaglandinas intra-uterinas (que são consideradas responsáveis pela dor e por outros sintomas da dismenorréia primária). Além disso, os AINEs podem aliviar, em certa medida, os sintomas extra-uterinos (como: dor de cabeça, náuseas e vômitos), que podem estar associados à excessiva produção de prostaglandinas. Como profilático e supressor da cefaléia de origem vascular, age também por redução da atividade das prostaglandinas. Os AINEs podem prevenir ou aliviar diretamente certos tipos de cefaléia, que acredita-se serem produzidas pela dilatação ou pela constrição induzida pelas prostaglandinas nos vasos sangüíneos cerebrais.

Dizeres legais

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS, PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA. MS 1.0093.0218 Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes CRF-RJ 2804 MANTECORP IND. QUÍM. E FARM. LTDA. Estrada dos Bandeirantes, 3091 - Rio de Janeiro - RJ CNPJ: 33.060.740/0001-72 – Indústria Brasileira ®Marca Registrada Central de Atendimento: 08000-117788 (logo) O número de lote, data de fabricação e término do prazo de validade estão gravados na embalagem externa deste produto.

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