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Alois - Bula do remédio

Alois com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Alois têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Alois devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Apsen

Apresentação de Alois

10 mg caixa 30 ou 60 comprimidos

Alois - Indicações

Alois (cloridrato de memantina) é indicado na Doença de Alzheimer moderadamente grave a grave e em outras demências caracterizadas por distúrbios da função cerebral, com os seguintes sintomas principais: distúrbios da concentração e memória, perda de interesse e distúrbios das funções motoras necessárias para efetuar atividades diárias e humor deprimido (síndrome demencial), condições que requerem aumento do cuidado e da vigilância. É indicado também no tratamento da espasticidade cerebral e espinhal, como por exemplo, resultante de disfunção cerebral em crianças, traumatismos cranianos, esclerose múltipla, paraplegia, acidentes vasculares encefálicos, Doença de Parkinson e síndromes parkinsonianas.

Contra-indicações de Alois

Alois é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à memantina ou amantadina, ou aos componentes da formulação do produto.

Advertências

Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Deve-se ter precaução nos pacientes em estados graves de confusão mental e em pacientes em tratamento com outros medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central. A memantina deve ser utilizada com cuidado em pacientes com disfunção renal e hepática e epilepsia.

Uso na gravidez de Alois

Não há estudos adequados e bem controlados sobre a segurança do uso de memantina em mulheres grávidas. Os estudos em animais não demonstraram efeitos lesivos em relação à embriotoxicidade e teratogenicidade. Lactação É provável que a memantina seja excretada no leite materno; com isso, cuidados especiais devem ser tomados quando o produto for prescrito a mulheres que estejam amamentando.

Interações medicamentosas de Alois

O efeito dos seguintes medicamentos pode ser alterado pela memantina e suas doses devem ser ajustadas pelo médico: - amantadina, cetamina, dextrometorfano; - dantroleno, baclofeno; - cimetidina, ranitidina, procainamida, quinidina, quinina, nicotina; - hidroclortiazida; - agonista dopaminérgico, como a L-dopa , bromocriptina. - anticolinérgicos, anticonvulsivantes, barbituratos, neurolépticos e inibidores da MAO. O uso de bebidas alcoólicas pode interferir na ação do Alois (cloridrato de memantina) podendo causar efeitos desagradáveis.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Alois

Nos testes clínicos sobre demências moderadamente graves a graves, a incidência geral de efeitos adversos não foi diferente das do tratamento com o placebo, e os efeitos adversos foram geralmente de gravidade leve ou moderada. A tabela a seguir fornece uma análise geral dos eventos adversos mais freqüentes, independentes da relação causal (> 4% para a memantina), que foram observados em pacientes com demência moderadamente grave a grave. Termo preferido (WHO ART) Memantina Placebo n = 299 n = 288 Agitação 27 (9,0%) 50 (17,4%) Aparecimento de lesões 20 (6,7%) 20 (6,9%) Incontinência urinária 17 (5,7%) 21 (7,3%) Diarréia 16 (5,4%) 14 (4,9%) Insônia 16 (5,4%) 14 (4,9%) Tontura 15 (5,0%) 8 (2,8%) Dor de cabeça 15 (5,0%) 9 (3,1%) Alucinações 15 (5,0%) 6 (2,1%) Queda 14 (4,7%) 14 (4,9%) Constipação 12 (4,0%) 13 (4,5%) Tosse 12 (4,0%) 17 (5,9%) Os efeitos colaterais são leves a moderados. As reações adversas mais comuns são: alucinações, confusão, tontura, cefaléia e cansaço. As reações adversas menos freqüentes são: ansiedade, hipertonia (aumento do tônus muscular), vômito, cistite e aumento da libido. Em pacientes que já apresentaram ataque epilético, existe a possibilidade da memantina aumentar a chance de um novo ataque.

Alois - Posologia

A dose recomendada de Alois para pacientes idosos e adultos é 20 mg (2 x 1 comprimido) diariamente. Para reduzir o risco de efeitos colaterais esta dose é gradualmente alcançada pelo seguinte esquema de tratamento diário: Manhã Tarde 1ª semana 1/2 comprimido Nenhum 2ª semana 1/2 comprimido 1/2 comprimido 3ª semana 1 comprimido 1/2 comprimido 4ª semana e 1 comprimido 1 comprimido demais semanas A dose inicial usual, na primeira semana, é de meio comprimido uma vez ao dia (1 x 5 mg). Na segunda semana, a dose é aumentada para meio comprimido duas vezes ao dia (2 x 5 mg) e para um comprimido (1 x 10 mg) e meio comprimido (1 x 5 mg) diariamente, administrados separadamente, na terceira semana. A partir da quarta semana, a dose usual é de um comprimido duas vezes ao dia (2 x 10 mg). Os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de água, junto das refeições ou lanches. Em pacientes com disfunção renal, a dose deve ser ajustada, baseada na eficácia clínica terapêutica bem como na função renal do paciente, sendo que a mesma deve ser monitorada freqüentemente

Superdosagem

Em caso de superdose acidental, consultar o médico imediatamente. Conduta na Superdose: na eventualidade da ingestão de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

Alois - Informações

Alois contém memantina que pertence à classe de antagonistas não competitivos de baixa afinidade ao receptor N-metil- D-aspartato (NMDA). A memantina é 20 a 30 vezes mais potente que amantadina. A memantina mostrou relevante melhora nas alterações e na performance do déficit dos pacientes com demência moderadamente grave a grave. Nestes pacientes, qualquer melhora nas funções cognitiva, afetiva e motora, que permita que os pacientes permaneçam autoconfiantes e capazes de realizar tarefas diárias sem ou com uma mínima ajuda externa, é de grande valor. A função da memantina na terapia é de retardar a progressão da doença e não no tratamento da doença avançada. A memantina apresenta um duplo mecanismo de ação. No receptor, a memantina exibe uma rápida cinética de ligação e é voltagem dependente, que resulta na modulação do sistema de neurotransmissão glutamatérgico. No estado de redução de liberação de glutamato, a memantina produz uma melhora na neurotransmissão e ativação dos neurônios. Entretanto, em situações de aumento patológico de liberação pré-sináptica de glutamato, a memantina inibe a ação de excitabilidade tóxica do glutamato pelo bloqueio do receptor NMDA. Isto previne a exposição do neurônio ao excessivo influxo de cálcio, que é um dos possíveis mecanismos responsáveis pela morte neuronal. Esta propriedade faz com que o cloridrato de memantina tenha um efeito neuroprotetor em condições de isquemia ou hipóxia, o que explica sua eficácia em diferentes estados clínicos, tais como distúrbios motores de origem central (Doença de Parkinson, paralisia cerebral, bexiga neurogênica, demências de várias etiologias). Na doença de Parkinson, o excesso de estimulação glutamatérgica originada pela hipofunção dopaminérgica é bloqueado pelo cloridrato de memantina, neutralizando o desequilíbrio da neurotransmissão existente nesta doença. Acredita-se que a memantina possui alta afinidade ao tecido cerebral, cerebelar e frontal.

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