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Quinoflox

Quinoflox - Bula do remédio

Quinoflox com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Quinoflox têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Quinoflox devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Biolab

Referência

Ciprofloxacino Comprimidos

Apresentação de Quinoflox

compr. rev. 250 ou 500mg. cx. c/ 6, 10 ou 14 compr. sol. inj. 0,2% - 1 fr.-ampola de 100ml sol. inj. 1% . cx. c/ 5 amp. de 10ml

Contra-indicações de Quinoflox

Em casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou aos derivados quinolônicos. Quinoflox® não deve ser prescrito para crianças, adolescentes, mulheres grávidas ou em fase de amamentação, já que não há dados suficientes que assegurem o uso do medicamento nestes grupos de pacientes; além disso, à luz de estudos realizados com animais, não é de todo improvável que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos. Estudos feitos com animais não evidenciaram efeitos teratogênicos (malformações).

Advertências

Gerais: em pacientes epilépticos ou que anteriormente tenham apresentado distúrbios do Sistema Nervoso Central (SNC) (exemplo: limiar convulsivo reduzido, convulsão, redução do fluxo cerebral, lesão cerebral, ou acidente vascular cerebral), Quinoflox® deve ser administrado somente quando os benefícios do tratamento forem superiores aos possíveis riscos, já que tais pacientes podem vir a sofrer eventuais efeitos colaterais sobre o SNC. A aplicação endovenosa deverá ser administrada por infusão lenta em um período de 60 minutos, preferencialmente. Há relatos de reações no local da aplicação com o uso endovenoso de Quinoflox®. Estas reações são mais freqüentes para tempo de infusão menor ou igual a 30 minutos ou quando se aplica em pequenas veias da mão

Uso na gravidez de Quinoflox

Gravidez: o ciprofloxacino só deverá ser usado durante a gravidez se os benefícios justificarem o potencial risco para o feto. Lactação: o ciprofloxacino é excretado no leite materno, e devido ao potencial risco de ocorrerem reações adversas em crianças nascidas de mães que usam ciprofloxacino, a decisão de parar de amamentar ou fazer a descontinuação do medicamento, deve ser avaliada levando em consideração a importância do medicamento para a mãe.

Interações medicamentosas de Quinoflox

A administração concomitante de Quinoflox® oral e ferro, sucralfato, antiácidos ou medicamentos altamente tamponados (como, por exemplo, anti-retrovirais), que contêm magnésio, alumínio ou cálcio, reduz a absorção do ciprofloxacino. Conseqüentemente, Quinoflox® deve ser administrado de 1 a 2 horas antes ou, pelo menos, 4 horas depois dessas medicações. Essa restrição não se aplica aos antiácidos pertencentes a categoria dos bloqueadores do receptor H2. A administração concomitante de ciprofloxacino e teofilina pode produzir aumento indesejável das concentrações séricas de teofilina. Quando o uso de ambos for inevitável, as concentrações séricas de teofilina deverão ser cuidadosamente monitorizadas, assim como o ajuste cuidadoso de sua dose. Nos casos em que não seja possível a determinação dos níveis séricos da teofilina, esta deverá ter sua dose reduzida a metade da dose indicada para o paciente. Este ajuste, que deverá ser feito antes da administração da primeira dose de ciprofloxacino, tem por finalidade evitar as concentrações séricas altas de teofilina, comumente observadas e que apresentam efeitos secundários graves, como: arritmias ventriculares, convulsões ou até morte, como primeiro sinal de toxicidade e sem prévio aviso. - Estudos realizados com animais demonstraram que a combinação de doses muito altas de quinolonas (inibidores da DNA-girase) e certos antiinflamatórios não esteróides (mas, não o ácido acetilsalícilico) podem provocar convulsões. - A administração simultânea de ciprofloxacino e ciclosporina levou ao aumento transitório da creatinina sérica. Portanto, é necessário controle freqüente da concentração de creatinina sérica nestes pacientes. - O uso concomitante de ciprofloxacino e varfarina pode intensificar a ação da varfarina. - Em casos individuais, a administração concomitante de ciprofloxacino e glibenclamida pode intensificar a ação da glibenclamida (hipoglicemia). - A probenecida interfere na secreção renal do ciprofloxacino. - A administração concomitante de probenecida e Quinoflox® pode aumentar a concentração do ciprofloxacino sérico. - A metoclopramida acelera a absorção do ciprofloxacino, fazendo com que a concentração máxima no plasma seja atingida em um período de tempo menor. Não se registraram efeitos sobre a biodisponibilidade do ciprofloxacino. Interferência em Exames Laboratoriais A influência sobre parâmetros laboratoriais/sedimento urinário: podem ocorrer aumento temporário das transaminases, da fosfatase alcalina ou icterícia colestática, principalmente em pacientes com doença hepática prévia. Aumento temporário da uréia, creatinina e bilirrubina séricas. Em casos individuais: hiperglicemia, cristalúria e hematúria.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Quinoflox

Efeitos sobre o trato gastrointestinal: náusea, diarréia, vômito, dispepsia, dor abdominal, flatulência, anorexia. Na eventualidade de diarréia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve-se consultar um médico, já que este sintoma pode ocultar doença intestinal grave (colite pseudomembranosa) que exige tratamento imediato. Em tais casos, a administração do Quinoflox® deve ser interrompida, iniciando-se uma terapia adequada (exemplo, vancomicina, por via oral, 4 x 250 mg/dia). Medicamentos que inibem a peristalse são contra-indicados. Efeitos sobre o sistema nervoso: tontura, cefaléia, cansaço, agitação, tremor. Muito raramente insônia, paralgesia periférica, sudorese, desequilíbrio, convulsões, aumento da pressão intracraniana, ansiedade, pesadelos, confusão mental, depressões, alucinações. Em casos individuais: reações psicóticas (evoluindo até para um comportamento de auto-exposição à riscos). Em alguns casos, estas reações ocorreram logo após a primeira administração de Quinoflox®. Em tais circunstâncias, a administração de Quinoflox® deve ser suspensa, informando o médico imediatamente a respeito do incidente. Reações relativas aos órgãos sensoriais: muito raramente: alteração do paladar e olfato, distúrbios visuais (exemplo, diplopia, visão colorida), zumbido, distúrbio temporário da audição, especialmente para altas freqüências. Reações de hipersensibilidade: em alguns casos, as reações adversas ocorreram já a partir da primeira administração de Quinoflox®, devendo-se em tais situações, interromper a administração do medicamento, e informar o médico imediatamente. Reações dermatológicas como: erupções cutâneas, prurido, febre medicamentosa. Muito raramente: hemorragias puntiformes, na pele (petéquias), formação bolhosa, acompanhada de hemorragia (bolhas hemorrágicas) e pequenos nódulos (pápulas) com a presença de crostas, evidenciando comprometimento vascular (vasculite). Eritema nodoso, eritema multiforme bolhoso (menor), síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell. Nefrite intersticial, hepatite, necrose hepática evoluindo muito raramente, para insuficiência hepática com risco de vida. Reações anafiláticas/anafilactóides (exemplo, edema facial, vascular e laríngeo); dispnéia progressiva, chegando ao estado de choque (com risco de vida), em alguns casos, após a primeira administração. Em tais circunstâncias, a administração de Quinoflox® deve ser interrompida, exigindo-se tratamento médico adequado (exemplo, tratamento para choque). Efeitos sobre o sistema cardiovascular: taquicardia. Muito raramente: sensação de calor, enxaqueca, síncope. Outros efeitos colaterais: dor e edema da articulação. Muito raramente: sensação generalizada de fraqueza, dores musculares, tendovaginite, fotossensibilidade, distúrbio transitório da função renal, inclusive insuficiência renal transitória. A administração de Quinoflox® de forma repetida ou a longo prazo pode causar superinfecção com bactérias resistentes ou com fungos semelhantes às leveduras. Efeitos sobre o sangue e seus componentes: eosinofilia, leucocitopenia, granulocitopenia, anemia, trombocitopenia. Muito raramente: leucocitose, trombocitose, anemia hemolítica, alteração da protrombina. Reações locais: muito raramente: flebite. Foram documentados alguns casos de reação no local da aplicação endovenosa de Quinoflox®. Estes casos são mais freqüentes para períodos de infusão de 30 minutos ou menos. As reações apresentam-se como localizadas na pele e desaparecem rapidamente ao término da infusão. A administração endovenosa subseqüente não está contra-indicada a não ser que haja recorrência ou piora da reação. Outras informações: pode haver retardo na capacidade de reagir prontamente às situações, comprometendo a habilidade de dirigir ou operar máquinas, mesmo com a administração sendo feita corretamente, de acordo com a prescrição. Tal fato ocorre principalmente com a ingestão concomitante de álcool. Especialmente em pacientes com hepatopatia prévia, pode ocorrer discreto aumento das transaminases séricas, fosfatase alcalina e bilirrubina. Aumento da uréia e creatinina séricas. Em casos individuais: hiperglicemia, cristalúria e hematúria.

Quinoflox - Posologia

Se o paciente não estiver apto a ingerir comprimidos devido à gravidade de sua doença, ou por qualquer outro motivo, recomenda-se iniciar a terapia com Quinoflox® injetável. Nos casos do clearance de creatinina ser inferior a 30 ml/min, deve-se administrar metade da dose diária recomendada em uma única tomada ou repartí-la em duas tomadas. A duração do tratamento depende da gravidade do caso, bem como do curso clínico e bacteriológico do mesmo, sendo em média de 5 - 10 dias nos casos de infecções agudas. Em geral, o tratamento deve prosseguir regularmente pelo menos durante 3 dias após o desaparecimento da febre e dos sintomas clínicos. A administração endovenosa deve ser feita durante aproximadamente 60 minutos. A solução para infusão pode ser administrada diretamente, lentamente, em veia de calibre considerável. Decorridos alguns dias o tratamento inicial por via endovenosa, poderá prosseguir por via oral. O produto é compatível com soro fisiológico, solução de Ringer a 5% e solução de dextrose a 10% e ainda com solução de frutose a 10%. Após diluição numa solução aquosa, o produto é estável pelo menos durante 14 dias à temperatura ambiente. Entretanto sua utilização deve ser imediata. A atividade do ciprofloxacino não é afetada pelo pH de 1,2 a 12,2. O produto é fotossensível, de maneira que os frascos só deverão ser retirados da caixa imediatamente antes da sua utilização. Em função renal alterada: 1.Em clearance de creatinina entre 31 e 60 ml/min/1,73 m2, ou em concentração de creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/100 ml. A dose máxima diária, nesses casos, deverá ser de 1.000 mg/dia por via oral ou 800 mg/dia por via endovenosa. 2.Em clearance de creatinina igual ou menor a 30 ml/min/1,73 m2, ou em concentração de creatinina sérica igual ou maior que 2,0 mg/100 ml. A dose máxima diária deverá ser de 500 mg/dia por via oral ou 400 mg/dia por via endovenosa. Em função renal alterada + hemodiálise: Nos dias de diálise, após a mesma, dosagem conforme o item 2. Função renal alterada + CAPD:a) Acrescentar Quinoflox® solução para infusão ao dialisado (intraperitoneal): 50 mg de Quinoflox®/litro de dialisado administrado, 4 vezes ao dia, a cada 6 horas. b) Administrar Quinoflox® em comprimidos (por via oral): 1 comprimido de 500 mg (ou 2 comprimidos de 250 mg). Em função hepática alterada: Não é necessário ajuste de dose. Idosos: devem receber doses reduzidas quando possível, dependendo da gravidade da doença e do clearance de creatinina. Em alguns casos durante a administração de Quinoflox® predominantemente em pacientes idosos em tratamento sistêmico anterior com glicocorticóides, observou-se aquilotendinite, que pode ocasionar a ruptura do tendão de Aquiles. Portanto, ao primeiro sinal de aquilotendinite, a administração de Quinoflox® deve ser suspensa, sendo necessário consultar um médico. Superdosagem:Sintomas: Em casos de superdose oral aguda foi registrada ocorrência de toxicidade renal reversível. Tratamento: Além das medidas habituais de emergência, recomenda-se monitorizar a função renal e administrar antiácidos contendo magnésio ou cálcio, para reduzir a absorção de ciprofloxacino. Apenas uma pequena quantidade de ciprofloxacino (< 10%) é eliminada após a hemodiálise ou diálise peritonial.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Pediatria: a segurança e a eficácia do uso do ciprofloxacino em adolescentes menores de 18 anos e crianças ainda não foram estabelecidas. Não é de todo improvável que o medicamento possa causar lesões na cartilagem articular de organismos imaturos. Geriatria (idosos): de acordo com os estudos realizados, não existem problemas específicos referente ao uso de ciprofloxacino em idosos, porém estes pacientes já apresentam alguns problemas de disfunção renal devido à idade, portanto deve-se fazer um controle para que a administraçao da dosagem seja adequada.

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