Sinvastatina - Bula do remédio
Sinvastatina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Sinvastatina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Sinvastatina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.
Laboratório
Genérico
Referência
SinvastatinaApresentação de Sinvastatina
Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
Sinvastatina ...................................................................... 10 mg
excipientes q.s.p. .............................. 1 comprimido revestido
(ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, hidroxianisol butilado, celulose
microcristalina, estearato de magnésio, hiprolose, lactose
monoidratada, hipromelose, macrogol, polissorbato 80, dióxido de
titânio, talco, óxido de ferro vermelho).
Cada comprimido revestido de 20mg contém:
Sinvastatina ...................................................................... 20 mg
excipientes q.s.p. .............................. 1 comprimido revestido
(ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, hidroxianisol butilado, celulose
microcristalina, estearato de magnésio, hiprolose, lactose
monoidratada, hipromelose, macrogol, polissorbato 80, dióxido de
titânio, talco, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho).
Cada comprimido revestido de 40 mg contém:
Sinvastatina ...................................................................... 40 mg
excipientes q.s.p. .............................. 1 comprimido revestido
(ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, hidroxianisol butilado, celulose
microcristalina, estearato de magnésio, hiprolose, lactose
monoidratada, hipromelose, macrogol, polissorbato 80, dióxido de
titânio, talco, óxido de ferro vermelho).
Cada comprimido revestido de 80 mg contém:
Sinvastatina ...................................................................... 80 mg
excipientes q.s.p. .............................. 1 comprimido revestido
(ácido ascórbico, ácido cítrico, amido, hidroxianisol butilado, celulose
microcristalina, estearato de magnésio, hiprolose, lactose
monoidratada, hipromelose, macrogol, polissorbato 80, dióxido de
titânio, talco, óxido de ferro vermelho).
Sinvastatina - Indicações
Pacientes Sob Alto Risco De Doença Coronariana Ou Com
Doença Coronariana (DAC)
Em pacientes sob alto risco de doença coronariana (com ou sem
hiperlipidemia), isto é, pacientes com diabetes, histórico de acidente
vascular cerebral (AVC) ou de outra doença cerebrovascular, de
doença vascular periférica ou com doença coronariana, a
Sinvastatina
é indicada para:
reduzir o risco de mortalidade total (por todas as causas) por meio
da redução de mortes por doença coronariana;
reduzir o risco dos eventos vasculares relevantes (um composto
de infarto do miocárdio não fatal, morte por doença coronariana,
AVC ou procedimentos de revascularização);
reduzir o risco dos eventos coronarianos relevantes (um composto
de infarto do miocárdio não fatal ou mortes por doença
coronariana);
reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC);
reduzir a necessidade de procedimentos de revascularização do
miocárdio (incluindo bypass ou angioplastia coronariana transluminal
percutânea);
reduzir a necessidade de procedimentos de revascularização
periférica e outros, não coronarianos;
reduzir o risco de hospitalização por angina.
Em pacientes com diabetes, a
Sinvastatina reduz o risco de desenvolvimento
de complicações periféricas macrovasculares (um
composto de procedimentos de revascularização periférica, de
amputações dos membros inferiores ou de úlceras das pernas).
Em pacientes hipercolesterolêmicos com doença coronariana, a
Sinvastatina retarda a progressão da aterosclerose coronariana,
reduzindo inclusive o desenvolvimento de novas lesões e novas
oclusões totais.
Pacientes com Hiperlipidemia
A
Sinvastatina é indicada como adjuvante à dieta para reduzir os
níveis elevados de colesterol total, LDL-colesterol, apolipoproteína
B (apo B) e triglicérides e para aumentar os níveis de HDL-colesterol
em pacientes com hipercolesterolemia primária, incluindo
hipercolesterolemia familiar heterozigótica (tipo IIa de Fredrickson)
ou hiperlipidemia combinada (mista) (tipo IIb de Fredrickson),
quando a resposta à dieta e outras medidas não farmacológicas
for inadequada. A
Sinvastatina, portanto, reduz as razões LDL-colesterol/
HDL-colesterol e colesterol total/HDL-colesterol.
A
Sinvastatina é indicada para o tratamento de pacientes com
hipertrigliceridemia (hiperlipidemia tipo IV de Fredrickson).
A
Sinvastatina é indicada para o tratamento de pacientes com
disbetalipoproteinemia primária (hiperlipidemia tipo III de Fredrickson).
A
Sinvastatina também é indicada como adjuvante à dieta e outras
medidas não dietéticas para reduzir os níveis elevados de colesterol
total, LDL-colesterol e apolipoproteína B em pacientes com
hipercolesterolemia familiar homozigótica.
Contra-indicações de Sinvastatina
Hipersensibilidade a qualquer componente do produto;
Doença hepática ativa ou aumentos persistentes e inexplicados
das transaminases séricas;
Advertências
A
Sinvastatina, a exemplo de outros inibidores da HMG-CoA redutase,
ocasionalmente causa miopatia que se manifesta como dor,
dolorimento ou fraqueza muscular associada a aumentos de creatinina
quinase (CK) > 10 vezes o limite superior da normalidade.
A miopatia algumas vezes assume a forma de rabdomiólise com
ou sem insuficiência renal aguda secundária a mioglobinúria que,
raramente, foi fatal.
O risco de miopatia é aumentado por níveis elevados de atividade
inibitória da HMG-CoA redutase no plasma.
O risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado pelo uso concomitante
de
Sinvastatina com:
Inibidores potentes da CIP3A4: ciclosporina, itraconazol, cetoconazol,
eritromicina, claritromicina, inibidores da protease do HIV
ou nefazodona, particularmente com doses mais altas de
Sinvastatina
(veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Interações com
CYP3A4).
Outros medicamentos: genfibrozila e outros fibratos (exceto fenofibrato)
ou doses hipolipemiantes (= 1 g/dia) de niacina particularmente
com doses mais altas de
Sinvastatina (veja INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS, Interações com medicações hipolipemiantes
que podem causar miopatia quando administradas
isoladamente). Não há evidência que o risco de miopatia exceda
a soma do risco individual de cada agente quando a
Sinvastatina e
o fenofibrato são administrados concomitantemente.
Amiodarona ou verapamil com doses mais altas de
Sinvastatina
(veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Interações com
outros medicamentos). Em um estudo clínico em andamento, foi
relatada miopatia em 6% dos pacientes que estavam recebendo
amiodarona e 80 mg de
Sinvastatina.
Diltiazem: Pacientes em tratamento concomitante com diltiazem
e
Sinvastatina 80 mg apresentaram um pequeno aumento no risco
de miopatia. O risco de miopatia é de aproximadamente 1%
nesses pacientes. Em estudos clínicos, o risco de miopatia em
pacientes que receberam 40 mg de
Sinvastatina com diltiazem foi
semelhante ao de pacientes que receberam 40 mg de
Sinvastatina
sem diltiazem (veja INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Outras
Interações Medicamentosas).
O risco de miopatia/rabdomiólise está relacionado à dose. Em
estudos clínicos, nos quais os pacientes foram cuidadosamente
monitorados e algumas medicações que interagiam com a
Sinvastatina
foram excluídas, a incidência foi de aproximadamente 0,03%
com 20 mg, 0,08% com 40 mg e 0,4% com 80 mg.
Conseqüentemente:
1. O uso de
Sinvastatina concomitantemente com itraconazol,
cetoconazol, eritromicina, claritromicina, inibidores da protease
do HIV ou nefazodona deve ser evitado. Se o tratamento
com itraconazol, cetoconazol, eritromicina ou claritromicina for
inevitável, o tratamento com a
Sinvastatina deverá ser interrompido.
O uso concomitante com outros medicamentos cujos efeitos
inibitórios no citocromo CYP3A4 são potentes em doses terapêuticas,
deve ser evitado, a menos que os benefícios do tratamento
combinado superem o risco aumentado.
2. A dose de
Sinvastatina não deve exceder 10 mg ao dia em pacientes
que estiverem recebendo concomitantemente ciclos-
porina, genfibrozila, outros fibratos (exceto fenofibrato) ou doses
hipolipemiantes (= 1g/dia) de niacina. O uso combinado de
Sinvastatina com esses agentes deve ser evitado a menos que
os benefícios possam superar os riscos aumentados resultantes
da combinação desses medicamentos. Deve-se ter cautela
quando o fenofibrato for prescrito com
Sinvastatina, já que cada
agente pode causar miopatia quando administrado isoladamente.
A adição de fibratos ou niacina à
Sinvastatina propicia tipicamente,
pequena redução adicional do LDL-C, porém reduções adicionais
de TG e aumentos adicionais de HDL-C podem ser obtidos. Em
estudos clínicos pequenos, de curto prazo, com monitorização
cuidadosa, foram usadas combinações de fibratos ou niacina com
baixas doses de
Sinvastatina sem relatos de miopatia.
3. A dose de
Sinvastatina não deve exceder 20 mg ao dia em
pacientes que estejam recebendo concomitantemente amiodarona
ou verapamil. O uso combinado da
Sinvastatina em
doses maiores do que 20 mg ao dia, com amiodarona ou verapamil
deve ser evitado, a menos que o benefício clínico possa
superar o risco aumentado de miopatia.
4. Todos os pacientes que iniciam um tratamento com
Sinvastatina,
ou aqueles para os quais a dose de
Sinvastatina
for aumentada, devem ser advertidos quanto ao risco de
miopatia e avisados para relatar prontamente qualquer dor,
dolorimento ou fraqueza muscular inexplicados. O tratamento
com
Sinvastatina deve ser descontinuado imediatamente se
houver suspeita de miopatia ou se esta for diagnosticada. A
presença desses sintomas e/ou CK > 10 vezes o limite superior
da normalidade indicam miopatia. Na maioria dos casos, quando
os pacientes interrompem prontamente o tratamento, os sintomas
musculares e o aumento de CK desaparecem. Deve-se considerar
a avaliação periódica dos níveis de CK para pacientes que vão
iniciar o tratamento com
Sinvastatina ou para aqueles cuja dose
está sendo aumentada, mas não há garantias de que esse monitoramento
evitará miopatia.
5. Muitos dos pacientes que desenvolveram rabdomiólise
durante o tratamento com a
Sinvastatina apresentavam antecedentes
clínicos complicados, incluindo insuficiência renal,
geralmente como conseqüência de diabetes melitus de longa
duração. Esses pacientes requerem monitoração mais rigorosa.
O tratamento com
Sinvastatina deve ser temporariamente
interrompido alguns dias antes de uma cirurgia eletiva de vulto
e diante de qualquer afecção clínica ou cirúrgica importante.
Efeitos Hepáticos: Em estudos clínicos, ocorreram aumentos persistentes
(acima de três vezes o limite superior da normalidade)
das transaminases séricas em poucos pacientes adultos que receberam
Sinvastatina. Quando o medicamento foi interrompido ou
descontinuado, os níveis de transaminases caíram lentamente para
os níveis anteriores ao tratamento. Os aumentos não foram associados
à icterícia ou outros sintomas ou sinais clínicos. Não houve
evidência de hipersensibilidade. Alguns desses pacientes apresentavam
testes de função hepática alterados antes da terapia com a
Sinvastatina e/ou consumiam quantidades consideráveis de álcool.
No Estudo Escandinavo de Sobrevida com
Sinvastatina (4S) (veja
INFORMAÇÕES TÉCNICAS), o número de pacientes com transaminases
elevadas (acima de três vezes o limite superior da normalidade)
mais de uma vez durante o estudo, não foi significativamente
diferente entre os grupos
Sinvastatina e placebo (14 [0,7%] vs.
12 [0,6%]). A freqüência dos aumentos isolados de TGP (ALT) para
três vezes o limite superior da normalidade foi significativamente
mais alta no grupo da
Sinvastatina no primeiro ano do estudo (20
vs. 8, p = 0,023), mas não posteriormente. O aumento de transaminases
resultou em descontinuação da terapia para oito pacientes
do grupo da
Sinvastatina (n = 2.221) e para cinco do grupo placebo
(n = 2.223). Dos 1.986 pacientes no 4S tratados com a
Sinvastatina
cujos testes de função hepática eram normais no período basal,
somente oito (0,4%) apresentaram aumentos consecutivos > 3
vezes o limite superior da normalidade de enzimas hepáticas e/ou
foram descontinuados por aumento de transaminases durante os
5,4 anos (acompanhamento mediano) do estudo. A dose inicial de
Sinvastatina para todos os pacientes do estudo foi de 20 mg; 37%
foram titulados para 40 mg.
Em dois estudos clínicos controlados, que envolveram 1.105 pacientes,
a incidência - aos 6 meses - de aumentos persistentes de
transaminases considerados relacionados ao medicamento foi de
0,7% e 1,8%, com as doses de 40 mg e 80 mg, respectivamente.
No estudo HPS (veja INFORMAÇÕES TÉCNICAS), no qual 20.536
pacientes foram distribuídos de modo randômico para receber 40
mg/dia de
Sinvastatina ou placebo, a incidência de transaminases
elevadas (> 3 vezes o limite superior da normalidade, confirmada
em exames repetidos) foi de 0,21% (n = 21) para pacientes tratados
com
Sinvastatina e de 0,09% (n = 9), no grupo placebo. Recomenda-se solicitar testes de função hepática antes de iniciar a
terapia e posteriormente, quando clinicamente indicado. Pacientes
titulados para doses de 80 mg devem realizar mais um teste antes
da titulação, 3 meses depois da titulação para a dose de 80 mg e,
a seguir, periodicamente (por exemplo, de 6 em 6 meses) durante
o primeiro ano de tratamento. Deve-se dar especial atenção aos
pacientes que apresentarem aumento de transaminases séricas
e, nesses pacientes, as avaliações laboratoriais devem ser imediatamente
repetidas e, a seguir, realizadas com maior freqüência.
Deve-se descontinuar o medicamento se os níveis de transaminases
mostrarem evidência de progressão, particularmente se
aumentarem acima de três vezes o limite superior da normalidade
e persistirem nesse patamar. Deve-se utilizar o medicamento com
cuidado em pacientes que consomem quantidades substanciais
de álcool e/ou apresentem histórico de doença hepática. Hepatopatias
ativas ou aumentos inexplicados de transaminases constituem
contra-indicações para o uso da
Sinvastatina. A exemplo do
que ocorre com outros agentes hipolipemiantes, foram relatados
aumentos moderados (abaixo de três vezes o limite superior da
normalidade) das transaminases séricas após o tratamento com a
Sinvastatina; essas alterações ocorreram logo após o início da terapia,
foram geralmente transitórias, assintomáticas e não exigiram
interrupção do tratamento.
Avaliações Oftalmológicas: É esperado que, com o passar do
tempo, ocorra aumento da prevalência de opacidade do cristalino
como resultado do envelhecimento, mesmo na ausência de qualquer
terapia medicamentosa. Dados atuais de estudos clínicos a
longo prazo não indicam efeito adverso da
Sinvastatina no cristalino
humano.
Uso na gravidez de Sinvastatina
Gravidez: Categoria de risco: X. A
Sinvastatina é contra-indicada
durante a gravidez. A segurança em mulheres grávidas
não foi estabelecida. Há raros relatos de anomalias congênitas em
recém-nascidos de mães que receberam inibidores de HMG-CoA
redutase durante a gravidez. Entretanto, em uma análise de aproximadamente
100 gestações acompanhadas prospectivamente,
de mulheres grávidas expostas a
Sinvastatina ou a outro inibidor
da HMG-CoA redutase estruturalmente relacionado, a incidência
de anomalias congênitas, abortos espontâneos, morte fetal/natimortos,
foi comparável à observada na população geral. Esse
número de gestações foi estatisticamente suficiente para excluir
um aumento de anomalias congênitas 3 a 4 vezes ou maior do que
a incidência conhecida. Em 89% das gestações acompanhadas
prospectivamente, o tratamento com
Sinvastatina foi iniciado antes
da gravidez e descontinuado durante o primeiro semestre de gestação,
quando a gravidez foi constatada.
A aterosclerose é um processo crônico e a descontinuação dos
agentes hipolipemiantes durante a gravidez deve ter pequeno impacto
sobre o risco a longo prazo associado a hipercolesterolemia
primária. Por essas razões, a
Sinvastatina não deve ser usada
por mulheres grávidas, que estejam tentando engravidar ou que
possam estar grávidas. O tratamento com
Sinvastatina deve ser
interrompido durante toda a gestação ou até que se comprove que
a paciente não está grávida (veja CONTRA-INDICAÇÕES).
Nutrizes: Não se sabe se a
Sinvastatina ou os seus metabólitos
são excretados no leite humano. Uma vez que muitos fármacos
são excretados no leite materno e podem causar reações adversas
graves, mulheres que estejam recebendo
Sinvastatina não
devem amamentar (veja CONTRA-INDICAÇÕES).
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES
GRÁVIDAS OU QUE POSSAM FICAR GRÁVIDAS DURANTE
O TRATAMENTO.
Uso Pediátrico: A segurança e a eficácia em crianças não foram
estabelecidas. Até o momento, a
Sinvastatina não é recomendada
para uso pediátrico.
Uso em Idosos: A eficácia da
Sinvastatina avaliada pela redução
do colesterol total e do LDL-colesterol, em pacientes com mais de
65 anos de idade em estudos clínicos controlados, foi semelhante
à observada na população geral e não houve aumento evidente na
freqüência de achados adversos clínicos ou laboratoriais.
Interações medicamentosas de Sinvastatina
Interações com o CIP3A4
A
Sinvastatina é metabolizada pela isoenzima 3A4 do citocromo
P450, mas não exerce atividade inibitória sobre ela; conseqüentemente,
não é esperado que afete as concentrações plasmáticas
de outros medicamentos metabolizados pela CIP3A4. Inibidores
potentes da CIP3A4 (abaixo) aumentam o risco de miopatia por
reduzirem a eliminação da
Sinvastatina.
Veja PRECAUÇÕES, Miopatia/Rabdomiólise e INFORMAÇÕES
TÉCNICAS
Itraconazol, Cetoconazol, Eritromicina, Claritromicina, Inibidores
da protease do HIV, Nefazodona e Ciclosporina.
Interações com medicamentos hipolipemiantes que podem
causar miopatia quando administrados isoladamente
O risco de miopatia também é aumentado pelos seguintes medicamentos
hipolipemiantes que não são inibidores potentes da
CIP3A4, mas que podem causar miopatia quando administrados
isoladamente.
Veja PRECAUÇÕES, Miopatia/Rabdomiólise.
Genfibrozila
Outros fibratos (exceto fenofibrato): não há evidência de que
o risco de miopatia exceda a soma do risco individual de cada
agente quando a
Sinvastatina e o fenofibrato são administrados
concomitantemente.
Niacina (ácido nicotínico) (>1 g/dia)
Outras interações medicamentosas
Amiodarona ou verapamil: O risco de miopatia/rabdomiólise é
aumentado pela administração concomitante de amiodarona ou
verapamil com doses mais altas de
Sinvastatina (veja PRECAUÇÕES,
Miopatia/Rabdomiólise).
Diltiazem: Pacientes em tratamento concomitante com diltiazem e
Sinvastatina na dose de 80 mg apresentaram pequeno aumento do
risco de miopatia (veja PRECAUÇÕES, Miopatia/Rabdomiólise).
Outras interações
O suco de grapefruit contém um ou mais componentes que inibem
o CIP3A4 e podem aumentar os níveis plasmáticos de medicamentos
metabolizados por este sistema enzimático. O efeito do
consumo típico (um copo de 250 mL diariamente) é mínimo (aumento
de 13% nos níveis plasmáticos da atividade inibitória da
HMG-CoA redutase, conforme medido pela área sob a curva de
concentração-tempo) e sem importância clínica. Entretanto, quantidades
muito grandes (acima de 1 litro diariamente) aumentam
significativamente os níveis plasmáticos da atividade inibitória da
HMG-CoA redutase durante a terapia com a
Sinvastatina e devem
ser evitadas (veja PRECAUÇÕES, Miopatia/Rabdomiólise).
Derivados Cumarínicos: Em dois estudos clínicos, um que envolveu
voluntários normais e outro, pacientes hipercolesterolêmicos,
a
Sinvastatina, na dose 20-40 mg/dia, potencializou discretamente
o efeito de anticoagulantes cumarínicos: o tempo de protrombina,
expresso como INR (International Normalized Ratio), aumentou em
relação aos valores do período basal de 1,7 para 1,8 e de 2,6 para
3,4 nos estudos com voluntários e pacientes, respectivamente. O
tempo de protrombina dos pacientes que estejam tomando anticoagulantes
cumarínicos deve ser determinado antes de se iniciar o
tratamento com a
Sinvastatina e sempre que necessário durante a
fase inicial do tratamento para assegurar que não ocorra nenhuma
alteração significativa. Uma vez estabilizado, o tempo de protrombina
poderá ser monitorizado com a periodicidade usualmente
recomendada para pacientes em tratamento com anticoagulantes
cumarínicos. O mesmo procedimento deve ser repetido em caso
de modificação da dose ou de descontinuação da
Sinvastatina. A
terapia com
Sinvastatina não foi associada a sangramento ou alterações
do tempo de protrombina em pacientes que não estavam
utilizando anticoagulantes.
Reações adversas / Efeitos colaterais de Sinvastatina
A
Sinvastatina é geralmente bem tolerada; a maioria das experiências
adversas foi de natureza leve e transitória. Menos de 2% dos
pacientes foram descontinuados dos estudos clínicos controlados
por causa de reações adversas atribuíveis a
Sinvastatina.
Em estudos clínicos controlados realizados antes da comercialização,
os efeitos adversos que ocorreram a uma freqüência de 1% ou
mais, considerados pelo pesquisador como possível, provável ou
definitivamente relacionados à
Sinvastatina foram: dor abdominal,
constipação e flatulência. Outros efeitos adversos que ocorreram
em 0,5% a 0,9% dos pacientes foram astenia e cefaléia.
Miopatia foi raramente relatada.
No Estudo HPS (veja INFORMAÇÕES TÉCNICAS) que envolveu
20.536 pacientes que receberam 40 mg/dia de
Sinvastatina (n =
10.269) ou placebo (n = 10.267), os perfis de segurança foram
comparáveis entre os pacientes que receberam
Sinvastatina e
aqueles que receberam placebo, durante 5,3 anos de estudo, em
média. Neste “megaestudo”, somente os efeitos adversos graves
e as descontinuações por quaisquer efeitos adversos foram documentados.
As taxas de descontinuação por efeitos adversos foram
comparáveis (4,8% dos pacientes que receberam
Sinvastatina,
em comparação a 5,1% dos pacientes que receberam placebo). A
incidência de miopatia foi < 0,1% nos pacientes que receberam
Sinvastatina.
Aumento de transaminases (> 3 vezes o limite superior
da normalidade, confirmado pela repetição do exame), ocorreu em
0,21% (n = 21) dos pacientes que receberam
Sinvastatina em comparação
com 0,09% (n = 9) dos pacientes que receberam placebo.
No Estudo Escandinavo de Sobrevida com
Sinvastatina (4S) (veja
INFORMAÇÕES TÉCNICAS), que envolveu 4.444 pacientes que
receberam 20-40 mg/dia de
Sinvastatina (n = 2.221) ou placebo (n =
2.223), os perfis de segurança e de tolerabilidade foram comparáveis
entre os grupos durante o período mediano de 5,4 anos do estudo.
Em estudos clínicos não controlados ou após a comercialização,
também foram relatados os seguintes efeitos adversos: náuseas,
diarréia, erupção cutânea, dispepsia, prurido, alopecia, tontura,
câimbras musculares, mialgia, pancreatite, parestesia, neuropatia
periférica, vômitos e anemia. Raramente ocorreram rabdomiólise
e hepatite/icterícia. Raramente foi relatada uma síndrome de hipersensibilidade
com algumas das seguintes características: angiodema,
síndrome semelhante ao lúpus, polimialgia reumática,
dermatomiosite, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia, aumento
de VHS, artrite, artralgia, urticária, fotossensibilidade, febre, rubor
facial e do pescoço, dispnéia e mal-estar.
Alterações de exames laboratoriais
Relatos de aumentos acentuados e persistentes das transaminases
séricas foram raros. Foi relatado aumento de fosfatase alcalina
e de g-glutamil transpeptidase. As anormalidades dos testes
de função hepática foram, em geral, leves e transitórias. Foram
relatados aumentos dos níveis de creatinina quinase sérica (CK)
derivada da musculatura esquelética (veja PRECAUÇÕES).
Sinvastatina - Posologia
A variação posológica de
Sinvastatina é de 5-80 mg/dia, administrados
em dose única, à noite. Ajustes posológicos, se necessários,
devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas, até o
máximo de 80 mg/dia, administrados em dose única, à noite.
Pacientes sob alto risco de doença coronariana ou com doença
coronariana
A dose inicial usual de
Sinvastatina é de 40 mg/dia, administrada
em dose única, à noite, para os pacientes de alto risco para doença
coronariana (com ou sem hiperlipidemia), isto é, pacientes
com diabete, histórico de AVC ou de outra doença cerebrovascular,
doença vascular periférica ou doença coronariana. O tratamento
pode ser iniciado simultaneamente à dieta e aos exercícios.
Pacientes com hiperlipidemia (não incluídos nas categorias
de risco já descritas)
O paciente deve iniciar uma dieta-padrão redutora de colesterol
antes de receber
Sinvastatina a qual deverá ser mantida durante o
tratamento com
Sinvastatina.
A dose inicial usual é de 20 mg/dia, administrada em dose única,
à noite. Pacientes que necessitem de redução mais acentuada do
LDL-C (mais de 45%) podem iniciar com a dose de 40 mg/dia.
Pacientes com hipercolesterolemia leve a moderada podem ser
tratados com uma dose inicial de 10 mg de
Sinvastatina. Ajustes
posológicos, se necessários, devem ser feitos conforme especificado
acima.
Pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica
Com base nos resultados de um estudo clínico controlado, a
posologia recomendada para pacientes com hipercolesterolemia
familiar homozigótica é de 40 mg/dia, à noite, ou 80 mg/dia em 3
doses divididas, 2 de 20 mg durante o dia e uma dose noturna de
40 mg. Nesses pacientes, a
Sinvastatina deve ser um adjuvante a
outros tratamentos hipolipemiantes (por exemplo, aférese de LDL)
ou deve ser utilizado quando esses tratamentos não estiverem
disponíveis.
Terapia concomitante
A
Sinvastatina é eficaz isoladamente ou em combinação com os
seqüestrantes de ácidos biliares. Se a
Sinvastatina for utilizada
concomitantemente com ciclosporina, genfibrozila, outros fibratos
(exceto fenofibrato) ou doses hipolipidemiantes de niacina (= 1g/
dia), a dose de
Sinvastatina não deve ser maior do que 10 mg/dia.
Se a
Sinvastatina for utilizada concomitantemente com amiodarona
ou verapamil, a dose de
Sinvastatina não pode ser maior do que 20
mg/dia (veja PRECAUÇÕES, Miopatia/Rabdomiólise e INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS).
Posologia na insuficiência renal
Uma vez que a excreção renal de
Sinvastatina não é significativa,
não devem ser necessárias modificações posológicas para pacientes
com insuficiência renal moderada.
Para pacientes com insuficiência renal grave (depuração plasmática
de creatinina < 30 mL/min), deve-se avaliar cuidadosamente o
uso de doses maiores do que 10 mg/dia; se forem extremamente
necessárias, deverão ser administradas com cautela (veja INFORMAÇÕES
TÉCNICAS).
Características farmacológicas
A
Sinvastatina é um agente redutor do colesterol derivado sinteticamente
de um produto de fermentação do Aspergillus terreus. Após
a ingestão,
Sinvastatina, que é uma lactona inativa, é hidrolisada
ao b-hidroxiácido correspondente. Esse é o principal metabólito e
é um inibidor da 3-hidróxi-3-metilglutaril-co-enzima A (HMG-CoA)
redutase, uma enzima que catalisa um passo precoce e limitante
da taxa de biossíntese do colesterol. Estudos clínicos mostram
que
Sinvastatina é altamente eficaz para reduzir as concentrações
plasmáticas do colesterol total, LDL-colesterol, triglicérides
e VLDL-colesterol; e para aumentar o HDL-colesterol na forma
familiar heterozigótica e não familiar de hipercolesterolemia e hiperlipidemia
mista, quando o colesterol elevado for preocupante
e a dieta apenas se mostre insuficiente. Observam-se respostas
acentuadas em duas semanas e respostas terapêuticas máximas
ocorrem em 4 a 6 semanas. A resposta mantém-se com a continuidade
da terapia. Quando a terapia com
Sinvastatina é interrompida,
os níveis de colesterol e lípides voltam aos níveis anteriores ao
tratamento.
Farmacocinética
A forma ativa da
Sinvastatina é um inibidor específico da HMGCoA
redutase, enzima que catalisa a conversão da HMG-CoA a
mevalonato. Em virtude desta conversão ser um passo inicial da
biossíntese do colesterol, não se espera que a terapia com
Sinvastatina
provoque acúmulo de esteróis potencialmente tóxicos. Além
disso, a HMG-CoA é também rapidamente metabolizada de volta
a acetil-CoA, a qual participa de muitos processos de biossíntese
no organismo.
Em estudos com animais, a
Sinvastatina demonstrou alta seletividade
pelo fígado após administração oral, onde atingiu concentrações
consideravelmente mais altas do que em tecidos não-alvo. A
Sinvastatina sofre amplo metabolismo de primeira passagem no
fígado, principal local para sua ação, com subseqüente excreção
na bile. A exposição sistêmica à forma ativa da
Sinvastatina em
humanos é inferior a 5% da dose oral; destes, 95% estão ligados
às proteínas plasmáticas.
Estudos de eficácia
No Estudo Escandinavo de Sobrevida com
Sinvastatina (4S), o
efeito do tratamento com
Sinvastatina na mortalidade por todas as
causas foi avaliado em 4.444 pacientes com doença coronariana
(DAC) e colesterol total no período basal entre 212-309 mg/dL (5,5-
8,0 mmol/L) durante um período mediano de 5,4 anos. Nesse estudo
multicêntrico, randômico, duplo-cego e controlado com placebo,
a
Sinvastatina reduziu em 30% o risco de morte; em 42%, o risco
de morte por DAC; e em 37% o risco de infarto do miocárdio nãofatal
comprovado no hospital. Além disso,
Sinvastatina reduziu em
37% o risco de procedimentos para revascularização do miocárdio
(bypass da artéria coronariana ou angioplastia coronariana transluminal
percutânea). Em pacientes com diabetes melitus, o risco
de um evento coronariano importante foi reduzido em 55%. Além
disso, a
Sinvastatina reduziu significativamente o risco de eventos
cerebrovasculares fatais e não fatais (acidente vascular cerebral e
ataques isquêmicos transitórios) em 28%.
No Estudo de Proteção do Coração - Heart Protection Study (HPS),
os efeitos do tratamento com
Sinvastatina durante um período de
acompanhamento de 5,3 anos, em média, foram avaliados em
20.536 pacientes com ou sem hiperlipidemia e alto risco de eventos
coronarianos, em decorrência de diabetes, antecedentes de
acidente vascular cerebral (AVC) ou outra doença cerebrovascular,
doença vascular periférica ou doença coronariana. No período basal,
33% apresentavam níveis de LDL inferiores a 116 mg/dL; 25%,
entre 116 mg/dL e 135 mg/dL e 42%, superiores a 135 mg/dL.
Nesse estudo multicêntrico, randômico, duplo-cego e controlado
com placebo,
Sinvastatina 40 mg/dia comparada ao placebo reduziu
o risco de mortalidade por todas as causas em 13%, em conseqüência
da redução de mortes por doença coronariana (18%).
A
Sinvastatina também diminuiu o risco de eventos coronarianos
relevantes (um desfecho composto de IM não fatal ou mortes de
origem coronariana) em 27%. A
Sinvastatina reduziu a necessidade
de procedimentos de revascularização coronariana (incluindo
bypass ou angioplastia coronariana transluminal percutânea) e
procedimentos de revascularização periférica e outros procedimentos
de revascularização não coronarianos, em 30% e 16%,
respectivamente. A
Sinvastatina reduziu o risco de AVC em 25%.
Além disso, a
Sinvastatina reduziu o risco de hospitalização por
angina em 17%. Os riscos de eventos coronarianos e vasculares
relevantes (um desfecho composto que incluiu os eventos coronarianos
relevantes, AVC ou procedimentos de revascularização)
foram reduzidos em cerca de 25% em pacientes com ou sem doença
coronariana, incluindo pacientes com diabetes e pacientes com
doença periférica ou cerebrovascular. Além disso, no subgrupo de
pacientes com diabetes, a
Sinvastatina reduziu o risco do desenvolvimento
de complicações macrovasculares, incluindo procedimentos
de revascularização periférica (cirurgia ou angioplastia),
amputação de membros inferiores ou úlceras nas pernas em 21%.
As reduções de risco produzidas pela
Sinvastatina nos eventos relevantes,
vasculares e coronarianos, foram evidentes e consistentes
independentemente da idade e do sexo do paciente, dos níveis
de LDL-C, HDL-C, TG, apolipoproteína A-I ou apolipoproteína B
no período basal, da presença ou ausência de hipertensão, dos
níveis de creatinina até o limite para inclusão de 2,3 mg/dL, da
presença ou ausência de medicações cardiovasculares (aspirina,
betabloqueadores, inibidores da enzima conversora de angiotensina
[ECA] ou bloqueadores dos canais de cálcio) no período basal,
de tabagismo, de ingestão de álcool ou de obesidade. Ao final de 5
anos, 32% dos pacientes no grupo placebo estavam tomando uma
vastatina (fora do protocolo do estudo); portanto, as reduções de
risco observadas subestimam o real efeito da
Sinvastatina.
Em estudo clínico multicêntrico, controlado com placebo, que utilizou
angiografia coronariana quantitativa e envolveu 404 pacientes,
a
Sinvastatina retardou a progressão da aterosclerose coronariana
e reduziu o desenvolvimento de novas lesões e de novas oclusões
totais, ao passo que as lesões ateroscleróticas coronarianas pioraram
de forma constante ao longo de um período de 4 anos em
pacientes que receberam tratamento-padrão.
As análises de subgrupo de dois estudos que incluíram 147 pacientes
com hipertrigliceridemia (hiperlipidemia tipo IV de Fredrickson)
demonstraram que 20 a 80 mg/dia de
Sinvastatina reduziu
os níveis de triglicérides em 21% a 39% (placebo: 11% a 13%), de
LDL-colesterol em 23% a 35% (placebo: +1% a +3%) e do colesterol
não HDL, em 26% a 43% (placebo: +1% a +3%) e aumentou o
HDL-C em 9% a 14% (placebo: 3%).
Em outra análise de subgrupo de sete pacientes com disbetalipoproteinemia
(hiperlipidemia tipo III de Fredrickson), 80 mg/dia de
Sinvastatina reduziu os níveis de LDL-C, inclusive das lipoproteínas
de densidade intermediária (IDL) em 51% (placebo: 8%) e de
VLDL-colesterol + IDL em 60% (placebo: 4%).
Resultados de eficácia
Ação esperada do medicamento: A
Sinvastatina é um medicamento
altamente eficaz para reduzir o colesterol, quando a dieta
apenas for insuficiente.
Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco
Em estudos clínicos controlados, a eficácia da
Sinvastatina, avaliada
pela redução dos níveis de colesterol total e de LDL-colesterol
em pacientes com mais de 65 anos de idade foi semelhante à
observada na população geral e não houve aumento evidente na
freqüência de achados clínicos ou laboratoriais adversos.
Armazenagem
Conservar em temperatura ambiente
(entre 15oC e 30oC). Proteger da umidade.
Sinvastatina - Informações
zenamento,
o medicamento apresenta prazo de validade de 24
meses a partir da data de fabricação. Ao adquirir o medicamento,
confira sempre o prazo de validade impresso na parte externa da
embalagem. Não utilize o medicamento após o vencimento do
prazo de validade.
Gravidez e lactação: Informe seu médico a ocorrência de gravidez
na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao
médico se está amamentando.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES
GRÁVIDAS OU QUE POSSAM FICAR GRÁVIDAS DURANTE
O TRATAMENTO.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico,
respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção de tratamento: Não interrompa o tratamento sem o
conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações
desagradáveis. A
Sinvastatina geralmente é bem tolerada. A
maioria dos efeitos adversos tem sido de natureza leve e transitória;
os mais comuns são distúrbios digestivos e os menos comuns,
fraqueza e cefaléia. Menos comuns ainda são dores, dolorimento
ou fraqueza muscular, problemas no fígado e hipersensibilidade
(reações alérgicas que podem ter vários sintomas, incluindo dores
nas articulações, febre e falta de ar). Considerando-se que os
problemas musculares em raras ocasiões são graves, procure
seu médico imediatamente se você apresentar dor, dolorimento
ou fraqueza muscular. Informe ao seu médico se você
apresentar um sintoma incomum ou se um sintoma conhecido
persistir ou piorar.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE
DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Enquanto
você estiver tomando
Sinvastatina, seu médico deve ser informado
sobre todos os medicamentos que está tomando ou planeja tomar,
incluindo os medicamentos adquiridos sem prescrição médica.
Você deve informar que está tomando
Sinvastatina a qualquer
médico que prescreva um novo medicamento para você. Uma
vez que a administração concomitante de
Sinvastatina e alguns
medicamentos pode aumentar o risco de problemas musculares,
é particularmente importante informar ao médico se você está tomando
ciclosporina, agentes antifúngicos (tais como o itraconazol
ou o cetoconazol), derivados do ácido fíbrico (tais como genfibrozila
e bezafibrato), os antibióticos eritromicina e claritromicina,
inibidores da protease do HIV (tais como o indinavir, o nelfinavir,
o ritonavir e o saquinavir), o antidepressivo nefazodona, amiodarona
(medicamento usado para o tratamento de alterações do ritmo
dos batimentos cardíacos), verapamil ou diltiazem (medicamentos
utilizados para o tratamento de pressão alta, angina ou outras
afecções cardíacas) ou doses altas (= 1 g /dia) de niacina ou de
ácido nicotínico. Também é importante informar ao seu médico se
você estiver tomando anticoagulantes (medicamentos que evitam
a formação de coágulos sangüíneos) como a varfarina e a femprocumona
ou fenofibrato, outro derivado do ácido fíbrico.
Contra-indicações e precauções: A
Sinvastatina é contra-indicada
para pacientes hipersensíveis a qualquer um de seus
componentes, para pacientes com doenças do fígado ativas
e durante a gravidez e a lactação. Caso ocorra gravidez,
suspenda o tratamento e avise seu médico imediatamente.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.
PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.