Feed

Já é assinante?

Entrar

Xylestesin

Xylestesin - Bula do remédio

Xylestesin com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Xylestesin têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Xylestesin devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Cristália

Apresentação de Xylestesin

emb. c/ 10 amp. de 20 ml a 1% ou 2% c/ ou sem vasoconstritor. Geléia. Amp. a 5% c/ 2 ml. Pom. a 5% Tópica a 10%

Xylestesin - Indicações

O Xylestesin injetável é indicado para produção de anestesia local ou regional por técnicas de infiltração como a injeção percutânea; por anestesia regional intravenosa; por técnicas de bloqueio de nervo periférico como o plexo braquial e intercostal; e por técnicas neurais centrais, como os bloqueios peridural lombar e caudal.

Contra-indicações de Xylestesin

A Lidocaína é contra-indicada em pacientes com conhecida hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Xylestesin

SISTÊMICOS: As reações adversas após a administração de Lidocaína são de natureza similar àquelas observadas com outros agentes anestésicos locais do tipo amida. Estas reações adversas são, em geral, dose-relacionadas, podendo resultar de altos níveis plasmáticos, causados por dosagem excessiva, rápida absorção ou injeção intravascular acidental, podendo ainda resultar da hipersensibilidade, idiossincrasia ou da tolerância diminuída por parte do paciente. As reações adversas graves, são geralmente de natureza sistêmica. Os tipos de reações adversas mais freqüentemente relatados são os seguintes: SISTEMA NERVOSO CENTRAL: As manifestações do SNC são excitatórias e/ou depressoras e podem ser caracterizadas por crises de ausência, nervosismo, apreensão, euforia, confusão, vertigem, sonolência, zumbido, visão nebulosa ou dupla, vômitos, sensação de calor, frio ou entorpecimento, contrações, tremores, convulsões, inconsciência, depressão e parada respiratória. As manifestações excitatórias podem ser muito breves, ou podem não ocorrer, sendo que a primeira manifestação de toxicidade poderá ser a sonolência progredindo para inconsciência e parada respiratória. A sonolência após a administração da Lidocaína é normalmente um sinal precoce de alto nível sangüíneo da droga, podendo ocorrer como conseqüência de sua rápida absorção. SISTEMA CARDIOVASCULAR: Manifestações cardiovasculares são normalmente depressivas, caracterizadas por bradicardia, hipotensão e colapso cardiovascular, podendo resultar em parada cardíaca. ALÉRGICAS: As reações alérgicas são caracterizadas por lesões cutâneas, urticária, edema ou reações anafilactóides. As reações alérgicas podem ser resultantes da sensibilidade ao agente anestésico local, aos bissulfitos ou ao metilparabeno usado como conservante em frascos de múltiplas doses. As reações alérgicas resultantes da sensibilidade à lidocaína são extremamente raras e quando ocorrem devem ser monitoradas por meios convencionais. A detecção da sensibilidade por testes na pele é de valor duvidoso. NEUROLÓGICAS: As incidências de reações adversas associadas ao uso de anestésicos locais podem estar relacionadas à dose total administrada e dependem também da particularidade da droga usada, a via de administração e o estado físico do paciente. Em estudo realizado com 10.440 pacientes que receberam lidocaína para anestesia espinhal, a incidência de reações adversas relatadas foram de cerca de 3% para dor de cabeça postural, hipotensão e dor nas costas; 2% para calafrios e menos que 1 % para sintomas nervosos periféricos, náusea, respiração inadequada e visão dupla. Muitas dessas observações podem estar relacionadas com a técnica anestésica usada, com ou sem a contribuição do anestésico local. Na prática do bloqueio peridural caudal ou lombar pode ocorrer introdução não intencional no espaço subaracnóideo pelo cateter. Subseqüentes reações adversas podem depender particularmente da quantidade de droga administrada no espaço subaracnóideo. Isto pode incluir bloqueio espinhal de grandeza variada (incluindo bloqueio espinhal total), hipotensão secundária ao bloqueio espinhal, perda do controle da bexiga e intestino, e perda da sensação perineal e função sexual. A persistente deficiência motora, sensorial e/ou autonômica (controle do esfíncter) de alguns segmentos espinhais inferiores, com lenta recuperação (vários meses) ou incompleta recuperação, têm sido relatado raramente, quando da realização de bloqueio peridural caudal ou lombar. Dores nas costas e cefaléia têm sido observadas na utilização destes procedimentos anestésicos.

Xylestesin - Posologia

A Tabela de Dosagens Recomendadas resume os volumes e concentrações de Cloridrato de Lidocaína para os vários tipos de procedimentos anestésicos. As dosagens sugeridas nesta tabela são para adultos normais saudáveis e refere-se ao uso de solução sem vasoconstritor. Quando grandes volumes são necessários, somente soluções com vasoconstritor devem ser usadas, exceto naqueles casos em que as drogas vasopressoras são contra-indicadas. Estas doses recomendadas servem somente como guia para a quantidade de anestésico necessária na maioria dos procedimentos de rotina. Os volumes e concentrações reais a serem usadas, depende de fatores tais como, o tipo e extensão do procedimento cirúrgico, intensidade da anestesia e extensão do relaxamento muscular necessário, duração necessária da anestesia e da condição física do paciente. Em todos os casos devem ser adotadas a mais baixa concentração e a menor dose que produzam os resultados desejáveis. As dosagens devem ser reduzidas para crianças, para pacientes idosos e debilitados e para pacientes com doenças cardíacas e/ou hepáticas. O início da anestesia, a duração da anestesia e a extensão do relaxamento muscular são proporcionais ao volume e concentração (dose total) do anestésico local usado. Portanto, o aumento de concentração e volume do injetável de Cloridrato de Lidocaína, diminui o tempo de início da anestesia, prolonga a duração da anestesia, promove uma grande extensão do relaxamento muscular e aumenta a expansão segmentar da anestesia. Entretanto, aumentando o volume e concentração do Cloridrato de Lidocaína, pode resultar numa profunda queda de pressão sangüínea quando usado em anestesia peridural. Embora a incidência de outros efeitos com Lidocaína seja muito baixa, deve ser executado com cautela o emprego de grandes volumes e concentrações, visto que a incidência de outros efeitos é diretamente proporcional à dose total do agente anestésico local injetado. Dosagens Recomendadas de Injetável de Cloridrato de Lidocaína (Sem Epinefrina) PROCEDIMENTO CONCENTRAÇÃO VOLUME DOSE TOTAL INFILTRAÇÃO % ml mg Percutânea 0,5 ou 1,0 1 a 60 5 a 300 Regional Intravenosa 0,5 10 a 60 50 a 300 BLOQUEIO NERVOSO PERIFÉRICO Braquial 1,5 15 a 20 225 a 300 Dental 2,0 1 a 5 20 a 100 Intercostal 1,0 3 30 Paravertebral 1,0 3 a 5 30 a 50 Pudendo (de cada lado) 1,0 10 100 PARACERVICAL Analgesia Obstétrica (de cada lado) 1,0 10 100 BLOQUEIO NERVOSO SIMPÁTICO Cervical (gânglio estrelado) 1,0 5 50 Lombar 1,0 5 a 10 50 a 100 BLOQUEIO NEURAL CENTRAL PERIDURAL* Torácico 1,0 20 a 30 200 a 300 Lombar 1,0 25 a 30 250 a 300 Analgesia 1,5 15 a 20 225 a 300 Anestesia 2,0 10 a 15 200 a 300 CAUDAL Analgesia Obstétrica 1,0 20 a 30 200 a 300 Anestesia Cirúrgica 1,5 15 a 20 225 a 300 * A dose é determinada pelo número de dermátomos a serem anestesiados (2 a 3 ml/dermátomo). OBS.:- As concentrações e volumes sugeridos servem somente como um guia. Outros volumes e concentrações podem ser usados contanto que as doses máximas recomendadas não sejam excedidas. ANESTESIA PERIDURAL: Para anestesia peridural, são recomendados: 1% com Epinefrina 1: 200.000 até 30 ml de solução injetável de Xylestesin. 2% com Epinefrina 1: 200.000 até 20 ml de solução injetável de Xylestesin. Na anestesia peridural, várias dosagens com números de dermátomos são anestesiados (geralmente 2 a 3 ml da concentração indicada por dermátomo). BLOQUEIO PERIDURAL CAUDAL E LOMBAR: Como precaução para possíveis reações adversas, observadas quando da perfuração não intencional no espaço subaracnóideo, uma dose teste de 2 a 3 ml de Cloridrato de Lidocaína a 1,5% deve ser administrada durante no mínimo 5 minutos antes da injeção do volume total necessário para o bloqueio peridural lombar ou caudal. A dose teste deve ser repetida em pacientes em que houve deslocamento do cateter. A epinefrina, se contida na dose teste (10 a 15 mg têm sido sugeridos), pode servir como precaução de injeção intravascular não intencional. Se injetado dentro do vaso sangüíneo, esta quantidade de epinefrina, produz uma transitória reação epinefrina- dentro de 45 segundos, consistindo no aumento do batimento cardíaco e pressão sangüínea sistólica, palidez perioral, palpitação e inquietação no paciente não sedado. O paciente sedado pode exibir somente um aumento na pulsação de 20 ou mais batimentos por minuto por 15 ou mais segundos. Pacientes sob a ação de betabloqueadores podem não manifestar alterações no batimento cardíaco, mas a pressão sangüínea monitorada pode detectar um aumento leve da pressão sangüínea sistólica. Deve-se aguardar um tempo adequado para o início da anestesia após a administração de cada dose teste. A injeção rápida de grandes volumes de Xylestesin com vasoconstritor através de cateter, deve ser evitada, e quando praticada, as doses devem ser fracionadas. No caso de injeção conhecida de grande volume de solução de anestésico local dentro do espaço subaracnóideo, após adequada ressuscitação e se o cateter estiver posicionado, considerar a recuperação da droga por drenagem em quantidade moderada do líquor (cerca de 10 ml) através do cateter peridural. DOSAGENS MÁXIMAS RECOMENDADAS: - Adultos:- Para adultos normais saudáveis, a dose máxima individual recomendada de Cloridrato de Lidocaína com epinefrina não deve exceder 7 mg/kg de peso corporal e em geral é recomendado que a dose máxima total não exceda 500 mg. Quando usada sem epinefrina, a dose máxima individual não deve exceder 4,5 mg/kg do peso corporal e em geral recomenda-se que a dose máxima total não exceda 300 mg. Para anestesia peridural ou caudal contínua, a dose máxima recomendada não deve ser administrada em intervalos menores que 90 minutos. Quando anestesia peridural lombar ou caudal contínua for usada para procedimentos não obstétricos, uma quantidade maior de droga pode ser administrada para a produção adequada de anestesia. A dose máxima recomendada por um período de 90 minutos de Cloridrato de Lidocaína para bloqueio paracervical em pacientes obstétricos e não-obstétricos é de 200 mg. Usualmente aplicam-se 50% da dose total em cada lado. Injetar lentamente esperando 5 minutos para cada lado. (Ver Precauções). • Crianças:- É difícil a recomendação de dose máxima sobre qualquer droga para crianças, pelas variações em função da idade e peso. Para crianças com mais de 3 anos de idade que tenham uma massa corporal normal sem gordura e desenvolvimento normal do corpo, a dose máxima recomendada é determinada pela idade e o peso da criança. Por exemplo, uma criança com 5 anos pesando cerca de 25 kg, a dose de Cloridrato de Lidocaína não deve exceder 75 a 100 mg (3,0 a 4,0 mg/kg). Na prevenção contra toxicidade sistêmica, apenas pequenas concentrações e doses efetivas devem ser as usadas. Em alguns casos será necessário ter disponíveis concentrações diluídas com 0,9% de Cloreto de Sódio injetável para obter concentrações finais necessárias.

Xylestesin - Informações

A Lidocaína estabiliza a membrana neuronal por inibição dos fluxos iônicos necessários para o início e a condução dos impulsos efetuando deste modo a ação do anestésico local.

Conecte-se

Feed

Sobre o MedicinaNET

O MedicinaNET é o maior portal médico em português. Reúne recursos indispensáveis e conteúdos de ponta contextualizados à realidade brasileira, sendo a melhor ferramenta de consulta para tomada de decisões rápidas e eficazes.

Medicinanet Informações de Medicina S/A
Av. Jerônimo de Ornelas, 670, Sala 501
Porto Alegre, RS 90.040-340
Cnpj: 11.012.848/0001-57
(51) 3093-3131
info@medicinanet.com.br


MedicinaNET - Todos os direitos reservados.

Termos de Uso do Portal