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Atensina

Atensina - Bula do remédio

Atensina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Atensina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Atensina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Boehringer

Apresentação de Atensina

emb. c/ 30 compr.: compr. de 0,100 ou 0,150 ou 0,200 mg.

Atensina - Indicações

Hipertensão arterial. Atensina pode ser usada isoladamente ou associada a outros anti-hipertensivos.

Contra-indicações de Atensina

Hipersensibilidade conhecida à clonidina e a outros componentes da fórmula. Pacientes portadores de bradiarritmia grave conseqüente da doença do nódulo sinusal ou do bloqueio AV de 2º ou 3º graus

Atensina - Posologia

A doença hipertensiva desenvolve-se muito lentamente e, assim sendo, para preservar o bem-estar do paciente, não é recomendável uma redução rápida dos valores pressóricos, exceto nos casos de crise hipertensiva. O tratam. da hipertensão exige supervisão médica regular. Para a maioria dos casos de hipertensão leve e moderada, é suficiente uma dose diária de Atensina, variando de 0,075 a 0,200 mg. Deste modo, recomenda-se iniciar o tratam. c/ uma dose única diária, à noite, de 0,075 mg, 0,100 mg, 0,150 mg ou 0,200 mg, de acordo c/ o grau de severidade do quadro clínico. Na eventualidade de não ser obtido o controle desejado dos valores tensionais dentro de 2 a 4 semanas, a dose diária poderá ser aumentada, administrando-se pela manhã dose idêntica à da noite. Para alguns casos pode ser necessário ampliar a posologia, sucessivamente, até que a pressão arterial se situe em níveis adequados. Salvo determinadas exceções, um aumento da dose diária para mais de 0,450 mg não proporciona, em geral, uma redução adicional importante dos valores pressóricos. Somente nas formas de hipertensão grave pode ser necessário um aumento da dose diária até 0,900 mg, que deverá ser subdividida em 3 doses individuais de 0,300 mg cada. Em casos de insuficiência renal, a dose deve ser estabelecida de acordo c/ a resposta anti-hipertensiva individual de cada paciente, podendo apresentar variações importantes, sendo necessária uma monitorização minuciosa. Como durante a hemodiálise de rotina é eliminada somente uma quantidade mínima de clonidina, não é necessário administrar uma dose suplementar do produto após a diálise. Observação: Desconhecem-se restrições ou precauções especiais para o uso do produto em pacientes c/ idade superior a 65 anos.

Atensina - Informações

O cloridrato de clonidina atua essencialmente sobre o sistema nervoso central, reduzindo o fluxo adrenérgico para o sistema cardiocirculatório, diminuindo assim a resistência vascular periférica e determinando uma redução da pressão arterial. Ocorre também uma diminuição da resistência vascular renal; entretanto, o fluxo hemático renal e o índice de filtração glomerular se mantêm praticamente inalterados. Na maioria dos pacientes tratados c/ clonidina, observou-se ainda uma diminuição da freqüência do pulso, sem alterar, contudo, a resposta hemodinâmica normal ao exercício. A farmacocinética da clonidina é proporcional às doses, dentro dos limites de 100-600 mcg. A clonidina é bem absorvida e não existe efeito de primeira passagem hepática. A distribuição nos tecidos é rápida e ampla e a substância atravessa as barreiras hematoencefálica e placentária. Sua fixação nas proteínas plasmáticas é de 30-40%. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 13 horas, podendo oscilar entre 10 e 20 horas, independente de sexo ou raça do paciente. Porém, pode ser prolongado até 41 horas se os pacientes apresentarem deterioração grave da função renal. Cerca de 70% da dose administrada são excretados pela urina, principalmente na forma de fármaco inalterado (40-60% da dose). O seu metabólito principal, p-hidroxiclonidina, é farmacológicamente inativo. Aproximadamente 20% da quantidade total é excretada pelas fezes. O efeito anti-hipertensivo se consegue c/ concentrações plasmáticas entre 0,2 e 1,5 ng/ml em pacientes c/ função excretora normal. Um aumento nos níveis plasmáticos não melhora o efeito anti-hipertensivo. Estudos c/ doses únicas foram realizadas em cinco espécies de animais, por via oral e parenteral. Os valores de DL50 via oral, foram de 70,8 mg/kg em camundongos e 192 mg/kg em ratos. O limite da DL50 oral foi de 80 mg/kg em coelhos, > 30 mg/kg em cachorros e 150 mg/kg em macacos. Os valores de DL50 s.c. foram > 3 mg/kg em cachorros e 153 mg/kg em ratos. Depois da administração i.v., o limite da dose letal foi de 26 mg/kg em camundongos, 69 mg/kg em ratos, 45 mg/kg em coelhos e 6,25 mg/kg em cachorros. Em todas as espécies e c/ todas as vias de administração, os sinais tóxicos consistiram em exoftalmia, ataxia e tremor. Antes da morte, ocorreram convulsões tônico-clônicas. Por outro lado, foram observadas excitação e agressividade alternando c/ sedação (camundongos, ratos, cachorros), sialorréia e taquipnéia (cachorros), assim como hipotermia e apatia (macacos).

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