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Magnen b6

Magnen b6 - Bula do remédio

Magnen b6 com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Magnen b6 têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Magnen b6 devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Marjan

Apresentação de Magnen b6

cx 30 comp

Magnen b6 - Indicações

Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) está indicado como suplemento vitamínico-mineral nos seguintes casos: dietas restritivas e inadequadas; como auxiliar do sistema imunológico; em doenças crônicas ou convalescença; para idosos.

Contra-indicações de Magnen b6

Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) comprimidos revestidos não deve ser administrado em pacientes parkinsonianos, em uso de levodopa isolada e em pessoas com reconhecida hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. Nos casos de insuficiência renal grave Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) está contraindicado.

Advertências

A piridoxina em doses altas (2,0 a 6,0 g/dia) e por períodos prolongados, pode ocasionar Neuropatia Periférica, cursando com alterações sensoriais, ataxia e fraqueza muscular. Com a suspensão do uso da piridoxina a alteração neuronal apresenta melhora gradativa, em geral, com recuperação completa do quadro. Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) deve ser utilizado com cautela em pacientes portadores de arritmia ou bloqueios cardíacos, miocardiopatias, e insuficiência renal leve ou moderada. Nos casos de insuficiência renal severa Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) está contraindicado. Não são conhecidos dados que associem a ingestão do glicinato de magnésio de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) com episódios de diarréia.

Uso na gravidez de Magnen b6

Não são conhecidas restrições específicas sobre o uso de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) na gravidez e lactação quando obedecidas posologia e quantidades diárias recomendadas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas de Magnen b6

Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) comprimidos revestidos não deve ser administrado em pacientes parkinsonianos, em uso de levodopa isolada, pois a piridoxina reduz seu efeito. Isso parece não ocorrer quando a levodopa está associada a inibidores de descarboxilase. Além disto, a piridoxina possivelmente interage com glimepirida aumentando seu efeito hipoglicemiante. Se necessário considerar redução de dose de glimepirida. O glicinato de magnésio, substância presente na combinação de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina), geralmente não interage, ou apresenta interação mínima com alimentos e medicamentos. Ainda assim, alguns medicamentos devem ter seus efeitos terapêuticos monitorados em vista da possível interação com o mineral magnésio. Possível diminuição de efeito: anticoagulantes orais, cetoconazol, cimetidina, ranitidina, clordiazepóxido, demeclociclina, diazepam, digitálicos, digoxina, salicilatos, moxifloxacino, dexametasona, prednisona e tetraciclinas. Possível potencialização de efeito (considerar efeito tóxico): anfetaminas, efedrina, levodopa, quinidina, amicacina, dibecacina e cisatracúrio. A ingestão de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) juntamente com esteróides anabólicos ou anabolizantes pode aumentar o risco de edema. A ingestão de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) não altera a absorção de eterocoxibe. O glicinato de magnésio, substância presente na combinação de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina), não causa toxicidade em pacientes portadores de insuficiência renal leve e moderada, quando administrado nas doses diárias recomendadas. Ainda assim, pacientes com depuração plasmática de creatinina inferior a 15mL/min devem ter sua função renal monitorada com maior cautela quando administrado Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina). Nos casos de insuficiência renal severa Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) está contraindicado.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Magnen b6

A ingestão de piridoxina pode causar sintomas gastrintestinais como náusea, vômito, irritação gástrica e diarréia, bem como prurido e rubor da pele. Não são conhecidos dados que associem a ingestão do glicinato de magnésio de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) com episódios de diarréia.

Magnen b6 - Posologia

Ingerir dois comprimidos revestidos de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) por dia, em uma ou duas tomadas ou a critério do médico, com pequena quantidade de líquido, após as refeições, administrados por via oral. Engolir os comprimidos com água, sem mastigá-los. Os comprimidos de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) não devem ser partidos ou desintegrados. Em casos graves, a dose poderá ser aumentada a critério médico.

Superdosagem

A ingestão de altas doses de magnésio pode acarretar alterações do ritmo cardíaco (como assistolia e bradicardia), depressão do sistema nervoso central, coma, hipotensão arterial, paralisia muscular, insuficiência renal e insuficiência respiratória. As vitaminas hidrossolúveis são excretadas mais rapidamente pelo organismo. Desta forma, há menores possibilidades de ocorrência de superdosagem de piridoxina. No entanto, sintomas de alterações sensoriais, ataxia, fraqueza muscular, cefaléia, dor abdominal, náusea, tontura e vômitos podem ocorrer. No caso de aparecimento de algum destes sintomas procure imediatamente um médico para que sejam adotadas medidas apropriadas de desintoxicação. Caso seja caracterizada superdosagem, orientar o paciente a procurar atendimento médico imediatamente para que as medidas apropriadas de desintoxicação sejam adotadas.

Características farmacológicas

Magnésio O magnésio é o quarto mineral em maior abundância no organismo humano e está envolvido em cerca de 325 reações enzimáticas, incluindo a produção de energia celular via formação do complexo ATP-Mg, estabilização da membrana celular, síntese de ácidos nucléicos, proteínas e organelas citoplasmáticas. Logo, este mineral desempenha importante papel na estabilidade elétrica e integridade da membrana celular, contração muscular, condução nervosa, regulação do tônus vascular entre outros. O déficit de magnésio no organismo provém de duas origens: deficiência e depleção. A deficiência ocorre por ingesta inadequada e/ou reduzida. Já a depleção deste mineral deve-se ao fato da desregulação do mecanismo de absorção/excreção sofrendo também efeitos de múltiplos fatores, sobretudo influenciados pela idade, comorbidades e ingestão de medicamentos. Os quadros de hipomagnesemia causados pelo déficit deste mineral podem acarretar manifestações clínicas no sistema nervoso central como apatia, depressão, psicose, euforia e letargia. Outras alterações como maior susceptibilidade ao Estresse Oxidativo, maior atividade dos neurotransmissores excitatórios (menor no caso dos inibitórios) também podem acontecer. Já no sistema neuromuscular a hiperexcitabilidade neuronal é factível causando câimbras, fasciculações, fraqueza muscular, tremores, ataxia, nistagmo, tetania, mioclonia e convulsões. Níveis aumentados de glucocorticóides, presentes normalmente em situações de estresse, podem causar depleção de magnésio no organismo. Há ainda, nestes estados, uma mobilização maior deste mineral do meio intra para o meio extracelular com decorrente excreção urinária aumentada. Piridoxina A piridoxina converte-se no organismo primeiramente em piridoxal 5’-fosfato (PLP), que atua como coenzima de cerca de 100 reações bioquímicas, a maioria das quais relacionada com o metabolismo de proteínas e aminoácidos. O PLP desempenha importante papel na síntese de neurotransmissores como a noradrenalina (noraepinefrina), dopamina, serotonina (5-HT), glicina, D-serina, glutamato, ácido gama-aminobutírico (GABA) e histamina. Participa de reações de degradação de aminoácidos, em que um dos produtos finais é a acetilcoenzima A (AcCoA), necessária à produção de energia e à síntese de proteínas, lipídios e acetilcolina. Atua ainda como coenzima na primeira etapa da síntese de esfingosina, substância que ocupa posição chave no metabolismo dos esfingolipídios, componentes essenciais das membranas celulares nas bainhas de mielina. Estes esfingolipídios têm renovação metabólica muito rápida, a preservação de sua integridade estrutural e funcional do sistema nervoso requer síntese constante de esfingosina o que depende, portanto, do aporte de piridoxina. O PLP também age como coenzima da lisiloxidase, enzima que induz o entrelaçamento das fibrilas de colágeno, originando tecido conjuntivo elástico e resistente. A carência de piridoxina determina alterações na pele e mucosas: lesões seborréicas da face, glossite, estomatite; no sistema nervoso central e periférico: convulsões, depressão, neuropatia; na hematopoese: anemia microcítica hipocrômica, com reserva normal ou aumentada de ferro (anemia sideroblástica). O cloridrato de piridoxina possui importante papel no transporte através da membrana celular do mineral magnésio. Sendo assim, a ingesta adequada de cloridrato de piridoxina faz-se necessária para a manutenção dos níveis intracelulares deste mineral. Características farmacocinéticas Após a absorção pelo intestino delgado, a piridoxina (assim como outras vitaminas do complexo B) é distribuída por todo o organismo. A eliminação se dá principalmente pela urina. O glicinato de magnésio presente em Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) é mais bem absorvido pelo organismo que os outros sais comuns de magnésio (por exemplo, sulfato, óxido, carbonato). O local de sua absorção é o intestino delgado, especialmente o jejuno, transportado ativamente como um dipeptídeo estável. O glicinato de magnésio não necessita conversão enzimática ou ligação a proteínas plasmáticas carreadoras, característica fundamental dentre as necessárias para uma forma altamente biodisponível. Estudos de segurança pré-clínicos Estudos em cobaias demonstraram a segurança das vitaminas do complexo B e do magnésio em seus diversos sais derivados. Não há relatos de toxicidade em humanos nas doses terapêuticas recomendadas. A DL50 em camundongos do cloridrato de piridoxina é de 4g/kg. Visto que a fonte de magnésio de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) é composto por glicinato de magnésio e óxido de magnésio na proporção de 3,6:1,0 (78%:21%), além de outros compostos sem fins terapêuticos como ácido cítrico (9%), maltodextrina (3,5%) e óxido de silício E551 (1%), não há registros específicos de toxicidade para esta combinação de substâncias. No entanto as toxicidades individuais, em animais, de seus componentes terapêuticos são conhecidas: Glicinato de magnésio: DL50 oral em ratos 522mg/kg; Óxido de magnésio: TCL0 inalatória em camundongos 1,120mg/m3/24H/29D.

Resultados de eficácia

Por se tratar de um suplemento vitamínico-mineral, não há dados de eficácia disponíveis.

Modo de usar

Ingerir dois comprimidos revestidos de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) por dia, em uma ou duas tomadas ou a critério do médico, com pequena quantidade de líquido, após as refeições, administrados por via oral. Engolir os comprimidos com água, sem mastigá-los. Os comprimidos de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) não devem ser partidos ou desintegrados.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Uso Pediátrico Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) não é recomendado para crianças com idade inferior a 10 anos. Pacientes idosos Não existem restrições específicas ao uso de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) em pacientes idosos (acima de 65 anos).

Armazenagem

O produto deve ser conservado em temperatura ambiente (temperatura entre 15° e 30°C), em sua embalagem original protegido da luz e umidade.

Magnen b6 - Informações

Cada comprimido revestido de Magnen b6 contém: . (*). glicinato de magnésio (equivalente a 130,0mg de magnésio elementar) . 722,2 mg. 100%. cloridrato de piridoxina (vitamina B6). 1,0mg. 154%. Excipientes ..... q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: celulose microcristalina, copovidona, croscarmelose sódica, dióxido de silício coloidal, gliceril behenato, povidona, opadry II, dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo. (*) Teor percentual do componente na posologia máxima relativo à Ingestão Diária Recomendada para Adultos Magnésio O magnésio é o quarto mineral em maior abundância no organismo humano e está envolvido em cerca de 325 reações enzimáticas, incluindo a produção de energia celular via formação do complexo ATP-Mg, estabilização da membrana celular, síntese de ácidos nucléicos, proteínas e organelas citoplasmáticas. Logo, este mineral desempenha importante papel na estabilidade elétrica e integridade da membrana celular, contração muscular, condução nervosa, regulação do tônus vascular entre outros. O déficit de magnésio no organismo provém de duas origens: deficiência e depleção. A deficiência ocorre por ingesta inadequada e/ou reduzida. Já a depleção deste mineral deve-se ao fato da desregulação do mecanismo de absorção/excreção sofrendo também efeitos de múltiplos fatores, sobretudo influenciados pela idade, comorbidades e ingestão de medicamentos. Os quadros de hipomagnesemia causados pelo déficit deste mineral podem acarretar manifestações clínicas no sistema nervoso central como apatia, depressão, psicose, euforia e letargia. Outras alterações como maior susceptibilidade ao Estresse Oxidativo, maior atividade dos neurotransmissores excitatórios (menor no caso dos inibitórios) também podem acontecer. Já no sistema neuromuscular a hiperexcitabilidade neuronal é factível causando câimbras, fasciculações, fraqueza muscular, tremores, ataxia, nistagmo, tetania, mioclonia e convulsões. Níveis aumentados de glucocorticóides, presentes normalmente em situações de estresse, podem causar depleção de magnésio no organismo. Há ainda, nestes estados, uma mobilização maior deste mineral do meio intra para o meio extracelular com decorrente excreção urinária aumentada. Piridoxina A piridoxina converte-se no organismo primeiramente em piridoxal 5’-fosfato (PLP), que atua como coenzima de cerca de 100 reações bioquímicas, a maioria das quais relacionada com o metabolismo de proteínas e aminoácidos. O PLP desempenha importante papel na síntese de neurotransmissores como a noradrenalina (noraepinefrina), dopamina, serotonina (5-HT), glicina, D-serina, glutamato, ácido gama-aminobutírico (GABA) e histamina. Participa de reações de degradação de aminoácidos, em que um dos produtos finais é a acetilcoenzima A (AcCoA), necessária à produção de energia e à síntese de proteínas, lipídios e acetilcolina. Atua ainda como coenzima na primeira etapa da síntese de esfingosina, substância que ocupa posição chave no metabolismo dos esfingolipídios, componentes essenciais das membranas celulares nas bainhas de mielina. Estes esfingolipídios têm renovação metabólica muito rápida, a preservação de sua integridade estrutural e funcional do sistema nervoso requer síntese constante de esfingosina o que depende, portanto, do aporte de piridoxina. O PLP também age como coenzima da lisiloxidase, enzima que induz o entrelaçamento das fibrilas de colágeno, originando tecido conjuntivo elástico e resistente. A carência de piridoxina determina alterações na pele e mucosas: lesões seborréicas da face, glossite, estomatite; no sistema nervoso central e periférico: convulsões, depressão, neuropatia; na hematopoese: anemia microcítica hipocrômica, com reserva normal ou aumentada de ferro (anemia sideroblástica). O cloridrato de piridoxina possui importante papel no transporte através da membrana celular do mineral magnésio. Sendo assim, a ingesta adequada de cloridrato de piridoxina faz-se necessária para a manutenção dos níveis intracelulares deste mineral. Características farmacocinéticas Após a absorção pelo intestino delgado, a piridoxina (assim como outras vitaminas do complexo B) é distribuída por todo o organismo. A eliminação se dá principalmente pela urina. O glicinato de magnésio presente em Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) é mais bem absorvido pelo organismo que os outros sais comuns de magnésio (por exemplo, sulfato, óxido, carbonato). O local de sua absorção é o intestino delgado, especialmente o jejuno, transportado ativamente como um dipeptídeo estável. O glicinato de magnésio não necessita conversão enzimática ou ligação a proteínas plasmáticas carreadoras, característica fundamental dentre as necessárias para uma forma altamente biodisponível. Estudos de segurança pré-clínicos Estudos em cobaias demonstraram a segurança das vitaminas do complexo B e do magnésio em seus diversos sais derivados. Não há relatos de toxicidade em humanos nas doses terapêuticas recomendadas. A DL50 em camundongos do cloridrato de piridoxina é de 4g/kg. Visto que a fonte de magnésio de Magnen b6 (glicinato de magnésio + cloridrato de piridoxina) é composto por glicinato de magnésio e óxido de magnésio na proporção de 3,6:1,0 (78%:21%), além de outros compostos sem fins terapêuticos como ácido cítrico (9%), maltodextrina (3,5%) e óxido de silício E551 (1%), não há registros específicos de toxicidade para esta combinação de substâncias. No entanto as toxicidades individuais, em animais, de seus componentes terapêuticos são conhecidas: Glicinato de magnésio: DL50 oral em ratos 522mg/kg; Óxido de magnésio: TCL0 inalatória em camundongos 1,120mg/m3/24H/29D.

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