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Índice

Algestona e Estradiol

Algestona e Estradiol - Bula do remédio

Algestona e Estradiol com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Algestona e Estradiol têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Algestona e Estradiol devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Referência

Perlutan (Boehringer)

Apresentação de Algestona e Estradiol

Solução injetável de 150 mg + 10 mg: embalagem com 1 ampola de 1 mL.

Algestona e Estradiol - Indicações

PERLUTAN é indicado como contraceptivo injetável de uso mensal.
PERLUTAN pode também ser utilizado no controle de irregularidades menstruais e como medicação supletiva estrógeno-progestacional.

Contra-indicações de Algestona e Estradiol

PERLUTAN não deve ser utilizado em mulheres que apresentam as seguintes condições, como estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) - Critérios de Elegibilidade Médica para Uso Contraceptivo de anticoncepcionais injetáveis combinados:
•Hipersensibilidade a qualquer componente da formulação do produto;
•Gravidez ou suspeita de gravidez;
•Amamentação (menos de 6 semanas pós-parto);
•Câncer de mama atual ou conhecido ou suspeita de malignidade hormônio-dependente na mama ou órgão genital;
•Cefaleias graves (recorrentes, incluindo enxaqueca) com sintomas neurológicos focais;
•Hipertensão grave (Pressão Arterial (PA) > 180/110 mmHg);
•Doença vascular;
•Histórico atual ou pregresso de tromboflebite ou distúrbio tromboembólico (trombose venosa profunda (TVP), embolia pulmonar (EP) ou acidente vascular cerebral (AVC), TVP/EP estabelecida em tratamento anticoagulante;
•Histórico atual ou pregresso de cardiopatia isquêmica (incluindo infarto do miocárdio) ou cardiopatia valvar complicada;
•Diabetes com nefropatia, retinopatia, neuropatia ou outra doença vascular, ou diabetes com duração superior a 20 anos;
•Lúpus eritematoso sistêmico com anticorpos anti-fosfolípides positivos;
•Presença ou histórico de distúrbios ou doenças do fígado, incluindo cirrose grave (descompensada), tumores do fígado (maligno: hepatocarcinoma), hepatite ativa, icterícia colestática da gravidez ou icterícia com o uso de anticoncepcional hormonal prévio, incluindo prurido grave na gravidez;
•Cirurgia de grande porte com imobilização prolongada;
•Sangramento uterino ou vaginal anormal;
•Tabagismo intenso (≥ 15 cigarros por dia) e idade acima de 35 anos.

Este medicamento é contraindicado durante a gravidez. PERLUTAN está classificado na categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Advertências

Apesar de PERLUTAN ser altamente eficaz, a prática e os estudos têm mostrado que podem ocorrer casos de gravidez, uma vez que, como todos os demais métodos de contracepção, este também não protege 100% das mulheres. A ocorrência desses casos de gravidez resulta de falhas do próprio método contraceptivo e/ou de outros fatores não relacionados ao medicamento.

Deve-se ter cautela se PERLUTAN for administrado nas seguintes situações:
•Histórico de hipertensão ou pressão arterial de 160-180 mmHg/100-110 mmHg;
•Histórico familiar de doença vascular;


•Hiperlipidemia conhecida;
•Cirurgia de grande porte sem imobilização prolongada;
•Amamentação (6 semanas – 6 meses pós-parto);
•< 21 dias pós-parto (não amamentando);
•Histórico de câncer de mama ou histórico familiar de câncer de mama;
•Uso de determinados antibióticos, terapias antirretrovirais ou anticonvulsivantes;
•Tumores de fígado (benigno: adenoma hepatocelular);
•Doença inflamatória intestinal (colite ulcerativa e doença de Crohn; contraceptivos hormonais combinados podem piorar esta condição);
•Síndrome hemolítica urêmica (contraceptivos hormonais combinados podem piorar esta condição).
Em tais casos, a utilização do medicamento exige um cuidadoso julgamento clínico, tendo em conta a gravidade da condição e a disponibilidade, praticabilidade e aceitabilidade de métodos alternativos de contracepção, assim como um cuidadoso acompanhamento.

Avaliação médica
Antes de iniciar o uso de PERLUTAN, assim como anualmente durante o seu uso, recomenda-se uma avaliação médica e ginecológica minuciosa e completa, incluindo exame de Papanicolau.
Deve-se evitar o uso do produto em adolescentes que ainda não apresentem ciclos menstruais em ritmo regular.

Distúrbios vasculares
Um aumento do risco de infarto do miocárdio tem sido atribuído ao uso de anticoncepcional hormonal combinado. Este risco ocorre principalmente em fumantes ou mulheres com outros fatores de risco subjacentes para doença arterial coronariana como hipertensão, hipercolesterolemia, obesidade mórbida e diabetes.
Foi demonstrado que fumar em combinação com o uso de anticoncepcional hormonal combinado contribui substancialmente para a incidência de infartos do miocárdio em mulheres na faixa dos trinta anos de idade ou mais, com o tabagismo representando a maioria dos casos em excesso. As taxas de mortalidade associadas a doenças circulatórias têm demonstrado que aumentam substancialmente em fumantes com 35 anos de idade ou mais e em não fumantes com mais de 40 anos de idade que usam contraceptivos hormonais combinados.
O tabagismo aumenta o risco de efeitos adversos cardiovasculares. Recomenda-se que mulheres tratadas com contraceptivos hormonais de qualquer tipo não fumem.
Os contraceptivos hormonais combinados podem agravar os efeitos de fatores de risco bem conhecidos, tais como hipertensão, diabetes, hiperlipidemias, idade e obesidade. Em particular, alguns progestogênios são conhecidos por diminuir as lipoproteínas de alta densidade (HDL) e causar intolerância à glicose, enquanto que os estrogênios podem criar um estado de hiperinsulinemia. Adicionalmente, alguns progestogênios podem elevar os níveis de LDL e tornar o controle de hiperlipidemias mais difícil. Além disso, as hiperlipidemias são um fator de risco cardiovascular conhecido.


Os contraceptivos hormonais combinados têm demonstrado aumentar a pressão arterial. A incidência de hipertensão aumenta com concentrações crescentes de progestágenos. PERLUTAN é contraindicado em pacientes com hipertensão grave (ver Contraindicações). Mulheres com história de hipertensão, doenças relacionadas à hipertensão ou doença renal devem ser encorajadas a utilizar outro método de contracepção. Se as mulheres optarem pelo uso de contraceptivos hormonais combinados, estas devem ser cuidadosamente monitoradas e, se ocorrer elevação significativa da pressão arterial, o uso de PERLUTAN deverá ser descontinuado. Efeitos semelhantes sobre os fatores de risco têm sido associados a um risco aumentado de doença cardíaca. PERLUTAN deve ser usado com precaução em mulheres com fatores de risco para doenças cardiovasculares.
Quanto ao tromboembolismo, um risco aumentado de doenças tromboembólicas e trombóticas associadas com o uso de contraceptivos hormonais combinados está bem estabelecido. Um aumento do risco de complicações tromboembólicas pós-operatórias tem sido relatado com o uso de contraceptivos hormonais combinados. O risco relativo de trombose venosa em mulheres que têm condições predisponentes é ainda maior em comparação com as mulheres sem tais condições médicas. Se possível, os contraceptivos devem ser interrompidos pelo menos 4 semanas antes e por 2 semanas após a cirurgia eletiva de um tipo associado a um aumento do risco de tromboembolismo e durante e ao longo da imobilização prolongada.
Uma vez que o período pós-parto imediato também está associado a um risco aumentado de tromboembolismo, os contraceptivos hormonais combinados, como PERLUTAN, devem ser iniciados não antes que 21 dias após o parto (ver Contraindicações). O médico deve estar alerta para as primeiras manifestações de distúrbios trombóticos (tromboflebite, embolia pulmonar, doenças cerebrovasculares e trombose da retina). Se alguma destas manifestações ocorrer ou se suspeitar-se de sua ocorrência, PERLUTAN não deve ser readministrado.
Os contraceptivos hormonais combinados têm demonstrado aumentar tanto os riscos relativos quanto os atribuíveis de eventos cerebrovasculares (trombóticos e acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos), embora, em geral, o risco seja maior entre as mais velhas (> 35 anos) e mulheres hipertensas que também fumam. A hipertensão foi encontrada como sendo um fator de risco para usuárias e não usuárias, para ambos os tipos de acidentes vasculares cerebrais, enquanto que o tabagismo interagiu para aumentar o risco de acidente vascular cerebral hemorrágico.

Carcinoma dos órgãos reprodutores e mamas
O risco de câncer de mama pode ser ligeiramente aumentado entre as usuárias atuais e recentes de contraceptivos orais combinados, este risco excessivo diminui ao longo do tempo após a descontinuação do produto. Além disso, os cânceres de mama diagnosticados em usuárias de contraceptivos orais atuais ou não já tendem a ser menos invasivos do que em não usuárias. O risco de câncer de mama não aumenta com a duração do uso e não há relação encontrada com a dose ou tipo de esteroide. Mulheres que atualmente têm ou tiveram câncer de mama não devem usar contraceptivos hormonais combinados porque o câncer de mama é um tumor com sensibilidade hormonal.


Alguns estudos sugerem que o uso de contraceptivos orais tem sido associado com um aumento do risco de neoplasia intraepitelial cervical em algumas populações de mulheres. Um aumento nas estimativas de risco relativo de câncer cervical invasivo de células escamosas tem sido associado com a utilização de medroxiprogesterona em mulheres que foram inicialmente expostas antes da idade de 35 anos. Apesar de muitos estudos sobre a relação entre o uso de contraceptivos orais e câncer de mama e do colo do útero, uma relação de causa e efeito não foi estabelecida. Não há estudos de longo prazo realizados com PERLUTAN para avaliar o risco para o carcinoma dos órgãos reprodutivos.

Sangramento vaginal inexplicável ou irregularidades de sangramento
A maioria das mulheres que usa contraceptivo teve alteração nos padrões de sangramento menstrual, incluindo amenorreia. Padrões de sangramento alterados incluem sangramento frequente, sangramento irregular, sangramento prolongado, sangramento não frequente e amenorreia. Se o sangramento anormal associado com PERLUTAN persistir ou se agravar, uma investigação adequada deve ser instituída para descartar a possibilidade de patologia orgânica e deve ser instituído tratamento adequado, se necessário. Em caso de amenorreia, a possibilidade de gravidez deve ser investigada e excluída.

Lesões oculares
Houve relatos de casos clínicos de trombose da retina associada com o uso de contraceptivos orais. A administração do contraceptivo PERLUTAN injetável mensalmente deve ser interrompida se houver perda inexplicável parcial ou total da visão, desencadeamento de proptose ou diplopia, papiledema ou lesões vasculares da retina. Medidas diagnósticas e terapêuticas adequadas devem ser tomadas imediatamente.

Distúrbios hepáticos
Doenças do fígado (cirrose grave (descompensada), hepatite viral):
Hormônios esteroides podem ser fracamente metabolizados em pacientes com função hepática comprometida. Os distúrbios agudos ou crônicos da função hepática poderão exigir a descontinuação de uso dos contraceptivos até que os marcadores da função hepática voltem ao normal e a causalidade dos contraceptivos tiver sido excluída.

Tumores hepáticos (benignos: adenoma hepatocelular):
Adenomas hepáticos benignos estão associados ao uso de contraceptivos orais, embora a incidência de tumores benignos seja rara. A ruptura de adenomas hepáticos benignos pode causar a morte através de hemorragia intra-abdominal.

Efeitos na ovulação
PERLUTAN inibe a ovulação de maneira transitória e não é causa de esterilidade a posteriori. No entanto, deve-se ter em conta que, como ocorre com outros anticoncepcionais hormonais, o ciclo ovulatório natural pode ser interrompido por 2 a 3 meses após a suspensão do tratamento.



Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas
Não há estudos sobre potenciais efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas. Entretanto, as pacientes devem ser avisadas que podem surgir efeitos indesejáveis como tontura durante o tratamento com PERLUTAN. Assim, recomenda-se cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas. Se a paciente tiver tonturas, deve ser orientada a evitar tarefas potencialmente perigosas como dirigir ou operar máquinas.

Fertilidade, gravidez e lactação
Gravidez
Este medicamento é contraindicado durante a gravidez.
PERLUTAN não deve ser usado para testes de gravidez.
Pouco se sabe sobre efeitos ao feto se este ou outros contraceptivos injetáveis combinados forem usados durante a gravidez, contudo os riscos da exposição fetal a outros contraceptivos hormonais não são conhecidos.
Em aproximadamente 3 semanas após o parto, a coagulação sanguínea e a fibrinólise normalizam-se e PERLUTAN pode ser usado a partir deste período em mulheres que não estejam amamentando.
Após abortamento o tratamento com PERLUTAN pode ser iniciado imediatamente.

Lactação
PERLUTAN é contraindicado durante a amamentação nas primeiras 6 semanas após o parto.
Nos 6 primeiros meses após o parto, durante a amamentação, o uso de contraceptivos combinados injetáveis pode diminuir a quantidade e a qualidade do leite materno e assim afetar a saúde do bebê. Adicionalmente, alguns medicamentos contraceptivos hormonais passam para a criança no leite materno. Alguns efeitos adversos na criança têm sido relatados, incluindo amarelamento da pele (icterícia) e ginecomastia. Portanto o uso de PERLUTAN não é recomendado durante a amamentação.

Fertilidade
PERLUTAN não causa esterilidade a posteriori.

Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.

Interações medicamentosas de Algestona e Estradiol

Medicamentos ou fitoterápicos que induzem certas enzimas, incluindo o citocromo P450 3A4 (CYP3A4) podem reduzir a eficácia de contraceptivos ou aumentar o sangramento de escape. Tal como sucede com os anticoncepcionais hormonais em geral, o uso concomitante de PERLUTAN com rifampicina, rifabutina, griseofulvina e ritonavir (inibidores de protease potencializados) pode reduzir a eficácia contraceptiva do produto ou provocar irregularidades menstruais. Alguns outros medicamentos ou fitoterápicos que podem reduzir a eficácia de contraceptivos hormonais incluem bosentana e produtos contendo erva de São João.
O uso concomitante de anticonvulsivantes como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, primidona, oxcarbazepina e felbamato estimulam o metabolismo de contraceptivos esteroides orais, podendo assim também reduzir a eficácia contraceptiva de PERLUTAN. O topiramato pode também induzir o metabolismo de contraceptivos esteroides, mas a interação parece ser clinicamente irrelevante com doses diárias de 200 mg ou menos. Com o uso concomitante de lamotrigina, entretanto, ocorre uma interação reversa, em que os contraceptivos hormonais estimulam o metabolismo da lamotrigina e reduzem suas concentrações plasmáticas em 40-65% no estado de equilíbrio, potencialmente levando à piora do controle das crises epilépticas ou sinais de toxicidade quando o contraceptivo é cessado.


Os contraceptivos hormonais podem alterar a eficácia do tratamento com antirretrovirais, anti-hipertensivos, hipnóticos, hipoglicemiantes, anticoagulantes e antidepressivos.
A coadministração de atorvastatina e de certos contraceptivos contendo etinilestradiol aumenta os valores da AUC para o estradiol em aproximadamente 20%. Inibidores do CYP3A4 tais como o itraconazol ou cetoconazol podem aumentar as concentrações plasmáticas hormonais.
Alterações significativas (aumento ou diminuição) da concentração plasmática de estrogênio e progestina têm sido observadas em alguns casos de coadministração com inibidores de protease de HIV/HCV ou com inibidores não-nucleosídeos da transcriptase reversa.
Houve relatos de gravidez ao tomar contraceptivos hormonais e antibióticos, mas os estudos de farmacocinética clínica não demonstraram efeitos consistentes de antibióticos nas concentrações plasmáticas de esteroides sintéticos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Algestona e Estradiol

Reação muito comum (=> 1/10): cefaleia, dor abdominal superior, desconforto mamário, menstruação irregular.
Reação comum (=> 1/100 e < 1/10): flutuação do peso, nervosismo, tontura, náusea, vômitos, amenorreia, dismenorreia, hipomenorreia.
Reação incomum (=> 1/1.000 e < 1/100): hipernatremia, depressão, acidente vascular cerebral, ataque isquêmico transitório, neurite óptica, comprometimento da visão, intolerância a lentes de contato, comprometimento da audição, trombose arterial, embolia, hipertensão, tromboflebite, trombose venosa, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral trombótico, acidente vascular cerebral hemorrágico, câncer de mama, carcinoma de colo de útero, neoplasma hepático (benigno ou maligno), acne, prurido, reação cutânea, retenção hídrica, metrorragia, ondas de calor, reações no local da injeção (como dor, sangramento, hematoma, eritema, calor, nódulo, prurido, secreção ou inchaço) anormalidade em testes hepáticos.
Reação rara (=> 1/10.000 e < 1/1.000): transtornos da libido.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em www.anvisa.gov.br/hotsite/notivisa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

Algestona e Estradiol - Posologia

A dose recomendada de PERLUTAN (150 mg/mL de algestona acetofenida e 10 mg/mL de enantato de estradiol) é a administração de uma ampola entre o 7º e 10º dia (preferivelmente no 8º dia) após o início de cada menstruação. Contar o primeiro dia de sangramento menstrual como o dia número 1.
PERLUTAN deve ser sempre administrado por via intramuscular profundo, preferencialmente na região glútea ou, alternativamente, no braço (região deltoide). NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Antes da administração deve ser feita antissepsia do local de aplicação. A injeção deve ser administrada lentamente, sempre por um profissional qualificado e treinado.
Após a administração, NÃO MASSAGEAR O LOCAL DE APLICAÇÃO e protegê-lo com uma compressa limpa, para evitar qualquer perda da solução.



Estas instruções devem ser estritamente seguidas para minimizar falhas na contracepção ou falta de eficácia.
Recomenda-se que a aplicação seja feita utilizando-se agulha tipo 30x8 com uma seringa calibrada para 1 mL, no mínimo. O conteúdo inteiro da ampola deve ser cuidadosamente aspirado para dentro da seringa e injetado evitando-se perdas.

Superdosagem

Sintomas: Náusea, vômito, mastodinia, desconforto nas mamas, cefaleias, retenção hidrossalina, alterações do sangramento endometrial e amenorreia.

Tratamento:
Como não existem antídotos específicos, recomenda-se manter a paciente em observação, sob controle médico estrito e tratamento sintomático.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Características farmacológicas

Farmacodinâmico Mecanismo de ação
PERLUTAN é um anticoncepcional injetável que se aplica por via intramuscular, somente uma vez por mês. Trata-se da associação de dois princípios ativos: um gestágeno (algestona acetofenida - acetofenido de diidroxiprogesterona, DHPA) e um estrógeno (enantato de estradiol, E2EN).
A dose do gestágeno (DHPA 150 mg) confere ao PERLUTAN o seu principal mecanismo de ação anticoncepcional: o efeito anovulatório por supressão da secreção de gonadotrofinas hipofisárias. Os efeitos gestágenos acessórios (modificação do muco cervical, alterações endometriais e da motilidade tubária desfavoráveis à passagem e à capacidade do espermatozoide em promover a fecundação e a nidação) reasseguram a sua eficácia anticoncepcional.
A dose do estrógeno (E2EN 10 mg) assegura padrões de sangramento e desenvolvimento endometrial cíclico e previsível, de características em geral semelhantes às de uma menstruação normal. A presença de um estrógeno no produto corresponde às tendências mais modernas em anticoncepção injetável, tendo aceitação significativamente maior que os preparados que contêm exclusivamente gestágenos.

Farmacocinética
PERLUTAN é uma solução oleosa administrada por via intramuscular. É distribuída para o tecido adiposo e continua na circulação durante todo o ciclo menstrual.
Após a aplicação de uma dose de PERLUTAN pela primeira vez, a concentração sérica máxima de estradiol é alcançada dentro de 6,3 dias. Entretanto, as concentrações séricas máximas de estradiol são obtidas mais cedo (4,2 dias) nas usuárias crônicas. Quando o enantato de estradiol (10 mg) foi administrado por via IM isoladamente em mulheres no climatério, foi identificado um volume de distribuição de 5.087 litros e meia-vida de eliminação de 5,57 dias. O enantato de estradiol é primariamente eliminado na urina como conjugados do ácido glicurônico e ácido sulfúrico. Foram também encontrados na urina enantato de estradiol não convertido, 2-metoxi-estrona e estrona.


A meia-vida da diidroxiprogesterona e dos seus metabólitos é de 24 dias. É excretada principalmente pelas fezes.

Resultados de eficácia

A proporção posológica entre DHPA e E2EN (150 mg : 10 mg) foi selecionada com base em estudos comparativos por seu adequado balanço entre benefício e risco. Ao comparar esta posologia com a dos anticoncepcionais orais, deve-se ter em mente que os componentes ativos de PERLUTAN não são derivados sintéticos de concentração igual àquelas utilizadas por via oral, em microgramas, mas são derivados dos hormônios naturais do organismo que, para produzir efeitos similares, são aplicados por via parenteral, em miligramas.
PERLUTAN provê um estrógeno natural (estradiol), diferentemente dos estrógenos sintéticos utilizados nos contraceptivos orais combinados (COC). Como o estradiol é análogo aos estrógenos fisiológicos, sua ação é mais curta e menos potente do que os estrógenos sintéticos dos COCs. O tipo e a magnitude dos efeitos colaterais relacionados ao enantato de estradiol presente em PERLUTAN podem ser diferentes dos apresentados por usuárias de COCs. Estudos com DHPA + E2EN mostraram pouco ou nenhum efeito sobre a pressão arterial, hemostasia e coagulação, metabolismo de carboidratos e lipídeos e função hepática em comparação aos COCs.
A tolerabilidade local de PERLUTAN é satisfatória e a sistêmica corresponde à dos anticoncepcionais injetáveis combinados atualmente em uso no mercado. A aceitação deste método varia, mas em geral, é positiva: foi observado que a taxa de continuidade/persistência após 12 ciclos do uso é de cerca de 60% (os principais motivos para a descontinuidade são razões pessoais, e não médicas; e a principal razão médica é relacionada ao ciclo menstrual (4-5%), sendo sangramentos irregulares a mais frequente (2-3%). PERLUTAN é uma alternativa válida à contracepção oral para as mulheres sendo particularmente adequada para mulheres que – embora possam receber contraceptivos hormonais – não querem ou não podem tomar comprimidos regularmente por intolerância. Podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.

Modo de usar

-

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

-

Armazenagem

Manter em temperatura ambiente (15 °C a 30 °C), protegido da luz.
O prazo de validade de PERLUTAN é de 48 meses após a data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
PERLUTAN se apresenta em ampolas de vidro âmbar contendo um líquido límpido oleoso de cor amarelada livre de partículas estranhas.



Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Dizeres legais

MS 1.0367.0085
Farm. Resp.: Dímitra Apostolopoulou - CRF-SP 08828

Importado por:
Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda.
Rod. Régis Bittencourt, km 286
Itapecerica da Serra – SP
CNPJ 60.831.658/0021-10
SAC 0800 7016633

Fabricado por:
MR Pharma S.A.
Tortuguitas – Argentina

Algestona e Estradiol - Bula para o Paciente

1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
PERLUTAN é indicado para prevenir a gravidez, sendo um contraceptivo (anticoncepcional) injetável à base de hormônios para uso em dose única mensal.
PERLUTAN pode também ser indicado para o controle de irregularidades menstruais e como tratamento para problemas hormonais de falta de estrógeno ou progesterona.

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
PERLUTAN tem a combinação de duas substâncias que atuam juntamente para impedir a ovulação. Deve ser injetado no músculo sempre por um profissional qualificado e treinado uma vez por mês de acordo com o dia do seu sangramento menstrual e orientação de seu médico.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve usar PERLUTAN se apresentar as seguintes condições: alergia a qualquer um dos componentes do produto, estiver grávida ou com suspeita de gravidez, estiver amamentando (com menos de 6 semanas após o parto), tem ou teve câncer de mama ou suspeita de doença maligna de mama ou órgão genital, dores de cabeça graves e recorrentes, inclusive enxaqueca com sintomas neurológicos, hipertensão (pressão alta) grave (acima de 180/110 mmHg), doença vascular, apresentar histórico recente ou antigo de trombose venosa profunda, embolia pulmonar, ou ambos em tratamento com anticoagulante, problemas recentes ou antigos de falta de irrigação sanguínea no coração (incluindo infarto do miocárdio) ou doença nas válvulas do coração, tiver diabetes com comprometimento dos rins, dos olhos, dos nervos ou com outros problemas de circulação sanguínea ou diabetes há mais de 20 anos, tiver lúpus eritematoso sistêmico (tipo de reumatismo), presença ou histórico de doenças do fígado, incluindo cirrose grave, tumores malignos do fígado, hepatite ativa, icterícia colestática (amarelamento da pele) da gravidez ou icterícia com o uso de anticoncepcional hormonal prévio, incluindo coceira grave na gravidez, tiver passado por uma cirurgia de grande porte que exija muito tempo em repouso, sangramento uterino ou vaginal anormal, tabagismo intenso (fumar mais de 15 cigarros por dia) e idade acima de 35 anos.



Este medicamento é contraindicado durante a gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- dentista.

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Deve-se ter cautela se PERLUTAN for administrado nas seguintes situações:
•Histórico de pressão arterial alta ou pressão arterial de 160-180 mmHg/100-110 mmHg;
•Histórico familiar de doença nas veias e artérias;
•Altos níveis de colesterol ou triglicérides;
•Cirurgia de grande porte com imobilização prolongada;
•Amamentação (6 semanas – 6 meses após o parto);
•Nos primeiros 21 dias após o parto mesmo que não amamentando;
•Histórico de câncer de mama ou histórico familiar de câncer de mama;
•Uso de determinados antibióticos, terapias antirretrovirais (por exemplo, ritonavir) ou anticonvulsivantes (por exemplo, carbamazepina);
•Tumores de fígado (benigno: adenoma hepatocelular);
•Doença inflamatória nos intestinos (colite ulcerativa e doença de Crohn; contraceptivos hormonais combinados podem piorar esta condição);
•Síndrome hemolítica urêmica (contraceptivos hormonais combinados podem piorar esta condição).
Em tais casos, o médico deve acompanhar cuidadosamente o uso do medicamento e avaliar a melhor alternativa de terapia anticoncepcional.
Recomenda-se uma avaliação médica e ginecológica minuciosa e completa antes e durante o uso de PERLUTAN.

Distúrbios vasculares
As seguintes condições têm sido demonstradas com o uso de anticoncepcionais hormonais combinados:
-Aumento do risco de infarto do miocárdio (especialmente em fumantes com 30 anos ou mais ou mulheres com outros fatores de risco como pressão alta, altos níveis de colesterol, obesidade mórbida e diabetes);
-Aumento da taxa de mortalidade associada a doenças circulatórias em mulheres fumantes com mais de 35 anos e em não fumantes com mais de 40 anos;
-Agravamento dos fatores de risco como hipertensão, diabetes, hiperlipidemias, idade e obesidade;
-Aumento da pressão arterial;
-Aumento do risco de doenças tromboembólicas e trombóticas e eventos cerebrovasculares.

Câncer de mama e órgãos reprodutores
Mulheres que atualmente têm ou tiveram câncer de mama não devem usar anticoncepcionais hormonais combinados porque o câncer de mama é um tumor sensível a hormônios.

Sangramento vaginal inexplicável ou irregularidades de sangramento
A maioria das mulheres que usa contraceptivo teve alteração nos padrões de sangramento menstrual (sangramento frequente, irregular, prolongado ou não frequente), incluindo amenorreia (falta de menstruação). Se o sangramento anormal associado com PERLUTAN persistir ou se agravar, uma investigação adequada deve ser instituída para descartar a possibilidade de patologia orgânica e deve ser instituído tratamento adequado, se necessário. Em caso de amenorreia, a possibilidade de gravidez deve ser investigada e excluída.



Lesões nos olhos
A administração do contraceptivo PERLUTAN injetável mensalmente deve ser interrompida se houver perda parcial ou total inexplicável da visão, desencadeamento de proptose (olho mais saltado) ou diplopia (visão dupla), papiledema (inchaço da papila do globo ocular) ou lesões vasculares da retina.

Problemas no fígado como cirrose grave, hepatite viral e tumores
Os problemas hepáticos poderão exigir a descontinuação de uso do anticoncepcional até que a função do fígado volte ao normal e a causa destes problemas não for atribuída ao anticoncepcional.

Apesar de PERLUTAN ser altamente eficaz, a prática e os estudos têm mostrado que podem ocorrer casos de gravidez, uma vez que, como todos os demais métodos de contracepção, também este não protege 100% das mulheres. A ocorrência desses casos de gravidez resulta de falhas do próprio método contraceptivo e/ou de outros fatores não relacionados ao medicamento. Estes estudos mostram que podem ocorrer gestações na proporção de 3 a 17 casos para cada 10.000 mulheres que utilizarem o produto durante 1 ano.

Efeitos na capacidade de dirigir e usar máquinas
Podem surgir efeitos indesejáveis como tontura durante o tratamento com PERLUTAN. Assim, recomenda-se cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas.

Gravidez e Amamentação
Este medicamento é contraindicado durante a gravidez. PERLUTAN não deve ser usado para testes de gravidez.
Pouco se sabe sobre efeitos ao feto se este ou outros contraceptivos injetáveis combinados forem usados durante a gravidez; os riscos da exposição ao feto não são conhecidos. Pode ser usado em mulheres que não estejam amamentando a partir de 3 semanas após o parto. Após um aborto, o tratamento com PERLUTAN pode ser iniciado imediatamente.
PERLUTAN é contraindicado durante a amamentação nas primeiras 6 semanas após o parto.
Nos 6 primeiros meses após o parto, durante a amamentação, o uso de contraceptivos combinados injetáveis pode diminuir a quantidade e a qualidade do leite materno e assim afetar a saúde do bebê.
Alguns medicamentos contraceptivos hormonais passam para a criança no leite materno. Efeitos adversos na criança têm sido relatados, incluindo amarelamento da pele (icterícia) e aumento de glândulas mamárias. Portanto o uso de PERLUTAN não é recomendado durante a amamentação.
PERLUTAN inibe transitoriamente a ovulação e não causa esterilidade após seu tratamento, porém quando se interrompe o uso de PERLUTAN pode demorar 2 a 3 meses para que a sua ovulação volte ao normal.



Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.

Interações Medicamentosas
O uso concomitante de rifampicina, rifabutina, medicamento para infecção fúngica (griseofulvina), para tratamento da AIDS (ritonavir), bosentana (para tratar problemas pulmonares) e a erva de São João (fitoterápico) pode reduzir a eficácia contraceptiva de PERLUTAN ou provocar sangramentos irregulares durante o ciclo menstrual. Da mesma forma, os anticoncepcionais hormonais podem alterar a eficácia do tratamento com antirretrovirais (medicamentos para HIV), anti-hipertensivos (medicamentos para pressão alta), hipnóticos (medicamentos sedativos), hipoglicemiantes (medicamentos para diabetes que diminuem a glicose no sangue), anticoagulantes (medicamentos contra a coagulação do sangue) e antidepressivos (medicamentos para depressão).
O uso de PERLUTAN com anticonvulsivantes (medicamentos para epilepsia) como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, primidona, oxcarbazepina e felbamato pode diminuir a eficácia deste anticoncepcional. O topiramato pode também alterar a eficácia de contraceptivos, porém a interação é irrelevante com doses diárias de 200 mg ou menos.
Com o uso concomitante de lamotrigina, entretanto, o anticonvulsivante tem seu efeito diminuído piorando o controle das crises epilépticas. Quando PERLUTAN for interrompido há risco de intoxicação pelo anticonvulsivante, pois sua eliminação voltará a ser mais lenta do que quando em uso com PERLUTAN. A coadministração de atorvastatina e de certos anticoncepcionais contendo etinilestradiol aumenta a concentração do hormônio estradiol em aproximadamente 20%. O itraconazol ou cetoconazol (medicamentos para infecções causadas por fungos) podem aumentar as concentrações no sangue dos hormônios de PERLUTAN.
Aumento ou diminuição da concentração no sangue dos hormônios de PERLUTAN tem sido observado em alguns casos de coadministração com medicamentos para HIV/HCV.
Houve relatos de gravidez ao tomar contraceptivos hormonais e antibióticos, mas os estudos não demonstraram efeitos consistentes de antibióticos nas concentrações no sangue de hormônios sintéticos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Mantenha em temperatura ambiente (15 ºC a 30 ºC), protegido da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

PERLUTAN se apresenta em ampolas de vidro âmbar contendo um líquido límpido oleoso de cor amarelada livre de partículas estranhas.



Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
A dose de PERLUTAN (150 mg/mL de algestona acetofenida e 10 mg/mL de enantato de estradiol) é de uma ampola entre o 7º e 10º dia (preferivelmente no 8º dia) após o início de cada menstruação. Contar o primeiro dia de sangramento menstrual como o dia número 1. PERLUTAN deve ser sempre administrado por via intramuscular profundo, preferencialmente na região glútea ou, alternativamente, no braço (região deltoide). NÃO ADMINISTRAR POR VIA INTRAVENOSA. Antes da administração deve ser feita desinfecção (limpeza) do local de aplicação. A injeção deve ser administrada lentamente, sempre por um profissional qualificado e treinado.
Após a administração, NÃO MASSAGEIE O LOCAL DE APLICAÇÃO. Proteja-o com uma compressa limpa para evitar qualquer perda da solução.

Estas instruções devem ser estritamente seguidas para minimizar falhas na contracepção ou falta de eficácia.
Recomenda-se que a aplicação seja feita utilizando-se agulha tipo 30x8 com uma seringa calibrada para 1 mL, no mínimo. O conteúdo inteiro da ampola deve ser cuidadosamente aspirado para dentro da seringa e injetado evitando-se perdas.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem conhecimento do seu médico.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso você se esqueça de usar este medicamento, deve adotar um método contraceptivo de barreira (como preservativos) para evitar a gravidez indesejada durante aquele ciclo até que um novo ciclo se inicie e a medicação seja reiniciada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): cefaleia (dor de cabeça), dor abdominal superior, desconforto mamário, menstruação irregular.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração do peso, nervosismo, tontura, náusea (enjoo), vômitos, amenorreia (falta de menstruação), dismenorreia (cólica menstrual), hipomenorreia (baixo fluxo menstrual).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipernatremia (concentração de sódio aumentada no sangue), depressão, acidente vascular cerebral, ataque isquêmico transitório (interrupção do fornecimento de sangue para o cérebro), neurite óptica (inflamação do nervo óptico), comprometimento da visão, intolerância a lentes de contato, comprometimento da audição, trombose arterial, embolia, hipertensão, tromboflebite (inflamação de uma veia), trombose venosa, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral trombótico, acidente vascular cerebral hemorrágico (derrame), câncer de mama, câncer de colo de útero, tumor hepático (benigno ou maligno), acne, prurido (coceira) e reação na pele, retenção hídrica (retenção de líquido no organismo), metrorragia (sangramentos vaginais fora de época), ondas de calor, reações no local da injeção (como dor, sangramento, manchas roxas, vermelhidão na pele, calor, nódulo, coceira, secreção, ou inchaço) e testes do fígado fora da normalidade.


Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): transtornos da libido (alteração no desejo sexual).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?
Sintomas: enjoo, vômitos, dor e desconforto nas mamas, dor de cabeça, retenção de líquidos e sais, alterações do sangramento menstrual ou suspensão das menstruações.
Tratamento: Não existem antídotos específicos. A paciente deve ser acompanhada pelo médico e seus sintomas tratados conforme necessário.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

Data da bula

21/12/2016

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