Feed

Já é assinante?

Entrar

Ipratrópio

Ipratrópio - Bula do remédio

Ipratrópio com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Ipratrópio têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Ipratrópio devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Referência

Atrovent (Boehringer)

Apresentação de Ipratrópio

- Solução a 0,025% para inalação, frasco com 20 ml. (gotas) - Aerossol dosificador para inalação por via oral, frasco com 15 ml, acompanhado de bocal e AEROCÂMERA Cada dose do aerossol contém: brometo de Ipratrópio... 0,020 mg correspondente a 0,016 mg de Ipratrópio

Ipratrópio - Indicações

ATROVENT é indicado como broncodilatador no tratamento de manutenção do broncoespasmo associado à Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que inclui bronquite crônica e enfisema. ATROVENT solução para inalação também é indicado em combinação com uma medicação beta-2-agonista no tratamento do broncoespasmo agudo associado à asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC),

Contra-indicações de Ipratrópio

ATROVENT é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à atropina ou a seus derivados e/ou a quaisquer componentes da fórmula. A forma farmacêutica do aerossol é contra-indicada a pacientes com história de hipersensibilidade conhecida à lecitina de soja ou a produtos alimentícios correlatos, como soja e amendoim. Para tais pacientes pode-se utilizar ATROVENT solução para inalação, isento de lecitina de soja.

Advertências

ATROVENT solução para inalação contém, como conservante, o cloreto de benzalcônio e, como estabilizante, o edetato diidratado dissódico. Estes componentes podem causar broncoconstrição em alguns pacientes. ATROVENT deve ser usado com prudência em pacientes com predisposição a glaucoma de ângulo fechado, obstrução do colo da bexiga ou hiperplasia da próstata. Pacientes com fibrose cística podem estar mais sujeitos a distúrbios na motilidade gastrintestinal. Reações de hipersensibilidade imediata podem ocorrer após administração de ATROVENT aerossol, como demonstrado por casos raros de urticária, angioedema, erupção da pele, broncoespasmo, edema orofaríngeo e anafilaxia. Embora raros, já foram relatados efeitos oculares como midríase, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma de ângulo fechado e dor ocular quando o conteúdo de aerossóis contendo brometo de Ipratrópio, combinados ou não com beta-2-agonistas, atingiu inadvertidamente os olhos. Portanto, os pacientes devem ser orientados quanto à correta administração de ATROVENT aerossol, devendo-se evitar o contato do produto com os olhos. Os pacientes devem ser orientados a cumprir exatamente as instruções de uso de ATROVENT solução para inalação. Deve-se tomar cuidado para não expor os olhos à solução para inalação. Recomenda-se que a solução nebulizada seja administrada através de um bocal. Se este não estiver disponível e for utilizada uma máscara para nebulização, esta deve ajustar-se perfeitamente. Pacientes com predisposição a glaucoma devem ser alertados especificamente a proteger os olhos. Desconforto ou dor ocular, visão embaçada, visão de imagens coloridas ou halos em associação com olhos avermelhados decorrentes de congestão conjuntiva e edema de córnea podem ser sinais de glaucoma de ângulo fechado. Desenvolvendo-se qualquer desses sintomas, deve-se administrar soluções mióticas e procurar um especialista imediatamente.

Uso na gravidez de Ipratrópio

A segurança do uso de ATROVENT durante a gravidez não está estabelecida. Os benefícios com o uso de ATROVENT durante a gravidez ou quando há suspeita de gravidez devem ser considerados contra o possível perigo ao feto. Estudos pré-clínicos não mostraram efeitos embriotóxicos nem teratogênicos após inalação ou aplicação intranasal de doses consideravelmente mais altas que as recomendadas para o homem. O brometo de Ipratrópio está classificado na categoria de risco B do GUIA PARA FRASES DE ALERTA ASSOCIADAS A CATEGORIAS DE RISCO DE FÁRMACOS DESTINADOS ÀS MULHERES GRÁVIDAS da Resolução RE n° 1548, publicada no DOU de 24/09/03. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não se sabe se ATROVENT é excretado no leite materno. Embora cátions quaternários insolúveis em lipídios passem para o leite materno, não é de se esperar que o brometo de Ipratrópio alcance o lactente de maneira importante, especialmente quando administrado por via inalatória. Entretanto, como muitas drogas são excretadas no leite materno, ATROVENT deve ser administrado com cuidado a lactantes.

Interações medicamentosas de Ipratrópio

Beta-adrenérgicos e derivados da xantina podem intensificar o efeito broncodilatador. O risco de glaucoma agudo em pacientes com histórico de glaucoma de ângulo fechado (ver advertências) pode aumentar com a administração simultânea de brometo de Ipratrópio e betamiméticos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Ipratrópio

Podem ocorrer reações alérgicas como rash cutâneo, prurido, angioedema de língua, lábios e face, urticária (incluindo urticária gigante), laringoespasmo e reações anafiláticas recorrentes em alguns casos. Muitos pacientes tinham um histórico de alergia a outras drogas e/ou alimentos, incluindo a soja - ver contra-indicações. As reações adversas não-respiratórias mais comumente observadas com o uso de ATROVENT foram distúrbios da motilidade gastrintestinal (p. ex. constipação, diarréia e vômito), cefaléia e boca seca. Além disso, observaram-se as seguintes reações adversas com ATROVENT: aumento da freqüência cardíaca, palpitações, taquicardia supraventricular e fibrilação atrial, distúrbios na acomodação visual, náusea, retenção urinária e tontura. Estas reações adversas são reversíveis. O risco de retenção urinária pode estar aumentado em pacientes com uropatia obstrutiva pré-existente. Relataram-se reações adversas oculares - ver advertências. Como ocorre com outras terapias incluindo broncodilatadores, tem-se observado tosse, irritação local e broncoespasmo induzido por inalação.

Ipratrópio - Posologia

A posologia deve ser adaptada conforme as necessidades do paciente, o qual deve ser mantido sob supervisão médica durante o tratamento. ATROVENT aerossol ATROVENT aerossol deve ser inalado por via oral. Cada dose de ATROVENT aerossol contém 0,020 mg de brometo de Ipratrópio que corresponde a 0,016 mg de Ipratrópio. Recomenda-se a seguinte posologia: A dose de ATROVENT deve ser adaptada individualmente, conforme a necessidade. A não ser que prescrito de outra forma, recomendam-se 2 puffs, 4 vezes ao dia para adultos e crianças em idade escolar.. Visto que a exigência de doses maiores pode indicar a necessidade de uma terapia adicional, não se deve exceder uma dose diária total de 12 puffs. Se a terapia não produzir uma melhora significativa ou o paciente piorar, deve-se determinar um novo esquema de tratamento. Os pacientes devem ser instruídos a procurar um médico imediatamente no caso de dispnéia aguda ou piora rápida da dispnéia (dificuldade de respiração). No caso de exacerbações agudas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, pode-se utilizar ATROVENT solução para inalação . ATROVENT solução para inalação Cada 1 ml de ATROVENT solução para inalação contém 0,250 mg de brometo de Ipratrópio que corresponde a 0,202 mg de Ipratrópio. 1 ml = 20 gotas Tratamento de manutenção: Adultos, incluindo idosos, e adolescentes acima de 12 anos: 2,0 ml (40 gotas = 0,5 mg) 3 a 4 vezes ao dia. Crianças de 6 – 12 anos: a posologia deve ser adaptada a critério médico, sendo que a dose recomendada é de 1,0 ml (20 gotas = 0,25 mg) 3 a 4 vezes ao dia. Crianças menores de 6 anos: a posologia deve ser adaptada a critério médico, sendo que a dose recomendada é de 0,4 - 1,0 ml (8 - 20 gotas = 0,1 - 0,25 mg) 3 a 4 vezes ao dia. Tratamento da crise aguda: Adultos, incluindo idosos, e adolescentes acima de 12 anos: 2,0 ml (40 gotas = 0,5 mg); podem-se administrar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O intervalo entre as doses deve ser determinado pelo médico. Crianças de 6 – 12 anos: a posologia deve ser adaptada a critério médico, sendo que a dose recomendada é de 1,0 ml (20 gotas = 0,25 mg); podem-se administrar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O intervalo entre as doses deve ser determinado pelo médico. Crianças menores de 6 anos: a posologia deve ser adaptada a critério médico, sendo que a dose recomendada é de 0,4 - 1,0 ml (8 - 20 gotas = 0,1 - 0,25 mg); podem-se administrar doses repetidas até que o paciente esteja estável. O intervalo entre as doses deve ser determinado pelo médico. ATROVENT pode ser administrado em associação com um beta-agonista inalatório.

Superdosagem

Não foram observados sintomas específicos de superdose. Em vista da ampla faixa terapêutica e da administração tópica de ATROVENT, não é de se esperar que ocorram sintomas anticolinérgicos de maior gravidade. Manifestações sistêmicas menores da ação anticolinérgica como boca seca, distúrbios de acomodação visual e taquicardia podem ocorrer.

Características farmacológicas

ATROVENT tem como princípio ativo o brometo de Ipratrópio, que é um composto de amônio quaternário com propriedades anticolinérgicas (parassimpaticolíticas). Em estudos pré-clínicos, parece atuar na inibição dos reflexos vagais por antagonizar a ação da acetilcolina, o agente transmissor liberado pelo nervo vago. Agentes anticolinérgicos impedem o aumento da concentração intracelular de monofosfato de guanosina cíclico, GMP cíclico, causado pela interação da acetilcolina com o receptor muscarínico na musculatura lisa brônquica. O efeito broncodilatador obtido após a inalação do brometo de Ipratrópio é produzido pelas concentrações locais do fármaco suficientes para se atingir uma ação anticolinérgica eficaz sobre a musculatura lisa brônquica e não pelas concentrações sistêmicas do fármaco. Estudos pré-clínicos e clínicos sugerem que ATROVENT não possui efeitos prejudiciais sobre a secreção de muco das vias aéreas, a depuração mucociliar e a troca gasosa. O efeito broncodilatador de ATROVENT no tratamento do broncoespasmo agudo associado à asma foi demonstrado em estudos em adultos e crianças acima de 6 anos de idade. Na maioria desses estudos, ATROVENT foi administrado em combinação com um medicamento beta-2-agonista. Embora os dados sejam limitados, ATROVENT mostrou ter um efeito terapêutico no tratamento do broncoespasmo associado à bronquiolite viral e à displasia broncopulmonar em lactentes e crianças pequenas. O efeito terapêutico de ATROVENT é produzido por ação local nas vias aéreas. Assim, a broncodilatação e a farmacocinética sistêmica não correm em paralelo. Após inalação, 10 a 30% da dose geralmente é depositada nos pulmões, dependendo da formulação e da técnica de inalação. A maior parte da dose é deglutida e passa para o trato gastrintestinal. Devido à absorção gastrintestinal desprezível do brometo de Ipratrópio, a biodisponibilidade da porção deglutida é aproximadamente de apenas 2% da dose. Esta fração de dose não contribui de maneira relevante com as concentrações plasmáticas do ingrediente ativo. A porção da dose depositada nos pulmões alcança a circulação rapidamente (dentro de minutos) e tem disponibilidade sistêmica praticamente completa. A partir dos dados de excreção renal (0-24 horas) estimou-se que a biodisponibilidade sistêmica total (porções pulmonar e gastrintestinal) das doses inaladas de brometo de Ipratrópio esteja na gama de 7 a 28%. Os parâmetros farmacocinéticos que descrevem a distribuição do brometo de Ipratrópio foram calculados a partir dos dados de concentração plasmática após administração intravenosa. Observa-se um rápido declínio bifásico nas concentrações plasmáticas. O volume de distribuição é de 338 l, correspondentes a aproximadamente 4,6 l/kg. Menos de 20% da droga liga-se às proteínas plasmáticas. O íon Ipratrópio não atravessa a barreira hemato-encefálica, o que condiz com a estrutura da amina quaternária da molécula. A meia-vida da fase terminal de eliminação é de aproximadamente 1,6 horas. A depuração total média do princípio ativo é de 2,3 l/min. A maior parcela da dose sistemicamente disponível, aproximadamente 60%, é eliminada por degradação metabólica, provavelmente no fígado. Os principais metabólitos encontrados na urina ligam-se fracamente aos receptores muscarínicos e são considerados ineficazes. Uma parcela de aproximadamente 40% da dose sistemicamente disponível é eliminada por excreção urinária, correspondendo a uma depuração renal experimental de 0,9 l/min. Após administração oral, menos de 1% da dose é excretada pelos rins, indicando absorção insignificante do brometo de Ipratrópio pelo trato gastrintestinal. Estudos metabólicos de excreção realizados após administração intravenosa de uma dose radioativa mostram que menos de 10% da droga marcada radioativamente, incluindo a substância inalterada e todos os metabólitos, é excretada pela via biliar-fecal. Os rins excretam a maior parte da droga radioativa.

Resultados de eficácia

Em estudos controlados de 90 dias em pacientes com broncoespasmo associado à doença pulmonar obstrutiva crônica (bronquite crônica e enfisema), observou-se uma significante melhora na função pulmonar (aumento de 15% ou mais no VEF1 e no FEF25-75%) dentro de 15 minutos, alcançando o pico em 1 a 2 horas e persistindo, na maioria dos pacientes, até 6 horas (1-5). Em estudos controlados de 90 dias em pacientes com broncoespasmo associado à asma, observou-se uma significante melhora na função pulmonar (um aumento no VEF1 de 15% ou mais) em 40% dos pacientes estudados (6-7).

Modo de usar

O uso correto do aerossol dosificador é essencial para o sucesso do tratamento. O auxiliar inalatório AEROCÂMERA foi desenvolvido a fim de facilitar a administração de aerossóis e garantir a máxima eficácia terapêutica dos mesmos. Quando usada corretamente, a AEROCÂMERA promove uma melhora da inalação, permitindo a penetração da substância ativa até as áreas mais profundas dos brônquios. Deve-se agitar o frasco do aerossol e pressionar a válvula uma ou duas vezes, antes de se iniciar a utilização de ATROVENT. 1-Retirar a tampa protetora. 2-Encaixar a AEROCÂMERA no bocal do aerossol, utilizando a abertura maior. 3-Recolocar a tampa protetora do aerossol na abertura menor da AEROCÂMERA, a fim de evitar a saída precoce da substância ativa, e agitar energicamente o conjunto. 4-Mediante pressão do dedo indicador sobre a base do frasco, ativar a liberação do medicamento, conforme prescrito pelo médico. Fazer uma expiração normal. 5-Imediatamente após a expiração, retirar a tampa protetora, colocar a AEROCÂMERA entre os lábios, inspirar profundamente pela boca e prender a respiração por 5 a 10 segundos. A inalação deve ser efetuada imediatamente após a liberação do medicamento do aerossol para dentro da AEROCÂMERA, evitando-se, assim, que as partículas flutuantes de substância ativa se fixem na parede interna da AEROCÂMERA, sem exercer sua ação. O bocal foi desenvolvido especialmente para ATROVENT aerossol dosificador, para assegurar que o paciente receberá a quantidade certa de medicamento. O bocal de ATROVENT não deve ser usado com nenhum outro aerossol dosificador e não se deve utilizar ATROVENT com nenhum outro bocal se não o que acompanha o produto. Após o uso, lavar em água morna e deixar secar. Se utilizar sabão ou detergente, deve-se enxaguar completamente com água limpa. Deve-se obedecer cuidadosamente as instruções de uso e treinar inicialmente os diversos passos. O recipiente não é transparente,,portanto não é possível enxergar quando o conteúdo está esgotado. Entretanto, pode-se observar se ainda resta algum líquido agitando-se o frasco. ATROVENT solução O frasco de ATROVENT solução para inalação vem acompanhado de um moderno tipo de gotejador de fácil manuseio: basta colocar o frasco em posição vertical e deixar gotejar a quantidade desejada. 1-Romper o lacre da tampa. 2-Virar o frasco. 3-Manter o frasco na posição vertical. Para começar o gotejamento, bater levemente com o dedo no fundo do frasco. A dose recomendada de ATROVENT solução para inalação deve ser administrada diluída até um volume final de 3 – 4 ml em soro fisiológico, nebulizada e inalada até esgotar toda a solução utilizando-se aparelhos de nebulização disponíveis comercialmente. Onde houver oxigênio instalado, a solução é melhor administrada com fluxo de 6 a 8 litros/minuto. A solução deve ser diluída sempre antes de cada utilização; qualquer quantidade residual da solução deve ser eliminada. A dose pode depender do modo de inalação e da qualidade da nebulização. A duração da inalação pode ser controlada pelo volume de diluição. Doses diárias superiores a 2 mg para adultos e crianças acima de 12 anos e a 1 mg para crianças menores de 12 anos devem ser administradas sob supervisão médica. Aconselha-se não exceder a dose diária recomendada durante o tratamento de manutenção e da crise aguda. Se a terapia não produzir melhora significativa ou o paciente piorar, deve-se recorrer ao médico a fim de que se determine um novo esquema de tratamento. No caso de dispnéia aguda ou piora rápida da dispnéia (dificuldade de respiração) deve-se procurar um médico imediatamente. ATROVENT solução para inalação pode ser combinado com mucolíticos como o ambroxol (MUCOSOLVAN) e a bromexina (BISOLVON) e com beta-2-agonistas como o fenoterol (BEROTEC) soluções para inalação. ATROVENT solução para inalação não deve ser misturado ao cromoglicato dissódico no mesmo nebulizador, pois pode ocorrer precipitação do produto.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Desconhecem-se restrições especiais para o uso do produto em pacientes com idade acima de 65 anos. Em crianças, devido a informações insuficientes, deve-se administrar ATROVENT aerossol somente sob orientação médica e supervisão de um adulto.

Armazenagem

ATROVENT aerossol Manter em temperatura ambiente (15°C a 30°C). O recipiente do aerossol encontra-se sob pressão e não deve, de maneira alguma, ser forçado ou exposto a temperaturas acima de 50ºC. O vasilhame, mesmo vazio, não deve ser perfurado. Não use ou guarde perto do calor (temperaturas superiores a 50°C); nunca ponha esta embalagem no fogo direto ou no incinerador. Guardar em ambiente ventilado. ATROVENT solução para inalação Manter em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Proteger da luz. Manter em local seguro e fora do alcance de crianças

Dizeres legais

MS 1.0367.0004 Farmacêutica responsável: Laura M. S. Ramos CRF/SP- 6870 N° do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide cartucho. Esta bula é atualizada continuamente. Por favor, proceda à sua leitura antes de utilizar o medicamento. Para sua segurança, mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento. ATROVENT aerossol Fabricado por: Boehringer Ingelheim Promeco, S.A. de C.V. México - DF Importado por: Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Rod. Regis Bittencourt (BR116), km 286 Itapecerica da Serra – SP CNPJ/MF n° 60.831.658/0021-10 SAC 0800-7016633 ATROVENT solução para inalação Fabricado por: Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda. Rod. Regis Bittencourt (BR116), km 286 Itapecerica da Serra – SP CNPJ/MF n° 60.831.658/0021-10 Indústria Brasileira SAC 0800-7016633

Data da bula

Feb 1 2008 12:00AM

Conecte-se

Feed

Sobre o MedicinaNET

O MedicinaNET é o maior portal médico em português. Reúne recursos indispensáveis e conteúdos de ponta contextualizados à realidade brasileira, sendo a melhor ferramenta de consulta para tomada de decisões rápidas e eficazes.

Medicinanet Informações de Medicina S/A
Av. Jerônimo de Ornelas, 670, Sala 501
Porto Alegre, RS 90.040-340
Cnpj: 11.012.848/0001-57
(51) 3093-3131
info@medicinanet.com.br


MedicinaNET - Todos os direitos reservados.

Termos de Uso do Portal