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Minociclina

Minociclina - Bula do remédio

Minociclina com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Minociclina têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Minociclina devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Referência

Minomax (Wyeth-Whitehall)

Apresentação de Minociclina

USO ADULTO USO ORAL Cartucho com 30 comprimidos revestidos de 100 mg. Cada comprimido contém cloridrato de Minociclina equivalente a 100 mg de Minociclina base. Princípio ativo: cloridrato de Minociclina equivalente a 100 mg de Minociclina. Excipientes: amido de milho, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, ácido algínico, óleo mineral leve, sorbitol, gelatina, opaspray e água.

Minociclina - Indicações

Minomax (cloridrato de Minociclina) está indicado no tratamento das seguintes infecções devidas a cepas susceptíveis dos microrganismos relacionados: À Febre maculosa das montanhas rochosas, grupo do tifo, febre Q, riquetsiose variceliforme e outras rickettsias À Infecções do trato respiratório causadas por Mycoplasma pneumoniae À Linfogranuloma venéreo causado por Chlamydia trachomatis À Psitacose devido a Chlamydia psittaci À Tracoma causada por Chlamydia trachomatis, embora o agente infeccioso não seja sempre eliminado, como julgado por imunofluorescência À Conjuntivite de inclusão causada por Chlamydia trachomatis À Uretrite não-gonocócica, infecções endocervical ou retal em adultos causadas por Ureaplasma urealyticun ou Chlamydia trachomatis À Febre recorrente devido a Borrelia recurrentis À Cancróide causado por Haemophilus ducreyi À Peste devido a Yersinia pestis À Tularemia devido a Franciselle tularensis À Cólera causada por Vibrio cholerae À Brucelose devido às espécies Brucella (associado à estreptomicina) À Bartonelose devido a Bartonella bacilliformis À Granulona inguinal causada por Calymmatobacterium granulomatis É também indicado no tratamento de infecções causadas pelos seguintes microrganismos Gram-Negativos quando os testes bacteriológicos indicarem susceptibilidade ao produto: À Escherichia coli À Enterobacter aerogenes À Espécies de Shigella À Espécies de Acinetobacter À Infecções do trato respiratório causadas por Haemophilus influenzae À Infecções do trato respiratório e urinário causadas por espécies de Klebsiella. A Minociclina está indicada no tratamento de infecções causadas pelos seguintes microrganismos Gram-positivos quando testes bacteriológicos indicarem susceptibilidade adequada à droga: À Infecções do trato respiratório superior causadas por Streptococcus pneumoniae; À Infecções da pele e anexos cutâneos causadas por Staphylococcus aureus. A Minociclina não é a droga de escolha no tratamento de qualquer tipo de infecção estafilocócica. Quando a penicilina é contra-indicada, Minomax(cloridrato de Minociclina) é um medicamento alternativo no tratamento das seguintes infecções: À Uretrite não complicada em homens devido a Neisseria gonorrhoeae e para o tratamento de outras infecções gonocócicas À Infecções em mulheres causadas por Neisseria gonorrhoeae À Bouba causada por Treponema pallidum, sub-espécies pertenue À Listerose causada por Listeria monocitogenes À Antraz causada por Bacillus anthracis À Infecção de Vincent causada por Fusobacterium fusiforme À Actinomicose causada por Actinomyces israelii À Infecções causadas por espécies de Clostridium Em amebíase intestinal aguda, Minomax(cloridrato de Minociclina) pode ser um útil adjuvante aos amebicidas. Em acne grave, Minomax(cloridrato de Minociclina) pode ser uma terapia adjuvante útil. O cloridrato de Minociclina oral é indicado no tratamento de portadores assintomáticos de Neisseria meningitidis para eliminar os meningococos da nasofaringe. Para preservar a utilidade do cloridrato de Minociclina no tratamento de portadores meningocócicos assintomáticos, procedimentos laboratoriais de diagnóstico, incluindo serotipagem e teste de susceptibilidade, devem ser realizados para caracterizar o estado do portador e instituir o tratamento correto. É recomendado que o uso profilático do cloridrato de Minociclina seja reservado para situações nas quais o risco de meningite meningocócica seja alto. O cloridrato de Minociclina oral não é indicado para o tratamento de infecção meningocócica. Embora estudos clínicos controlados sobre a eficácia não tenham sido realizados, os dados clínicos limitados mostram que o cloridrato de Minociclina oral foi usado com sucesso no tratamento de infecções causadas por Mycobacterium marinum.

Contra-indicações de Minociclina

Hipersensibilidade conhecida a qualquer tetraciclina ou a qualquer dos componentes do produto.

Advertências

As tetraciclinas, incluindo o cloridrato de Minociclina, podem causar dano fetal quando administradas a mulheres grávidas. Se qualquer tetraciclina for usada durante a gravidez ou se a paciente engravidar durante o emprego destas drogas a mesma deve ser analisada quanto ao risco potencial para o feto. O uso de drogas da classe das tetraciclinas durante o desenvolvimento dos dentes (da última metade da gravidez até os 8 anos de idade) pode causar manchas permanentes nos dentes (amarelo-cinza-castanho) e/ou hipoplasia do esmalte. Este efeito adverso é mais comum durante o uso prolongado, mas foi observado após repetidos tratamentos curtos. As tetraciclinas, portanto, não devem ser usadas neste grupo etário, a menos que outras drogas não sejam eficazes ou estejam contra-indicadas. Todas as tetraciclinas formam um complexo cálcico estável com o tecido ósseo em formação. Foi observada diminuição do crescimento da fíbula em prematuros que receberam tetraciclina via oral em doses de 25 mg/kg a cada 6 horas. Esta reação foi reversível com a descontinuação da droga. A segurança do uso durante a gestação não foi estabelecida. Resultados de estudos em animais indicam que as tetraciclinas atravessam a placenta, são encontradas em tecidos fetais e podem ter efeitos tóxicos no feto (frequentemente relacionados com retardo no desenvolvimento esquelético). Também foram notadas evidências de embriotoxicidade em animais tratados no início da gravidez. Na presença de insuficiência renal, as doses orais ou parenterais usuais podem levar a acúmulo sistêmico da droga e possível toxicidade hepática. Sob estas condições, doses menores que as usuais são recomendadas e, se a terapia for prolongada, pode ser aconselhável realizar determinações do nível sérico do medicamento. A ação antianabólica das tetraciclinas pode causar aumento do nitrogênio uréico. Embora isto não represente problema em pacientes com função renal normal, naqueles com insuficiência renal significativa, níveis séricos mais altos de tetraciclinas podem levar a azotemia, hiperfosfatemia e acidose. Foi observada fotossensibilidade em alguns indivíduos usando tetraciclinas. Estudos até o momento, raramente relataram fotossensibilidade em relação à Minociclina. Efeitos adversos para o SNC, incluindo confusão, tonturas, vertigem ou sensação de vazio na cabeça foram relatados. Pacientes que referirem estes sintomas devem ser alertados quanto a dirigir veículos ou operar máquinas perigosas durante o uso da Minociclina. Estes sintomas podem desaparecer durante a terapia e sempre desaparecem rapidamente, quando a droga é descontinuada. Precauções Como ocorre com outras preparações antibióticas, o emprego desta droga pode resultar na proliferação de organismos não susceptíveis, incluindo fungos. Se ocorrer uma superinfecção, deve-se descontinuar o antibiótico e instituir terapêutica apropriada. A hipertensão Intra-Craniana Benigna (Pseudotumor Cerebral) em adultos tem sido associada com o uso das tetraciclinas. As manifestações clínicas habituais são: visão turva e cefaléia. O abaulamento de fontanelas tem sido associado ao uso de tetraciclinas em crianças pequenas. Embora ambas as condições e sintomas associados geralmente regridam após descontinuar a tetraciclina, existe a possibilidade de sequela permanente. Incisão e drenagem ou outros procedimentos cirúrgicos devem ser realizados junto com a terapia antibiótica quando houver indicação. Fotossensibilidade manifestada por uma reação exagerada à exposição solar tem sido observada em alguns casos de pacientes tomando tetraciclinas. Os pacientes sujeitos à exposição a luz solar direta ou ultra violeta devem ser avisados desta possibilidade e o tratamento deve ser descontinuado ao primeiro sinal de eritema cutâneo. Pacientes que apresentarem sintomas para o lado do SNC (ver Advertências) devem ser avisados para ter cautela quando dirigirem veículos ou utilizarem de maquinaria perigosa durante o tratamento com Minociclina. O uso concomitante com tetraciclina pode tornar os anticoncepcionais orais menos eficazes. Os pacientes devem ser informados de que os comprimidos de Minociclina devem ser ingeridos pelo menos 1 hora antes ou 2 horas depois das refeições. Testes Laboratoriais Elevações falsas nos níveis de catecolamina urinária podem ocorrer devido à interferência com o teste de fluorescência. Carcinogênese, Mutagênese, Prejuízo da fertilidade Estudos de tumorigênese, através da administração dietética de Minociclina a longo prazo em ratos, resultaram em evidências da produção de tumores da tireóide. Verificou-se que a Minociclina também produz hiperplasia tireoidiana em ratos e cães. Verificou-se também a evidência de atividade oncogênica em ratos em estudos com a oxitetraciclina (tumores da supra renal e da hipófise). Embora estudos de mutagenicidade com a Minociclina não tenham sido realizados, foram relatados resultados positivos em cultura de células de mamíferos in vitro (linfoma de camundongo e células pulmonares de hamster chinês) para antibióticos correlatos (cloridrato de tetraciclina e oxitetraciclina). Estudos de fertilidade e reprodução geral forneceram evidência de que a Minociclina reduz a fertilidade em ratos machos. Trabalho de Parto e Expulsão Fetal O efeito das tetraciclinas a esse respeito é desconhecido.

Uso na gravidez de Minociclina

Os resultados dos estudos animais indicam que as tetraciclinas atravessam a placenta, são encontradas nos tecidos fetais e podem ter efeitos tóxicos no desenvolvimento fetal (freqüentemente relacionados ao retardo do desenvolvimento esquelético). As evidências de embriotoxicidade têm sido notadas em animais tratados no início da gravidez. O cloridrato de Minociclina, como os outros antibióticos da classe das tetraciclinas, atravessa a placenta e pode causar dano ao feto quando administrado à mulheres grávidas. Se o cloridrato de Minociclina for usado durante a gravidez ou se a paciente ficar grávida enquanto estiver tomando a droga, a paciente deve ser informada sobre o risco em potencial ao feto. O uso de tetraciclinas durante o desenvolvimento dos dentes (segunda metade da gravidez) pode causar descoloração permanente dos dentes. Hipoplasia do esmalte dentário também tem sido relatada (ver Advertências). As tetraciclinas administradas durante o último trimestre formam um complexo de cálcio estável por todo o esqueleto do feto humano. Uma diminuição na taxa de crescimento da fíbula tem sido observada em bebês prematuros que receberam tetraciclina oral em doses de 25 mg/kg a cada 6 horas. As alterações na taxa de crescimento da fíbula demonstraram ser reversíveis quando a droga foi descontinuada. Anomalias congênitas, incluindo reduções dos membros, têm sido relatadas na experiência pós-comercialização. Minomax (cloridrato de Minociclina) não deve ser utilizado durante a gravidez e amamentação, exceto sob orientação médica. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se ocorrer gravidez ou iniciar amamentação durante o uso deste medicamento. Uso em Lactantes: As tetraciclinas são excretadas no leite. Devido ao potencial de sérias reações adversas com as tetraciclinas em crianças lactentes, deve-se tomar a decisão de descontinuar a droga ou não, levando-se em conta sua importância para a mãe.

Interações medicamentosas de Minociclina

As tetraciclinas demonstraram que diminuem a atividade da protrombina plasmática. Terapia anticoagulante concomitante pode requerer ajustes para diminuir a dosagem do anticoagulante. As drogas bacteriostáticas podem interferir com a ação bactericida da penicilina. Evitar administrar drogas da classe das tetraciclinas em conjunto com penicilinas. A absorção das tetraciclinas é prejudicada por antiácidos contendo alumínio, cálcio ou magnésio. A absorção do cloridrato de Minociclina é prejudicada por preparações contendo ferro. A absorção da Minociclina é prejudicada pelos alimentos, leite e outros laticínios. O uso concomitante de tetraciclinas com contraceptivos orais pode tornar os contraceptivos orais menos eficazes. A administração de isotretinoína deve ser evitada um pouco antes, durante e logo após terapia com Minociclina. Cada droga sozinha foi associada à Pseudotumor Cerebral (ver Precauções). Interações com Exames Laboratoriais Elevações falsas nos níveis de catecolamina urinária podem ocorrer devido à interferência com o teste de fluorescência.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Minociclina

Comuns: maior ou igual a 1% Incomuns: maior ou igual a 0,1% e menor que 1% Raras: maior ou igual a 0,01% e menor que 0,1% Muito Raras: menor que 0,01% Distúrbios do Sistema Sanguíneo e Linfático Raro: eosinofilia, leucopenia, neutropenia, trombocitopenia Muito Raro: Freqüência Indeterminada: anemia hemolítica, pancitopenia agranulocitose Distúrbios Cardíacos Muito Raro: miocardite, pericardite Distúrbios do Ouvido e Labirinto Raro: audição prejudicada, zumbido Distúrbios Endócrinos Muito Raro: função anormal da tireóide, descoloração marrom-preto da tireóide Distúrbios Gastrintestinais Raro: diarréia, náusea, estomatite, descoloração dos dentes, vômito Muito Raro: dispepsia, disfagia, hipoplasia do esmalte, enterocolite, esofagite, ulceração esofágica, glossite, pancreatite, colite pseudomembranosa Freqüência indeterminada: descoloração da cavidade oral (incluindo língua, lábio e gengiva) Distúrbios Gerais e Condições do Local de Administração Incomum: febre Muito Raro: descoloração das secreções Distúrbios Hepato-Biliares Raro: aumento das enzimas hepáticas, hepatite Muito Raro: colestase hepática, insuficiência hepática (incluindo fatalidades), hiperbilirrubinemia, icterícia Freqüência indeterminada: hepatite auto-imune Distúrbios do Sistema Imunológico Raro: Anafilaxia/reação anafilactóide (incluindo choque), incluindo fatalidades Freqüência indeterminada: Hipersensibilidade Infecções e Infestações Muito Raro: candidíase oral e anogenital, vulvovaginite Distúrbios do Metabolismo e Nutricional Raro: anorexia Distúrbios Musculoesqueléticos, do Tecido Conjuntivo e dos Ossos Raro: artralgia, síndrome do tipo lúpus, mialgia Muito Raro: artrite, descoloração do osso, exacerbação do lúpus eritematoso sistêmico (LES), rigidez das juntas, edema da junta Distúrbios do Sistema Nervoso Comum: tonturas (sensação de vazio na cabeça) Raro: cefaléia, hipestesia, parestesia, pseudotumor cerebral, vertigem Muito Raro: Freqüência Indeterminada: abaulamento de fontanela convulsões, sedação Distúrbios Renais e Urinários Raro: aumento do BUN Muito Raro: insuficiência renal aguda, nefrite intersticial Distúrbios do Sistema Reprodutor e Mama Muito Raro: Balanite Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastínicos Raro: tosse, dispnéia Muito Raro: broncoespasmo, exacerbação de asma, eosinofilia pulmonar Freqüência Indeterminada: Pneumonite Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo Raro: alopecia, eritema multiforme, eritema nodoso, erupção da droga fixada, hiperpigmentação da pele, fotossensibilidade, prurido, erupção cutânea, urticária Muito Raro: angioedema, dermatite exfoliativa, hiperpigmentação das unhas, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, vasculite. As síndromes a seguir foram relatadas. Em alguns casos envolvendo estas síndromes, foi relatada morte. Como ocorre com outras reações adversas sérias, se qualquer dessas síndromes for reconhecida, o medicamento deve ser descontinuado imediatamente: À Síndrome de hipersensibilidade, consistindo de reações cutâneas (tais como erupção cutânea ou dermatite exfoliativa), eosinofilia e um ou mais dos seguintes: hepatite, pneumonite, nefrite, miocardite, pericardite. Febre e linfadenopatia podem estar presentes. À Síndrome tipo lúpus consistindo de anticorpos antinucleares positivos; artralgia, artrite, rigidez das juntas ou inchaço das juntas; e um ou mais dos seguintes: febre, mialgia, hepatite, erupção cutânea e vasculite. À Síndrome do tipo doença do soro composta por febre, urticária ou erupção cutânea e artralgia, artrite, rigidez das juntas ou inchaço das juntas. Eosinofilia pode estar presente. Hipersensibilidade Urticária, edema angioneurótico, púrpura anafilactóide, pericardite, poliartralgia e exacerbação de lupus eritematoso sistêmico, e raramente infiltrados pulmonares com eosinofilia. Anafilaxia e síndrome transitória similar ao lupus também foram relatadas. Sistema Nervoso Central Ver Advertências. Abaulamento de fontanela foi relatado em crianças pequenas, e hipertensão Intracraniana Benigna (Pseudotumor Cerebral) foi relatado em adultos. Cefaléia também tem sido relatada. Sangue Anemia hemolítica, trombocitopenia, neutropenia e eosinofilia foram relatados. Outras Quando dadas por longos períodos, as tetraciclinas podem produzir descoloração castanho-escuro microscópica da tireóide. Não se reconhecem, entretanto, anormalidades funcionais da glândula. Diminuição da audição foi raramente relatada.

Minociclina - Posologia

A dose habitual e a frequência de administração da Minociclina diferem daquelas de outras tetraciclinas. Exceder a dosagem recomendada pode resultar em aumento da incidência de efeitos adversos. A duração terapêutica é direcionada pela severidade da infecção e pelo progresso clínico e bacteriológico do paciente. Adultos : A dosagem usual é de 200 mg inicialmente, seguida por 100 mg a cada 12 horas. A dose total diária não deve exceder a 400 mg em 24 horas. No tratamento de acne, a dosagem recomendada é de 100 mg diariamente, administrada duas vezes por dia. No tratamento de infecções gonocócicas não complicadas, que não sejam uretrite e infecções anorretais em homens, a dose oral inicial é de 200 mg, seguida por 100 mg a cada 12 horas, por, no mínimo, quatro dias , com culturas pós terapia dentro de 2 a 3 dias. No tratamento de uretrite gonocócica não complicada em homens, a dose recomendada é de 100 mg a cada 12 horas, durante cinco dias. No tratamento de sífilis, a dosagem usual de cloridrato de Minociclina deve ser administrada por um período de 10 a 15 dias. É recomendado seguimento rigoroso, incluindo testes de laboratório. No tratamento do estado do portador meningocócico, a dose recomendada é de 100 mg a cada 12 horas por cinco dias. Infecções por Mycobacterium marinum: embora as doses ótimas não tenham sido estabelecidas, 100 mg a cada 12 horas por 6 a 8 semanas foi usada com sucesso em um número limitado de casos. No tratamento de infecções não complicadas uretrais, endocervicais ou retais em adultos causadas por Chlamydia trachomatis ou Ureaplasma urealyticum, a dose recomendada é de 100 mg a cada 12 horas por, pelo menos, sete dias. Para reduzir o risco de irritação esofágica e ulceração, os comprimidos devem ser tomados com quantidades adequadas de líquido (pelo menos, aproximadamente um copo de água). A absorção do cloridrato de Minociclina pode ser prejudicada por alumínio, cálcio, magnésio, preparações contendo ferro, alimentos, leite e outros laticínios (ver Interações). Crianças maiores de 8 anos A dosagem inicial de cloridrato de Minociclina é de 4 mg/kg, seguida por 2 mg/kg a cada 12 horas. As tetraciclinas não são recomendadas em crianças com 8 anos de idade ou menos. Pacientes Idosos A escolha da dose para um paciente idoso deve ser cuidadosa, normalmente começando pelo limite inferior da variação de dosagem (ver Uso Geriátrico). Pacientes com Prejuízo Renal Em pacientes com prejuízo renal, a dose diária total não deve exceder 200 mg em 24 horas (ver Precauções). Recomenda-se a ingestão de quantidade adequada de líquido com a administração oral de drogas da classe das tetraciclinas (forma sólida) para reduzir o risco de irritação esofágica e ulceração.

Superdosagem

Os eventos adversos mais comumente ocorridos na superdosagem são tontura, náusea e vômito. Nenhum antídoto específico para o cloridrato de Minociclina é conhecido. Em caso de superdosagem, descontinuar a medicação, tratar sintomaticamente e instituir medidas de apoio. O cloridrato de Minociclina não é removido em quantidades significantes pela hemodiálise ou diálise peritoneal.

Características farmacológicas

Descrição O cloridrato de Minociclina é um pó amarelo cristalino, moderadamente solúvel ou solúvel em água, levemente solúvel em álcool, praticamente insolúvel em clorofórmio e em éter; dissolve-se em soluções de hidróxidos de álcalis e carbonatos. Seu nome químico é 4-7,bis (dimetilamino)-1,4,4a,5,5a,6,11,12a-octahidro-3,10,12,12a-tetrahidroxi-1,11-dioxo-2-naftacenecarboxamida monocloridrato . Farmacocinética Absorção O cloridrato de Minociclina é rapidamente e quase completamente absorvido pelo trato gastrintestinal após a administração oral. Após uma dose única de dois comprimidos de 100 mg de cloridrato de Minociclina, as concentrações séricas máximas foram atingidas em 2 a 4 horas e variaram de 2,6 a 4,17 mcg/ml (média de 3,52 mcg/ml). Distribuição O cloridrato de Minociclina distribui-se amplamente para todos os tecidos devido ao seu alto grau de lipofilicidade. Os estudos demonstraram que o cloridrato de Minociclina é encontrado em alta concentração no tecido do pulmão e muco do homem. Os níveis séricos de 1,4 - 1,8 mcg/ml foram mantidos em 12 e 24 horas com doses intravenosas de 100 mg a cada 12 horas por 3 dias. Após doses intravenosas de 200 mg dadas uma vez por dia por 3 dias, os níveis séricos caíram para, aproximadamente, 1 mcg/ml em 24 horas. Metabolismo O cloridrato de Minociclina é amplamente metabolizado em humanos. O cloridrato de Minociclina é principalmente excretado na bile e uma pequena quantidade é recuperada na urina como forma ativa. A quantidade da droga ativa recuperada nas fezes após a administração oral varia de 20 - 34 %. Eliminação A meia-vida sérica média é, aproximadamente, de 16 horas para administração oral e intravenosa. Efeito dos Alimentos A absorção de Minociclina é prejudicada pelos alimentos, leite e outros laticínios. O pico das concentrações no plasma diminuiu levemente em 11,2% e retardou em uma hora quando administrado com alimentos, em comparação à dose em condições de jejum. Populações Especiais Em pacientes com disfunção hepática, a meia-vida sérica do cloridrato de Minociclina variou de 10,7 a 16,9 horas. A maioria dos estudos em pacientes com graus variados de prejuízo renal não apresentou diferença significante nos parâmetros farmacocinéticos em comparação a indivíduos saudáveis.

Resultados de eficácia

As tetraciclinas são principalmente bacteriostáticas e acredita-se que exerçam sua ação inibindo a síntese de proteínas. O cloridrato de Minociclina é um congênere da tetraciclina, com atividade anti-bacteriana comparável às outras tetraciclinas contra ampla gama de organismos gram-positivos e gram-negativos. A resistência cruzada dos organismos gram-positivos e gram-negativos às tetraciclinas é comum. Quase todas as cepas de S. pyogenes são resistentes ao cloridrato de Minociclina. Portanto, o cloridrato de Minociclina não deve ser usado para doença estreptocócica a menos que o organismo tenha demonstrado ser susceptível. Como muitas cepas de organismos gram-positivos e gram-negativos demonstraram ser resistentes às tetraciclinas (ver Indicações), testes de cultura e susceptibilidade são recomendados. Sensibilidade in vitro Suscetível Intermediário Resistentes Teste de diluição em tubo Menor que 4,0 mcg/ml 4,0-12,5 mcg/ml Maior que 12,5 mcg/ml Teste em placa* Maior ou igual a 18 mm *Método de Kirby-Bauer, usando disco com 30 mcg de Minociclina.

Modo de usar

Minomax (cloridrato de Minociclina) deve ser administrado por via oral. Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30¦C). Proteger da luz e umidade.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Uso em Idosos : Os estudos clínicos do cloridrato de Minociclina não incluíram pacientes em número suficiente com 65 anos ou mais para determinar se eles respondem diferentemente dos pacientes mais jovens. A escolha da dose para um paciente idoso deve ser cuidadosa, normalmente começando na parte inferior da variação de dosagem, refletindo uma maior freqüência da diminuição das funções hepática, renal ou cardíaca e de doenças concomitantes ou outras terapias . Uso em Crianças : O cloridrato de Minociclina não é recomendado para uso em crianças menores de 8 anos, a menos que os benefícios esperados da terapia sobreponham-se aos riscos (ver Advertências).

Armazenagem

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30¦C). Proteger da luz e umidade.

Dizeres legais

Registro M.S.: 1.2110.0079.004-8 Farmacêutico(a) responsável: Ruy Massakazo Yoshinaga - CRF/SP-4997 Fabricado, embalado e distribuído por: Laboratórios Wyeth-Whitehall Ltda. Rodovia Castelo Branco, km 32,5 - Itapevi - SP - Brasil CNPJ no 61.072.393.0039-06 Indústria Brasileira VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Data de fabricação, lote e validade: vide cartucho. Serviço de Atendimento ao Consumidor - DDG 0800 160625.

Data da bula

Oct 5 2004 12:00AM

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