Feed

Já é assinante?

Entrar
Índice

Belara - Bula do remédio

Belara com posologia, indicações, efeitos colaterais, interações e outras informações. Todas as informações contidas na bula de Belara têm a intenção de informar e educar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um profissional médico ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Decisões relacionadas a tratamento de pacientes com Belara devem ser tomadas por profissionais autorizados, considerando as características de cada paciente.

Aviso importante

Todas as bulas constantes em nosso portal são meramente informativas. Em caso de dúvidas quanto ao conteúdo de algum medicamento, procure orientação de seu médico ou farmacêutico.

Obs.: A MedicinaNET não vende nenhum tipo de medicamento.

Laboratório

Janssen

Apresentação de Belara

compr. rev. em emb. c/ 1 cartela c/ 21 compr.

Belara - Indicações

Belara* é indicado como contraceptivo (anticoncepcional hormonal oral).

Contra-indicações de Belara

O uso de Belara* é contra-indicado nos seguintes casos: Gravidez Doenças hepáticas - Doenças hepáticas progressivas agudas e crônicas, transtornos da secreção biliar de bilirrubina (síndromes de Dubin- Johnson e de Rotor), transtornos da secreção biliar, do fluxo biliar (colestase, mesmo tendo ocorrido no passado, se associada à gestação ou uso de esteróides sexuais; isto inclui icterícia idiopática ou prurido durante gestação anterior ou tratamento com estrogênio-progestogênio). - Após a resolução de hepatite viral (testes de função hepática normais), um período de 6 meses deve ser observado antes de iniciar o uso de Belara*. - Neoplasias hepáticas passadas ou atuais. Doenças vasculares e metabólicas - Tabagismo - História passada ou presente de transtornos tromboembólicos (especialmente acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, trombose de veia profunda, embolia pulmonar), bem como estados que aumentam a susceptibilidade a estas condições (p.ex., transtornos da coagulação com tendência para formação de trombos, antitrombina III (AT III) congênita, deficiência de proteína C e proteína S, algumas doenças cardíacas). - Hipertensão arterial exigindo tratamento - Diabetes mellitus grave com alterações vasculares associadas (microangiopatia) - Anemia falciforme - Transtornos graves do metabolismo lipídico, especialmente quando acompanhado de outros fatores de risco para doenças cardiovasculares. Doenças malignas - Certos tumores malignos (p.ex., de mamas, cervix uterina ou mucosa uterina) mesmo após seu tratamento ou em casos suspeitos. Hiperplasia endometrial Outras doenças - história de herpes gestacional - otoesclerose com deterioração durante gestações anteriores - obesidade grave - enxaqueca associada a transtornos sensoriais, da percepção e/ou motores - sangramento genital anormal não diagnosticado - hipersensibilidade aos componentes da fórmula de Belara*

Advertências

Antes de iniciar o uso de contraceptivos hormonais, deve ser realizado um exame geral (incluindo medida da pressão arterial, do peso, glicosúria e, se necessário, testes hepáticos específi cos) e ginecológico completos (incluindo exame de mamas e colpocitológico) a fi m de detectar doenças que exigem tratamento e fatores de risco e, acima de tudo, excluir a presença de gravidez. Estes check-ups devem ser repetidos a cada 6 meses durante o uso de Belara*. Pacientes com diabetes clinicamente evidente ou com predisposição para esta condição devem ser monitoradas para possíveis alterações no metabolismo de carboidratos antes e durante o tratamento. A infl uência do tratamento hormonal sobre os parâmetros monitorados deve sempre ser considerada ao interpretar os resultados dos testes de função hepática e endócrinos. Em geral, resultados sem viés não são obtidos até 2 a 4 meses após o fi nal do tratamento. O uso de Belara* deve ser interrompido imediatamente nas seguintes situações: - Gravidez - Sinais iniciais de trombofl ebite ou tromboembolismo. - Cirurgia programada (6 semanas de antecedência) e durante imobilização, p.ex., após acidentes. - Primeiro episódio de cefaléia do tipo enxaqueca ou aumento da frequência de cefaléias graves incomuns. - Defi ciência sensorial aguda (visual, auditiva, etc.). - Transtornos motores (especialmente paralisia). - Queixas abdominais altas graves. Hepatomegalia ou sinais de sangramento intrabdominal (veja “Reações Adversas”). - Elevação da pressão arterial a níveis constantemente acima de 140/90 mmHg. - Icterícia, hepatite, prurido generalizado, colestase e testes de função hepática anormais. - Aumento de crises epilépticas. - Primeiro episódio ou recorrência de porfi ria (todas as três formas, especialmente porfi ria adquirida). - Descompensação aguda de diabetes mellitus. As pacientes devem ser monitoradas nas seguintes situações: - Doença cardíaca e renal, enxaqueca, epilepsia, asma (também no passado), uma vez que estas condições podem ser afetadas pelo possível acúmulo de líquidos. - História de fl ebite - Tendência acentuada para varizes - Esclerose múltipla - Coréia de Sydenham - Tetania - Diabetes mellitus e tendência para este transtorno - História pregressa de doenças hepáticas - Transtornos do metabolismo lipídico - Sobrepeso considerável - Aumento da pressão arterial - Endometriose - Mastopatia - Otosclerose - Mioma uterino Frente à possibilidade de prejuízo grave à saúde devido a eventos tromboembólicos (veja “Reações Adversas”), as usuárias devem ser cuidadosamente avaliadas quanto à presença de fatores predisponentes (p.ex., veias varicosas, história de fl ebite e trombose, bem como doenças cardíacas, sobrepeso considerável, transtornos da coagulação sanguínea) e quanto à ocorrência de eventos tromboembólicos venosos entre familiares jovens, e quaisquer destes fatores devem ser considerados ao se decidir sobre a prescrição deste contraceptivo. Pacientes fumantes em uso de contraceptivos hormonais têm um risco adicional aumentado de desenvolver, algumas vezes, seqüelas graves de alterações vasculares (p.ex., infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral). O risco aumenta com a idade e o aumento do consumo de cigarros. Especialmente mulheres acima dos 30 anos de idade devem evitar fumar se pretendem tomar contraceptivos hormonais para evitar a gravidez. Se forem incapazes de parar de fumar devem optar por outras formas de contracepção. Estudos pós-comercialização mostraram que a incidência de doenças tromboembólicas pode diminuir durante o uso de contraceptivos de baixa dose de estrogênio (0,05 mg ou menos), o que levou ao desenvolvimento de contraceptivos hormonais de baixa dosagem. Se a expectativa que mulheres em uso de tais formulações de baixa dose têm realmente incidência menor de oclusões vasculares trombóticas ou tromboembólicas é justifi cada, ainda não foi conclusivamente estabelecido. Portanto, mesmo em uso de contraceptivos hormonais de baixa dose, as pacientes devem ser cuidadosamente avaliadas quanto à presença de fatores que promovem processos tromboembólicos (veja acima) e o risco deve ser avaliado contra os potenciais benefícios deste método de contracepção. A ocorrência de doenças tromboembólicas em familiares em idade jovem pode indicar a presença de transtornos do sistema de coagulação. Doenças deste tipo incluem trombose venosa profunda, embolia pulmonar, acidente vascular cerebral, transtornos súbitos dos sentidos ou da percepção (visual, auditiva), distúrbios da fala e do movimento, especialmente paralisia, infarto do miocárdio e angina pectoris. Se houver história familiar de tais doenças, o estado de coagulação da paciente deve ser cuidadosamente determinado antes de se prescrever Belara* (isto inclui, p.ex., determinação de AT III, proteína C e proteína S). Mulheres acima dos 40 anos de idade exigem monitoramento especial uma vez que a tendência para trombose aumenta com a idade. O uso de qualquer contraceptivo oral combinado pode implicar em risco aumentado de tromboembolismo venoso em comparação com a não utilização deste tipo de contraceptivo. O excesso de risco de tromboembolismo venoso é maior durante o primeiro ano de uso do contraceptivo oral. Este risco aumentado é menor que o risco de tromboembolismo venoso associado à gestação, o qual é estimado em 60 casos por 100.000 gravidezes. O tromboembolismo venoso é fatal em 1-2% dos casos. A infl uência de Belara* no risco de tromboembolismo venoso é desconhecida em comparação a outros contraceptivos orais combinados. Condições patológicas que podem deteriorar durante o uso de Belara*: Certas doenças podem ser afetadas de forma adversa tanto pela gravidez quanto pelo uso de estrogênios ou combinações de estrogênio-progestogênio. Estas condições incluem epilepsia, esclerose múltipla, otosclerose, herpes gestacional, porfi ria, tétano, candidíase e trichomoníase. Pacientes com asma, enxaqueca e disfunção cardíaca ou renal grave, exigem acompanhamento médico cuidadoso devido à possibilidade de retenção de líquidos durante o uso de combinações de estrogênio-progestogênio.

Uso na gravidez de Belara

A presença de gravidez deve ser excluída antes de se iniciar o uso de Belara*. Se ocorrer gravidez durante o tratamento, o uso de Belara* deve ser interrompido imediatamente. No entanto, o uso anterior de Belara* não justifi ca a interrupção da gravidez. Se Belara* for tomado durante a amamentação é importante lembrar que pode haver diminuição da produção de leite. Quantidades muito pequenas dos ingredientes ativos de Belara* são excretadas no leite. No entanto, em geral, a contracepção só é indicada durante períodos prolongados de amamentação uma vez que, habitualmente não ocorre ovulação durante períodos curtos de amamentação. Se possível, métodos contraceptivos não hormonais devem ser usados até a interrupção da amamentação. Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Interações medicamentosas de Belara

A efi cácia contraceptiva de Belara* pode ser prejudicada pela administração concomitante de fármacos que aumentam a biodegradação de hormônios esteróides (p.ex., barbitúricos, rifampicina, griseofulvina, fenilbutazona e antiepilépticos, como barbexaclona, carbamazepina, fenitoína, primidona) e preparações contendo Erva de São João. A ocorrência de spotting foi relatada em mulheres em uso de preparações contendo Erva de São João e contraceptivos orais concomitantemente. Níveis sanguíneos reduzidos do contraceptivo também foram medidos devido a alterações na fl ora intestinal associadas ao uso concomitante de antibióticos como ampicilina ou tetraciclinas e, também, após a ingestão de carvão ativado. Foram registradas taxas aumentadas de sangramento intermenstrual e, em casos isolados, de gravidez. A necessidade de insulina ou outros hipoglicemiantes pode ser alterada devido à infl uência na tolerância à glicose. A excreção de teofi lina ou cafeína é diminuída durante o uso de contraceptivos orais, levando ao aumento ou prolongamento do efeito destes dois fármacos.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Belara

Gerais Os efeitos colaterais gerais que podem ser observados com o uso de Belara* são: tensão mamária, depressão, queixas gástricas, náusea, emese, cefaléia também do tipo enxaqueca, redução da tolerância a lentes de contato, alterações na libido, alterações de peso. Após uso prolongado, particularmente em mulheres sensíveis pode ocorrer cloasma, que é exacerbado pela exposição prolongada ao sol. Mulheres com tendência a tais alterações devem evitar exposição excessiva ao sol. Ocasionalmente pode ocorrer infecção vaginal (candidíase), rash cutâneo e eritema nodoso. Específi cos do ciclo menstrual - Sangramento intracíclico: spotting e sangramento de escape (com intensidade menstrual) podem ocorrer durante o uso de Belara*. Estes tipos de sangramento são raros e ocorrem, em geral, apenas durante os primeiros ciclos de uso. As pacientes devem continuar a tomar Belara* e, se o sangramento não desaparecer espontaneamente dentro de alguns dias, recomenda-se administrar 20 a 40 mcg de etinilestradiol durante 4 a 5 dias (porém não além do último comprimido da cartela em uso). Se o sangramento ainda persistir ou se repetir durante vários ciclos, recomenda-se um exame completo para excluir qualquer patologia orgânica. - Ausência de sangramento de privação: em casos muito raros, se não ocorre sangramento de privação durante os dias livres de medicação, as pacientes podem continuar a tomar Belara* se a presença de gravidez for excluída dentro dos primeiros 10 dias do novo ciclo de tratamento. Nota: na maioria dos casos, após a interrupção do uso de Belara*, as glândulas reprodutoras rapidamente assumem seu funcionamento pleno e a capacidade de conceber é restaurada. Em geral, o primeiro ciclo é prolongado em cerca de 1 semana. - Existe um discreto aumento na incidência de doenças das vias biliares durante o uso prolongado de contraceptivos hormonais. Há uma divisão de opiniões em relação à possibilidade de formação de cálculos biliares durante o uso de contraceptivos contendo estrogênio. Em casos raros, tumores hepáticos benignos e, mais raramente ainda, malignos foram observados após o uso de agentes hormonais do tipo contido em Belara* e em alguns casos resultaram em sangramento intra-abdominal potencialmente fatal. Se ocorrem queixas abdominais altas incomuns, que não se resolvem espontaneamente e rapidamente, pode ser necessário interromper o uso de Belara*. Em casos muito raros, os sintomas descritos também podem ocorrer associados a trombose de veia hepática ou veia mesentérica. Efeito sobre o tecido mamário O câncer de mama é uma das neoplasias dependentes de hormônios. Fatores de risco para câncer de mama tais como menarca precoce, menopausa tardia (após 52 anos de idade), nuliparidade, ciclos anovulatórios, etc., são bem conhecidos e sugerem a possibilidade de envolvimento hormonal no desenvolvimento do mesmo. Os receptores hormonais são de importância vital na biologia do tumor do câncer de mama. Os estrogênios, especialmente, induzem uma multiplicidade de fatores de crescimento tais como fator de transformação de crescimento alfa (TGF-alfa). Os estrogênios e os progestogênios infl uenciam o crescimento de células do câncer de mama. Estas relações biológico tumorais, entre outras, formam a base teórica para o tratamento farmacológico do câncer de mama pósmenopáusico receptor-positivo. A análise de estudos epidemiológicos que indicam uma possível relação entre o uso de contraceptivos orais e o câncer de mama também sugere que a ocorrência desta neoplasia em mulheres até a meia idade é freqüentemente associada ao uso de contraceptivos orais iniciados precocemente e utilizados a longo prazo. Por outro lado, esse é apenas um dos vários possíveis fatores de risco envolvidos. A secreção mamária e o aumento do tamanho das mamas têm sido observados em casos individuais. Cistos ovarianos Cistos ovarianos funcionais têm sido encontrados em mulheres em uso de contraceptivos orais. Risco tromboembólico O uso de contraceptivos hormonais está associado ao risco aumentado de doenças tromboembólicas venosas e arteriais (p.ex., trombose venosa, embolia pulmonar, acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio). Este risco pode ser aumentado por fatores adicionais (tabagismo, hipertensão, transtornos da coagulação sanguínea ou metabolismo lipídico, sobrepeso considerável, veias varicosas, história de fl ebite e trombose) (veja “Advertências”). Atenção: este é um medicamento novo e, embora pesquisas tenham indicado efi cácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer.

Belara - Posologia

Como para todos os inibidores da ovulação, erros de tomada e de método podem ocorrer e, portanto, não pode se esperar 100% de eficácia do método. Um comprimido deve ser tomado todos os dias, no mesmo horário, de preferência logo antes de dormir. O intervalo entre as tomadas deve ser regular, de 24 horas, sempre que possível. Para usuárias iniciando o uso ou mudando de outro anticoncepcional para Belara*, a tomada regular tem início com o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo, que corresponde ao primeiro dia da menstruação. Se Belara* for tomado no primeiro dia de sangramento após o parto ou aborto, a proteção contraceptiva não será confiável durante as duas primeiras semanas, pois pode não ser mais possível suprimir esta primeira ovulação. A tomada do último comprimido da cartela é seguida por intervalo de 7 dias sem medicação, durante o qual ocorre o sangramento, dentro de 2 a 4 dias após o último comprimido. Após o intervalo de 7 dias sem medicação uma nova cartela de Belara* deve ser iniciada, quer o sangramento tenha terminado ou ainda persista. Importante (confiabilidade contraceptiva) A proteção contraceptiva tem início no primeiro dia de tomada e continua durante os intervalos de 7 dias livres de medicação (exceções: após o parto e aborto). Erros de tomada, vômito ou doenças intestinais associadas à diarréia, administração concomitante prolongada de certos medicamentos (veja Interações com outros fármacos) e, muito raramente, doenças metabólicas individuais, podem prejudicar a eficácia contraceptiva. Laxantes leves não afetam a confiabilidade contraceptiva. Se a usuária esquecer de tomar o comprimido na hora usual, ele deve ser tomado dentro das próximas 12 horas no máximo. Se o intervalo normal entre a tomada for excedido em mais de 12 horas, não há mais garantia de contracepção durante este ciclo. Em tais casos, as usuárias devem continuar a tomar o comprimido da cartela atual conforme programado, mas deixando de lado o comprimido que foi esquecido a fim de evitar que ocorra sangramento prematuro. Um contraceptivo de barreira adicional deve ser usado. Na presença de vômitos ou distúrbio intestinal, a medicação não deve ser interrompida. Um contraceptivo de barreira adicional deve ser usado durante este ciclo.

Superdosagem

Sintomas A intoxicação aguda resultante da tomada simultânea de um grande número de comprimidos só é esperada em casos extremos e não resulta habitualmente em condições com risco de vida, mas principalmente em sintomas gastrintestinais, disfunção hepática, do equilíbrio hídrico e do metabolismo eletrolítico, bem como sangramento de privação em mulheres. Meninas na pré-puberdade podem apresentar discreto sangramento vaginal. Tratamento O monitoramento preventivo do metabolismo eletrolítico, equilíbrio hídrico e função hepática, bem como medidas sintomáticas são necessários apenas em casos raros.

Belara - Informações

Cada comprimido revestido contém 2 mg de acetato de clormadinona e 0,03 mg de etinilestradiol. Excipientes: amido, dióxido de titânio, estearato de magnésio, hipromelose, lactose monoidratada, macrogol 6000, óxido de ferro vermelho, povidona, propilenoglicol, talco. Belara* é um contraceptivo oral combinado contendo um estrogênio, etinilestradiol, e um progestogênio, acetato de clormadinona. A tomada contínua de Belara* durante 21 dias resulta na inibição da secreção de FSH e LH pela hipófi se, com supressão da ovulação. A consistência do muco cervical é modifi cada, reduzindo a migração dos espermatozóides para o canal cervical e alterando a motilidade dos espermatozóides. Durante os estudos de tolerabilidade e efi cácia, o efeito positivo conhecido do acetato de clormadinona sobre as alterações cutâneas androgênicas como acne e seborréia foi observado. Propriedades farmacocinéticas O acetato de clormadinona e o etinilestradiol são absorvidos rapidamente e quase completamente após a ingestão dos comprimidos de Belara*. A disponibilidade sistêmica do acetato de clormadinona é alta em comparação a do etinilestradiol, uma vez que ele não é submetido ao metabolismo de primeira passagem hepática. As concentrações de pico plasmático são alcançadas em 1 a 2 horas após a administração oral. No plasma, as substâncias ativas ligam-se principalmente às proteínas. Ambas são rapidamente distribuídas aos tecidos. O acetato de clormadinona é armazenado principalmente no tecido gorduroso, do qual é liberado de forma equilibrada para a circulação. O estado de equilíbrio é atingido após 3 a 4 dias para o etinilestradiol e após 8 dias para o acetato de clormadinona. A meia-vida de eliminação média do acetato de clormadinona é 34 horas e do etinilestradiol é de 13 a 27 horas. A maior parte do acetato de clormadinona é excretada sob a forma de metabólitos altamente polarizados e conjugados na urina e fezes na proporção 40:60. O etinilestradiol também é eliminado na urina e fezes (40:60) com meia-vida renal média de 25 horas. Os produtos de biodegradação na urina são predominantemente sulfatos glicuronídeo, sendo 20% do composto base recuperado nas fezes.

Conecte-se

Feed

Sobre o MedicinaNET

O MedicinaNET é o maior portal médico em português. Reúne recursos indispensáveis e conteúdos de ponta contextualizados à realidade brasileira, sendo a melhor ferramenta de consulta para tomada de decisões rápidas e eficazes.

Medicinanet Informações de Medicina S/A
Av. Jerônimo de Ornelas, 670, Sala 501
Porto Alegre, RS 90.040-340
Cnpj: 11.012.848/0001-57
(51) 3093-3131
info@medicinanet.com.br


MedicinaNET - Todos os direitos reservados.

Termos de Uso do Portal