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Efeitos Colaterais de Mirena

Eventos adversos são mais comuns durante os primeiros meses após a inserção e diminuem durante o uso prolongado. Os eventos adversos mais freqüentemente relatados são distúrbios menstruais, conforme descrito abaixo. Foram relatados os seguintes eventos adversos, em ordem de freqüência de ocorrência: cefaléia, dor no abdômen inferior, dor nas costas, afecções cutâneas, secreção vaginal aumentada, mastalgia e outras condições benignas da mama, vaginite, depressão e outras alterações de humor, náusea e edema. Outros eventos adversos, tais como aumento de peso, alopecia ou aumento de oleosidade do cabelo e hirsutismo foram relatados em casos individuais. Eventos adversos similares foram relatados com a utilização de Mirena na terapia de reposição hormonal, em combinação com preparações estrogênicas. Os efeitos secundários observados com maior freqüência durante o uso de Mirena são alterações nos padrões de sangramento menstrual. Estas alterações podem incluir spotting, períodos menstruais aumentados ou diminuídos, sangramento irregular, oligomenorréia, amenorréia, aumento considerável do fluxo menstrual, dor nas costas e dismenorréia. A média do número de dias de spotting diminuiu gradualmente, de 9 para 4 dias, durante os primeiros 6 meses de uso. A porcentagem de mulheres com sangramento prolongado (mais de 8 dias) diminuiu de 20% para 3% durante os 3 primeiros meses de uso. Em estudos clínicos, durante o primeiro ano de uso, 17% das mulheres apresentaram amenorréia com pelo menos 3 meses de duração. Quando Mirena é usado em combinação com a terapia de reposição estrogênica, em usuárias perimenopausadas, estas apresentam spotting e sangramentos irregulares durante os primeiros meses do tratamento. O sangramento diminui com o decorrer do tempo, e no final do primeiro ano, os sangramentos são mínimos, sendo que 30-60% das usuárias não apresentam qualquer sangramento. Em caso de falha do método, há grande probabilidade de gestação ectópica. Pode ocorrer doença inflamatória pélvica com o uso de Mirena, mas a incidência é baixa. O endoceptivo (SIU), ou partes dele, pode perfurar a parede uterina. Pode ocorrer desenvolvimento de folículos aumentados (cistos ovarianos funcionais), os quais foram diagnosticados em cerca de 12% das usuárias de Mirena.

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