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Posologia de Prolopa Dispersivel

Dose usual O tratamento com Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) deve ser iniciado gradualmente; a dose deve ser estabelecida individualmente e aumentada gradativamente até otimização do efeito. Portanto, as recomendações posológicas a seguir devem ser consideradas sugestões. Tratamento inicial Nos estágios iniciais da doença de Parkinson, é recomendável iniciar o tratamento com ¼ de comprimido de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250 (62,5 mg), três a quatro vezes ao dia. Assim que se confirmar a tolerabilidade ao esquema inicial, a dose pode ser aumentada lentamente, de acordo com a resposta do paciente. A otimização do efeito em geral é obtida com uma dose diária de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) correspondente a 300 a 800 mg de levodopa + 75-200 mg de benserazida, dividida em 3 ou mais administrações. Podem ser necessárias 4 a 6 semanas para se atingir o efeito ideal. Se forem necessários incrementos adicionais, estes devem ser realizados em intervalos mensais. Tratamento de manutenção A dose média de manutenção é de 1/2 comprimido (125 mg) de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250, 3 a 6 vezes ao dia. O número ideal de administrações (não inferior a 3) e sua distribuição ao longo do dia devem ser tateados para cada paciente. Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250 pode ser substituído por Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS ou Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) dispersível, para otimização do efeito. Instruções posológicas especiais As doses devem ser aumentadas com cuidado em idosos. Pacientes em uso de outros agentes antiparkinsonianos podem receber Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida). Entretanto, com a evolução do tratamento, pode ser necessário reduzir ou retirar gradualmente tais medicamentos. Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) dispersível é particularmente indicado para pacientes com disfagia (dificuldade de deglutição) ou que necessitem uma formulação com início de ação mais rápido, por exemplo pacientes com acinesia matinal ou vespertina, ou efeito de final de dose. Pacientes com grandes flutuações no efeito do medicamento ao longo do dia (fenômeno on-off) devem receber doses individuais menores e mais freqüentes ou passar para o Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS. A substituição de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250 por Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS deve preferencialmente ser feita de um dia para outro, iniciando-se com a dose matinal. A dose diária e o intervalo interdose devem inicialmente ser os mesmos. Dois ou 3 dias após, a dose deve ser gradualmente aumentada em cerca de 50%. Os pacientes devem ser informados de que sua condição pode deteriorar temporariamente. Em razão das propriedades farmacocinéticas de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS, o início de ação é retardado. O efeito clínico pode ser obtido mais rapidamente, associando-se a forma convencional, Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250, ao Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS. Tal estratégia pode ser particularmente útil para a primeira dose do dia, que deve preferencialmente ser maior que as doses subseqüentes. O ajuste posológico individual de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS deve ser realizado lenta e cuidadosamente, com intervalos de no mínimo 2 a 3 dias entre os incrementos de dose. Em pacientes com acinesia noturna, efeitos positivos têm sido relatados com o aumento gradual da última dose noturna a até 250 mg de Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS, ingeridos ao deitar. Resposta excessiva ao Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS (discinesia) pode ser controlada, mais com o aumento do intervalo entre as doses do que com a redução da magnitude das mesmas. Se a resposta ao Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS não for adequada, deve-se retornar ao tratamento com Prolopa (Levodopa + Cloridrato de benserazida), na forma convencional ou dispersível. Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados em relação a possíveis sintomas psiquiátricos.

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