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Efeitos Colaterais de Espironolactona

Ginecomastia pode se desenvolver em associação ao uso da Espironolactona, e o médico deve estar alerta para sua possível instalação.
O desenvolvimento da ginecomastia tanto parece estar relacionado com a posologia como com à duração da terapêutica, e é normalmente reversível quando o uso de Espironolactona é descontinuado. Em raras ocasiões, algum aumento das mamas pode persistir.
Dos efeitos adversos reportados em experiência pós-marketing com Espironolactona, os seguintes foram relatados com frequência 1% : distúrbios gastrintestinais, náusea, sonolência, tontura, função hepática anormal, insuficiência renal aguda, trombocitopenia, leucopenia (incluindo agranulocitose), cansaço, dor de cabeça, erupção cutânea, alopecia, hipertricose (crescimento de cabelo anormal), dor e neoplasma nos seios, mal estar, hiperpotassemia, distúrbios eletrolíticos, alterações na libido, urticária, confusão mental, febre, ataxia, impotência, distúrbios menstruais.
Tem sido observado carcinoma mamário em pacientes tomando Espironolactona, todavia uma relação de causa e efeito não pôde ser estabelecida.

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