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Vacina Tríplice Bacteriana contra Difteria Tétano e Coqueluche DTP

Última revisão: 04/04/2010

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>Reproduzido de:>>>>>

>Formulário Terapêutico Nacional 2008: Rename 2006 [>Link Livre para o Documento Original>>]>>>>>

>Série B. Textos Básicos de Saúde>>>>>

>MINISTÉRIO DA SAÚDE>>>>>

>Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos>>>>>

>Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos>>>>>

>Brasília / DF2008>>>>>

>>> >>>>

>>Vacina Tríplice Bacteriana contra Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP)>>>>>

>> >>>

>Gabriela Costa Chaves>>>>>

>>> >>>>

>>Na Rename 2006: item 7.2>>>>>

>>> >>>>

>>SINONÍMIA>>>>>>>

>      >>>Vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DCB).>>>>

>>> >>>>

>>APRESENTAÇÃO>>>>>>>

>      >>>Suspensão injetável.>>>>

>>> >>>>

>>INDICAÇÃO>1>>>>>>>>

>      >>>Imunização ativa contra difteria, tétano e coqueluche em crianças com menos de 7 anos e mulheres em idade fértil HIV-positivas assintomáticas e sintomáticas.>>>>

>>> >>>>

>>CONTRA-INDICAÇÕES>1,4,386>>>>>>>>

>      >>>Crianças com quadro neurológico em atividade ou que tenham apresentado quaisquer das seguintes manifestações após aplicação da primeira dose desta vacina:>>>>

>-      >>>>Febre superior a 39,5°C nas primeiras 48 horas.>>>>

>-      >>>>Convulsões (febris ou afebris) ou crise de choro intenso e incontrolável (com duração de mais de 3 horas) nas primeiras 72 horas.>>>>

>-      >>>>Choque ou episódio hipotônico-hiporresponsivo nas primeiras 48 horas.>>>>

>-      >>>>Encefalopatia nos primeiros 7 dias.>>>>

>      >>>Hipersensibilidade aos componentes da vacina.>>>>

>>> >>>>

>>PRECAUÇÕES>1,4,389>>>>>>>>

>        >>>Em caso de prévia reação adversa grave com o uso da DTP, o esquema de imunização primária deverá prosseguir com a vacina dupla, constituída dos toxóides contra difteria e tétano (DT).>>>>

>        >>>A via de administração intramuscular não pode ser usada em pacientes com distúrbios sangüíneos, como hemofilia e trombocitopenia, optando-se pela via subcutânea.>>>>

>        >>>Não é recomendada em crianças a partir de 7 anos e em mulheres grávidas.>>>>

>        >>>Devido ao componente contra pertussis, a vacina não deve ser administrada em indivíduos com encefalopatia progressiva, epilepsia não controlada ou distúrbio neurológico até que seja definido o tratamento, e o problema esteja estabilizado.>>>>

>        >>>Adiar a imunização em presença de doença febril aguda.>>>>

>        >>>Avaliar riscos e benefícios ante problemas no sistema nervoso central.>>>>

>        >>>Avaliar o prosseguimento da imunização em presença de síndrome de Guillain-Barré ocorrida dentro de 6 semanas após a primeira administração da vacina. >>>>

>        >>>Categoria de risco na gravidez (FDA): C.>>>>

>>> >>>>

>>ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO>1,4,6,386,388>>>>>>>>

>      >>>0,5 mL, por via intramuscular, no 15º mês de idade ( reforço).>>>>

>      >>>0,5 mL, por via intramuscular, entre 4-6 anos de idade ( reforço).>>>>

>      >>>Se álcool ou outro desinfetante for usado para limpar o local da injeção, deve-se esperar que o mesmo evapore, pois pode ocorrer inativação da vacina viva. Obs.: Segundo o atual esquema de vacinação oficial brasileiro, definido pelo Programa Nacional de Imunizações, administra-se vacina tetravalente (DTP + HiB) aos 2, 4 e 6 meses de idade, seguido de dois reforços com a vacina tríplice bacteriana (DTP), aos 15 meses e entre 4 e 6 anos de idade.>>>>

>>> >>>>

>>EFEITOS ADVERSOS>1,4,6,386,389>>>>>>>>

>      >>>Inflamação, linfangite e abscesso estéril no local da injeção.>>>>

>      >>>Cefaléia, mal-estar, sonolência, irritação e anorexia.>>>>

>      >>>Neuropatia, convulsões (febris e afebris), encefalite, encefalopatia, febre de 40,5°C.>>>>

>      >>>Choque.>>>>

>      >>>Anafilaxia.>>>>

>      >>>Choro persistente por mais de 3 horas e episódios hipotônico-hiporresponsivos.>>>>

>>> >>>>

>>INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS>4,5,386>>>>>>>>

>      >>>Agentes imunossupressores ou radioterapia podem diminuir a resposta à vacina ou resultar em respostas anormais à imunização ativa.>>>>

>      >>>Cloranfenicol pode inibir a resposta imunológica ao toxóide tetânico.>>>>

>>> >>>>

>>ORIENTAÇÕES AOS PACIENTES>4>>>>>>>>

>      >>>Alertar o cuidador sobre a necessidade de notificar a ocorrência de algum efeito adverso, mesmo que ele desapareça sem nenhum tratamento.>>>>

>      >>>Em caso de dor e febre, pode-se utilizar paracetamol, de 4 em 4 horas, durante 24 horas após a injeção.>>>>

>>> >>>>

>>ASPECTOS FARMACÊUTICOS>1,4,386,389>>>>>>>>

>      >>>A suspensão é composta pelos toxóides diftérico e tetânico, combinados com a vacina pertussis (coqueluche), adsorvidos por hidróxido de alumínio e adicionados de tiomersal como conservante.>>>>

>      >>>Conservar entre 2 e 8°C. Não congelar.>>>>

>      >>>Agitar o produto imediatamente antes da administração para garantir suspensão homogênea. Desprezar o produto caso permaneçam grumos após a agitação.>>>>

>>> >>>>

>>ATENÇÃO:>>>>>

>>1. Embora seja raro, pode ocorrer anafilaxia após administração da vacina, por isso, deve-se sempre ter disponível epinefrina para administração imediata. No caso de reações de hipersensibilidade mais leves, pode-se administrar anti-histamínicos e, se necessário, corticosteróides.>>>>>

>>2. Tempo do efeito protetor: a imunização primária com DTP protege mais de 95% das pessoas para a difteria e o tétano por pelo menos 10 anos. No caso da coqueluche, a imunidade persiste durante toda infância, mas diminui ao longo do tempo.>>>>>>

>> >>>

>>SOBRE OS DIREITOS AUTORAIS DO DOCUMENTO>>>>>>>

>Consta no documento:>>>>

>Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial.”>>>>

>O objetivo do site MedicinaNet e seus editores é divulgar este importante documento. Esta reprodução permanecerá aberta para não assinantes indefinidamente.>>>>

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