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Imunoglobulina Anti-d RH

Última revisão: 04/04/2010

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Reproduzido de:

Formulário Terapêutico Nacional 2008: Rename 2006 [Link Livre para o Documento Original]

Série B. Textos Básicos de Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE

Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos

Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos

Brasília / DF – 2008

 

Imunoglobulina Anti-d (RH)

 

Rachel Magarinos-Torres

 

Na Rename 2006: item 7.3

 

SINONÍMIA

      Imunoglobulina anti-Rho(D).

 

APRESENTAÇÃO

      Solução injetável com 250 microgramas e 300 microgramas.

 

INDICAÇÃO1,2

      Profilaxia da doença hemolítica do recém-nascido.

 

CONTRA-INDICAÇÃO1,2,6

      Hipersensibilidade a imunoglobulinas.

 

PRECAUÇÕES1,2,6

      Pacientes Rh-negativo com anticorpos anti-D.

      Pacientes Rh-positivo em tratamento para desordens sangüíneas.

 

ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO1,2,6

Gestantes e Puérperas

Durante a Gravidez

      100 microgramas, por injeção intramuscular profunda, em duas doses, a 28 e 34 semanas de gravidez, respectivamente.

      Episódio sensibilizador até 20 semanas de gravidez: 25 microgramas, por via intramuscular profunda, até 72 horas após episódio.

      Episódio sensibilizador após 20 semanas de gravidez: 500 microgramas, por via intramuscular profunda, dentro de 72 horas após episódio.

 

Período Perinatal

      250-500 microgramas, por via intramuscular profunda, imediatamente ou 72 horas após o parto.

 

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS1,2

      A vacina de rubéola pode ser administrada concomitantemente no pós-parto, desde que sejam utilizadas seringas distintas e sejam aplicados em locais diferentes. Os anticorpos da vacina de rubéola podem ser inibidos, pelo que é necessário vacinar novamente após 8 semanas.

 

ASPECTOS FARMACÊUTICOS1,2,6

      Armazenar em temperatura entre 2 e 8°C.

      Não congelar.

      Proteger da luz.

      Após abertura da ampola, o conteúdo deve ser usado imediatamente. Descartar o volume não utilizado na primeira hora.

 

ATENÇÃO: a dose depende do nível de exposição ao sangue Rh-positivo. A profilaxia neonatal não suprime a necessidade de utilização após o parto. Há evidência de benefícios mesmo quando a administração é realizada após 72 horas.

 

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