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Sua busca por "Capitulo 3 – Sistemas de Informacao em Saude e Vigilancia Epidemiologica" obteve 18 resultados.

Página:  de 2

24/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 3 – Sistemas de Informação em Saúde e Vigilância Epidemiológica

...ção indireta e de outros ministérios. Reúne informações de cerca de 70% dos internamentos hospitalares realizados no país, tratando-se, portanto, de grande fonte das enfermidades que requerem internação, importante para o conhecimento da situação de saúde e gestão de serviços. Ressalte-se sua gradativa incorporação à rotina de análise e informações de alguns órgãos de vigilância epidemiológica de......

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23/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 1 – Vigilância Epidemiológica

...únculo ou “antraz” Cólera Coqueluche Leishmaniose tegumentar americana Leishmaniose visceral Leptospirose Malária Dengue Difteria Doença de Chagas (casos agudos) Doenças meningocócicas e outras meningites Meningite por Haemophilus influenzae Peste Poliomielite Paralisia flácida aguda Esquistossomose (em área não-endêmica) ......

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05/01/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Estrutura para Respostas às Emergências em Saúde Pública

...nsmissão ou portadores sãos. · Indicação de fracasso terapêutico (resistência a antibióticos nova ou emergente, ineficácia da vacina, resistência ou ineficácia de antídotos. · O evento representa um risco significativo para a saúde pública, ainda que nenhum ou poucos casos humanos tenham sido identificados. · Relatos de casos entre profissionais de saúde. · ......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Vigilância para prevenção e controle de infecções

...u multiplicados para obter o escore total para cada fator de risco. Esses escores são classificados e avaliados para selecionar as maiores prioridades para vigilância. Cada valor numérico deve ser claramente definido; em outras palavras, o que significa alto, médio ou baixo? Quanto maior a precisão das definições, mais consistentes e válidas são suas classificações, mesmo quando avaliadas por dife......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Vigilância para prevenção e controle de infecções

...dados para garantir a padronização e a uniformidade. Em uma equação de vigilância, o numerador é o número de vezes que o evento (p. ex., uma infecção) ocorre em um intervalo de tempo definido, e o denominador é a população em risco para o evento durante o mesmo intervalo de tempo. Em alguns casos, o denominador terá base nos benchmarks externos, um número ideal, o número de dias de internação do p......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Redução do risco de infecções por meio de programas de saúde ocupacional

...asos suspeitos de tuberculose, bem como as respostas adequadas. X X Identificar e corrigir lapsos no controle da infecção. X X Uma avaliação de risco é útil para identificar fatores que poderiam levar a casos de tuberculose em um hospital. Fonte: Adaptada de Centers for Disease Control and Prevention: Guidelines for preventing the transmission of Mycobacterium tuberculosis in......

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14/05/2013

Qualidade e Segurança

Redução do risco de infecções por meio de programas de saúde ocupacional

...iquem as restrições e as pessoas que devem ser comunicadas.2 Quando delinear uma política de restrição de PAS, é importante garantir que ela não desencoraje os profissionais de relatarem suas doenças ou exposições. Quando um PAS tem uma enfermidade – e o comunicado leva a perda de salário, benefícios ou status – ele pode evitar comunicar a doença, aumentando o risco de transmissão. Consequentemen......

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12/08/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Sífilis Congênita

...isseminação, com o conseqüente aparecimento de manifestações determinadas pela reação do hospedeiro à presença de antígenos treponêmicos nos tecidos corporais. A susceptibilidade à doença é universal e infecções anteriores não determinam imunidade frente a novas exposições ao treponema. ASPECTOS CLÍNICOS E LABORATORIAIS Manifestações Clínicas O quadro clínico da sífilis congênita é variável,......

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02/07/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Cólera

... A observação dos sinais e sintomas é fundamental para classificar o paciente quanto ao seu estado de hidratação no decorrer da diarréia de qualquer etiologia, inclusive a causada pela cólera, com a finalidade de identificar o grau de desidratação e decidir o plano de reposição. O paciente que inicia seu tratamento com reposição venosa, devido à gravidade da desidratação, ao passar para a hidr......

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26/09/2013

Hospitalar

Capítulo 2 – Desenho e avaliação de programas

...ograma de Controle de Infecções Página: 8 de 18 Metodologia 1. A área de controle de infecções faz a coleta de dados de forma contínua. 2. Numerador: número de pacientes que desenvolvem infecções associadas a sítios cirúrgicos depois de cirurgia de fusão espinal. 3. Denominador: número total de pacientes que fazem cirurgia de fusão espinal. 4. Estratificação de pacientes ......

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