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Sua busca por "Uso Terapeutico de Varfarina – Parte 5 Reversao da Anticoagulacao e Manejo de Sangramentos" obteve 10 resultados.

Página:  de 1

26/03/2012

Algoritmos

Uso terapêutico de varfarina – Parte 3: início da anticoagulação fora do ambiente hospitalar

...ão do American College of Chest Physicians (Antithrombotic Therapy and Prevention of Thrombosis, 9th Ed: ACCP Evidence-Based Clinical Practice Guidelines2) nos dão a oportunidade de rever este assunto e de realizar sugestões para a anticoagulação na prática clínica do dia a dia. Para os interessados no assunto, recomendamos também as revisões práticas do American Family Physician (Evidence-based I......

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11/09/2013

Casos Clínicos

Hematoma em Dorso

... Em virtude de toda a história clínica, a primeira e principal hipótese diagnóstica levantada foi de intoxicação cumarínica. De fato, os exames de sangue colhidos mostravam INR de 12,9, plaquetas de 260.000, Hb de 9,8 (sendo o último ambulatorial de 13,5). O alargamento do INR foi atribuído ao aumento da dose associada à interação com alimentação, uma vez que o paciente não havia iniciado uso de ......

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26/03/2012

Algoritmos

Uso terapêutico de varfarina – Parte 1: indicações, INR recomendado e tempo de anticoagulação

... que se possa suspender estas medicações em caso de TV agudo. · Pacientes que tiverem recorrência de tromboembolismo venoso durante anticoagulação em níveis terapêuticos entre 2 e 3 passam a ter INR alvo de 3,5. Síndrome antifosfolípide · O INR alvo deve ser de 2,5 em pacientes com síndrome antifosfolípide. A diretriz cita estudos recentes indicando que o INR alvo de 2,5 é prefer......

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16/10/2014

Revisões

Tromboembolia pulmonar: tratamento

...de plaquetas. Recomendações das diretrizes do ACCP22 para tratamento da TIH § Para pacientes com TIH confirmada ou for­temente suspeitada, complicada ou não por trombose, recomenda-se uso de um anticoa­gulante alternativo, não heparínico, (danapa­roide [1B], lepirudina [1C], argatrobana [1C], fondaparinux [2C], bivalirudina [2C]), em lu­gar de continuação do uso de HNF ou H......

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11/07/2010

Revisões

Pós-Operatório de Cirurgia Cardíaca

...á que esses pacientes costumam apresentar resposta inflamatória sistêmica exacerbada, determinando múltiplas disfunções orgânicas. Por este motivo, é fundamental o conhecimento das alterações fisiológicas determinadas pelo estresse cirúrgico, para que se possa manter a homeostase durante e após o procedimento, determinando resultados satisfatórios com mínima morbimortalidade. ALTERAÇÕES FISIO......

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06/12/2013

Revisões Internacionais

Tromboembolia venosa

...eliais do que a heparina, e isto contribui para que tenham meia-vida mais longa no plasma e sejam depuradas de maneira dose-dependente. Estas características permitem que as HBPM sejam administradas 1 vez/dia, sem necessidade de monitoramento laboratorial, e têm levado ao tratamento bem-sucedido da TVP fora do contexto hospitalar. Em 2007, o FDA aprovou o uso da dalteparina, uma HBPM, como monot......

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10/09/2014

Revisões

Embolia pulmonar

... hemorragia cerebral ou à morte), que normalmente é de 2 a 3%,é claramente superado pelo risco de morte por TEP.2 A utilização de trombolíticos em pacientes hemodinamicamente estáveis, mas com disfunção isolada de VD (a TEP submaciça), é questionada. Esse grupo de pacientes apresenta maior taxa de mortalidade comprovada, embora somente 9% deles apresente evolução desfavorável.44 O uso de trombolí......

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28/02/2014

Revisões Internacionais

Distúrbios trombóticos – Lawrence L.K. Leung

...e pacientes sob terapia de anticoagulação com warfarina, bem como de pacientes que possuem anticorpos antifosfolípides coexistentes. Como o fator V de Leiden não é a única causa de resistência à PCA, pode ser conveniente perseguir o diagnóstico com um teste de resistência à PCA em casos seletos, quando o fator V de Leiden for excluído. Tratamento O tratamento do fator V de Leiden é similar ......

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11/11/2015

Biblioteca Livre

C

...-se no leite materno, não sendo recomendado o uso em lactantes (ver apêndice B). Esquemas de administração Crianças Epilepsia t Até 1 ano: iniciar com dose de 0,25 mg, por via oral, durante 4 dias; aumentar ao longo de 2 a 4 semanas até dose ótima de acordo com a resposta da criança. Dose máxima de manutenção 0,5 a 1,0 mg/dia. t Entre 1 e 5 anos: iniciar com dose de 0,25 mg, por via oral......

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11/11/2015

Biblioteca Livre

M

... se necessário), por via intravenosa durante 2 a 3 minutos, aguardar por mais 2 a 3 minutos para avaliar o efeito sedativo, então iniciar o procedimento ou repetir a dose. t 12 a 16 anos de idade: iniciar com 1 a 2,5 mg, por infusão lenta, aumentando a taxa de infusão gradativamente até o máximo de 1,25 mg/min; aguardar por 2 minutos ou mais e avaliar o efeito sedativo, se necessário repetir a do......

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