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Sua busca por "Vacina Dupla dt" obteve 32 resultados.

Página:  de 4

18/06/2012

Remédios

Vacina Contra Difteria e Tétano

... hipersensibilidade ao produto; infecção tetânica. Avaliar riscos x benefícios Sensibilidade ao timerosal. Reações que podem ocorrer (sem incidência definida) DERMATOLÓGICO: vermelhidão na pele. GASTRINTESTINAL: falta de apetite; vômito. LOCAL DA INJEÇÃO: inchaço; enduração (um nódulo pode aparecer e permanecer por muitas semanas no local); irritação; sensação de agulhadas. MUSCULOESQ......

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02/08/2010

Medicamentos Injetáveis - Utilização Segura

Vacina contra Difteria e Tétano

...TRA DIFTERIA E TÉTANO (Sanofi-Aventis) Armazenagem Antes de Aberto Sob refrigeração (2-8°C). O QUE É [toxoide diftérico + toxoide tetânico; vacina dupla]. PARA QUE SERVE Difteria e tétano (prevenção). COMO AGE A vacina contra difteria e tétano induz a formação de antitoxina contra o Corynebacterium diphtheriae e antitoxina contra o Clostridium tetani. COMO SE USA Uso Injet......

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20/08/2013

Revisões

Imunização em pacientes adultos

...anha de Vacinação de Seguimento contra Sarampo Caxumba e Rubéola para crianças de 12 meses a 4 anos, na qual foram vacinadas 12.777.709 crianças, 92.80% de cobertura vacinal. · 2006: inclusão da vacina contra o rotavírus humano para os menores de 6 meses de idade. · 2008: campanha nacional de vacinação contra rubéola, com 68 milhões de adolescentes, jovens e adultos vacinados. · ......

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18/06/2012

Remédios

Vacina Contra Difteria, Tétano e Coqueluche

...e Induz a formação de anticorpos contra a toxina diftérica, toxina tetânica e anticorpos contra a Bordetella pertussis (que causa a coqueluche). Como se usa USO INJETÁVEL ADMINISTRAÇÃO: Via Intramuscular. USO INJETÁVEL – DOSES CRIANÇAS: aos 2 meses, 4 meses e 6 meses de idade. 1º reforço com 15 meses de idade. 2º reforço com 5 a 6 anos de idade. Com 15 anos de idade, e a par......

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02/08/2010

Medicamentos Injetáveis - Utilização Segura

Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche

...ânico + vacina pertussis]. PARA QUE SERVE Difteria, tétano e coqueluche (prevenção). COMO AGE A vacina contra difteria, tétano e coqueluche induz a formação de anticorpos contra a toxina diftérica, toxina tetânica e anticorpos contra a Bordetella pertussis (que causa a coqueluche). COMO SE USA Uso Injetável ADMINISTRAÇÃO: Via Intramuscular. USO INJETÁVEL – DOSES Crianças Aos ......

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03/07/2009

Guias Livres do Ministério da Saúde

Difteria

...e difteria pelo critério laboratorial ou clínico; • o vínculo epidemiológico do caso suspeito com comunicante íntimo (sintomático ou não) em que foi isolado o Corynebacterium diphtheriae. Critério clínico – classifica o diagnóstico como caso confirmado quando for observado: • placas comprometendo pilares ou úvula, além das amígdalas; • placas suspeitas na traquéia ou laringe; •......

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24/06/2009

Biblioteca Livre

CAPÍTULO 4 – Sistema de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-vacinais

...mo quinto dia útil de cada mês. • Promover a capacitação e atualização dos recursos humanos e/ou colaborar, nesta área, com as regionais e municípios. Nível Nacional • Estabelecer as diretrizes gerais para vigilância de eventos adversos pós-vacinação. • Receber e analisar os consolidados estaduais. • Garantir, através dos Crie, apoio técnico aos estados, participando in......

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12/09/2014

Revisões Internacionais

HIV e SIDA - Christopher J. Hoffmann, Joel E. Gallant

...o podem ter utilidade diagnóstica. Outras avaliações adicionais da febre podem incluir testes sorológicos para detecção de antígeno criptocócico; testes de detecção de antígeno de Histoplasma na urina; e culturas de isolamento de fungo com lise-centrifugação. A biópsia de medula óssea geralmente apresenta baixo rendimento, mas pode ser útil em casos de pacientes com febre acompanhada de neutrope......

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01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita

... infectadas. Período de Incubação De 14 a 21 dias, com duração média de 17 dias, podendo variar de 12 a 23 dias. Período de Transmissibilidade De 5 a 7 dias antes do início do exantema é de 5 a 7 dias após. Diagnóstico Clínico, laboratorial e epidemiológico. O teste mais utilizado é o ensaio imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos específicos IgM e IgG e/ou pela identifi......

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01/03/2011

Guias Livres do Ministério da Saúde

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita

...indo em velocidade compatível com a transferência de anticorpos maternos detectados por ensaio imunoenzimático, a partir do nascimento; quando, por qualquer motivo, os resultados do exame sorológico do recém-nascido não estiverem disponíveis e os dados clínicos forem insuficientes para confirmar o caso pela clínica. Medidas de Controle · Redução da circulação do vírus da rubéola mediante ......

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