
ATORVASTATINA (ORAL) (nome genérico) (substância ativa)
CITALOR (Pfizer)
Não
ATORLESS (Germed); KOLEVAS (EMS); LIPIGRAN (Legrand); LIPISTAT (Sigma Pharma); LÍPITOR (Pfizer)
ATORVASTATINA cálcica equivalente a ATORVASTATINA:
CITALOR; G
CITALOR; G
CITALOR; G
CITALOR; G
Antilipêmico; redutor do colesterol; redutor de triglicérides [inibidor da redutase HMG-CoA; estatina].
Hipertrigliceridemia; hipercolesterolemia; hiperlipidemia.
Inibe seletivamente a redutase HMG-CoA (hidroximetilglutaril-coenzima A], uma enzima necessária para a síntese do colesterol. Reduz o colesterol total, o LDL-colesterol, o VLDL-colesterol, a apolipoproteína B e os triglicérides. Aumenta o HDL-colesterol e a apolipoproteína A-1. Absorção: gastrintestinal rápida. Biotransformação: no fígado e extra-hepática; metabólitos ativos. Metabolizada pelo citocromo P450 3A4. Eliminação: principalmente bile/fezes; urina (menos de 2%).
USO ORAL – DOSES
• doses em termos de ATORVASTATINA.
• adotar dieta-padrão antes de iniciar o tratamento com a ATORVASTATINA.
• tomar o medicamento com ou sem alimentos, a qualquer hora do dia. Uma vez iniciado o tratamento, procurar tomar o produto sempre à mesma hora do dia.
Adultos
• dose inicial: 10 mg, em dose única diária.
• manutenção: 10 a 80 mg, sempre em dose única diária.
• ATENÇÃO: ajustar a dose 2 a 4 semanas após o início do tratamento, de acordo com exames laboratoriais dos níveis lipídicos. Esses exames devem sempre ser repetidos antes de ajustes de doses. A resposta máxima é atingida após 4 semanas de tratamento e se mantém nos tratamentos prolongados.
• Limite de dose para adultos: 80 mg por dia.
Idosos
• mesmas doses de adultos.
Crianças
• os estudos ainda são limitados.
Classe X.
Não se sabe se é eliminado no leite; não usar.
Doença ativa no fígado ou aumento inexplicável, persistente na concentração de aminotransferase.
Paciente com história anterior de doença no fígado; rabdomiólise (pode ocorrer).
SISTEMA NERVOSO CENTRAL: dor de cabeça.
A ATORVASTATINA:
• pode aumentar o risco de problemas musculares, como a rabdomiólise (ver Apêndice) com: antifúngico do tipo azol (cetoconazol, fluconazol, itraconazol etc); darunavir; atazanavir; lopinavir; ritonavir; tipranavir.
• evitar uso de álcool.
• cuidado com cirurgias, inclusive procedimentos dentários de emergência.
• cuidado com suplementos vitamínicos contendo niacina (ácido nicotínico) (risco maior de rabdomiólise - ver Apêndice).
• suspender o produto antes de grande cirurgia, pelo risco de insuficiência renal por rabdomiólise (ver Apêndice).
• checar: função hepática (fígado) antes do tratamento e periodicamente; lípides; creatinoquinase (se houver suspeita de doença muscular).
• o produto está contraindicado na gravidez e em mulheres que planejem engravidar a curto prazo. Se ocorrer gravidez, avisar imediatamente o médico.
• como o produto interfere com a síntese do colesterol, ele pode teoricamente interferir com a produção de hormônios esteroides (da suprarrenal ou das gônadas). Avaliar portanto pacientes que desenvolvam disfunções endócrinas.
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