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Sua busca por "Check up" obteve 19 resultados.

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04/04/2009

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Autonomia Médica x Uso de Padronização – Em busca do equilíbrio com foco na segurança do paciente

...idade de padronização vem de encontro a conceitos relacionados à forma como o ser humano erra, e quais os mecanismos que podem ser utilizados para evitar esse erro. Um deles é a criação de padrões e situações “à prova de erro”, seja pelo uso de guidelines ou protocolos. Entretanto, a figura central dessa ação, o médico, tem como um dos pilares centrais da sua atuação a necessidade de autonomia de......

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04/04/2009

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Autonomia Médica x Uso de Padronização – Em busca do equilíbrio com foco na segurança do paciente

...e recebeu a intervenção (checklist baseado nas recomendações da OMS reduz a morbidade e mortalidade pós-operatória). Em dados publicados nos EUA, a maior parte dos médicos acredita que os hospitais devam redesenhar seus sistemas e processos para evitar erros médicos, e que essa mudança de fato irá diminuir os erros. Por outro lado, dois estudos publicados na New England Journal of Medicine, mostr......

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04/04/2009

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Autonomia Médica x Uso de Padronização – Em busca do equilíbrio com foco na segurança do paciente

...s. Entretanto, a figura central dessa ação, o médico, tem como um dos pilares centrais da sua atuação a necessidade de autonomia de decisões (que viria a ser a capacidade de controlar e monitorizar suas próprias ações de cunho técnico). É verdade também, que se isso era facilmente praticável até cerca de 20 anos atrás, é mais difícil para o médico hoje ter a completo conhecimento de 100% das inov......

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29/08/2009

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Metodologias Para a Melhoria de Qualidade

...a melhoria, incluindo sua implementação, a comunicação com os envolvidos, e as medidas de monitorização; · EXECUTE (Executar): implementar os planos de ação traçados com base no plano desenvolvido e avaliar através de controles do que ocorre no processo para garantir o sucesso do que foi implementado. Com base na Figura 1, podemos detalhar essas etapas como descrito na Ta......

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29/08/2009

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Metodologias Para a Melhoria de Qualidade

... meados da década de 1920 e disseminado para o mundo por Deming na década de 1950. Esta ferramenta (PDCA - em inglês Plan, Do, Check e Action) tem, assim como o modelo FADE, etapas a serem seguidas (Figura 2). Figura 2: Ciclo PDCA Planejar (PLAN) – identificar o problema >observar > analisar o processo > criar plano de ação Definir as metas a serem alcançadas; Definir o método p......

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11/06/2012

Casos Clínicos

Arritmia no consultório médico

...ver todos os critérios, como mostra a Tabela 1. Tabela 1. QT longo Ciclo curto – longo QRS largo, polimórfico e girando em torno da linha de base Links complementares 1. ECG com Torsades de Pointes 2. Diretriz da SBC de ECG 2009 3. Revisão sobre Taquicardia Ventricular Arritmia no consultório médico Fernando de Paula Machado Arritmia no consultório......

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12/05/2014

Casos Clínicos

Eletrocardiograma de um maratonista: qual o achado?

...ongamento até que ocorra uma onda P que não conduz. Um BAV de 2o grau Mobitz I normalmente não produz sintomas. Este BAV pode ocorrer em indivíduos normais que têm grande tônus vagal, como em jovens atletas que têm grande condicionamento quando estão em repouso. O Mobitz I chega a ser descrito em 2 a 10% dos corredores de longas distâncias. O prognóstico nesses casos é excelente, pois ......

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21/03/2010

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

Classificação Internacional para a Segurança do Paciente da OMS - APÊNDICE – TIPOS DE INCIDENTES

... I. Prescrição/Requisição II. Preparação/Produção III. Fornecimento/Pedido IV. Apresentação V. Dispensação VI. Administração VII. Armazenamento I. Paci......

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08/03/2010

Artigos

Efeito da comunicação entre médicos de diferentes níveis de atenção

...bsolutamente necessário que medidas sejam tomadas para tentar melhorar a comunicação entre os níveis de atenção. O sistema de referência e contra-referência embora exista em teoria não é utilizado na prática. Um paciente visto pelo generalista na atenção primária é referido a um especialista do nível secundário (ambulatório de especialidades) ou terciário para uma avaliação. É avaliado, mas nenhum......

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15/11/2009

Artigos

Práticas na solicitação de papanicolau na atenção primária

...specialistas da área em questão se sentirem mais aptos a realizar recomendações distintas das diretrizes, por “entenderem do assunto”. De qualquer forma é sempre bom lembrar que rastreamento de doenças não é um tipo de intervenção isenta de riscos, e que ao mesmo tempo em que podem salvar vidas, se indicados de forma embasada, podem causar sofrimento e iatrogenias se indicados de forma não baseada......

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